Questões de Concurso
Comentadas sobre economia internacional na atualidade em atualidades
Foram encontradas 960 questões
economia e o crescimento dos fluxos de mercadorias reafirmam
a desuniformidade do espaço terrestre e dão visibilidade à sua
heterogeneidade e à sua diversificação pela ação das sociedades
que o modelam.
Iná E. Castro. Geografia política, território, escalas
de ação e instituições. Bertrand Brasil, 2006, p. 234.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
assuntos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.
economia e o crescimento dos fluxos de mercadorias reafirmam
a desuniformidade do espaço terrestre e dão visibilidade à sua
heterogeneidade e à sua diversificação pela ação das sociedades
que o modelam.
Iná E. Castro. Geografia política, território, escalas
de ação e instituições. Bertrand Brasil, 2006, p. 234.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os
assuntos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.
globalização e a porosidade das relações entre economia internacional
e Estado nacional geraram novos desafios para a defesa e a segurança
do Estado. A respeito desse tema, julgue os itens de 31 a 35.
globalização. Um dado fundamental é a evidência de que
o mercado se tornou mundial. Isso não quer dizer que
tombaram os muros das fronteiras nacionais ou dos
protecionismos, mas que nunca tantos produtos cruzaram
oceanos e continentes. As barreiras estabelecidas pelos
blocos nacionais ou pelos acordos comerciais visam mais
normatizar a competição em favor dos interesses
comerciais particulares de cada país do que bloquear
essa circulação. É, pois, no mercado e nas expectativas
de consumo que ele propicia que se materialize a
globalização.
Iná E. Castro. Bertrand do Brasil, 2006, p. 233 (com adaptações).
Tendo em vista o tema da globalização, tratado no texto
acima, julgue os itens a seguir.
globalização. Um dado fundamental é a evidência de que
o mercado se tornou mundial. Isso não quer dizer que
tombaram os muros das fronteiras nacionais ou dos
protecionismos, mas que nunca tantos produtos cruzaram
oceanos e continentes. As barreiras estabelecidas pelos
blocos nacionais ou pelos acordos comerciais visam mais
normatizar a competição em favor dos interesses
comerciais particulares de cada país do que bloquear
essa circulação. É, pois, no mercado e nas expectativas
de consumo que ele propicia que se materialize a
globalização.
Iná E. Castro. Bertrand do Brasil, 2006, p. 233 (com adaptações).
Tendo em vista o tema da globalização, tratado no texto
acima, julgue os itens a seguir.
globalização. Um dado fundamental é a evidência de que
o mercado se tornou mundial. Isso não quer dizer que
tombaram os muros das fronteiras nacionais ou dos
protecionismos, mas que nunca tantos produtos cruzaram
oceanos e continentes. As barreiras estabelecidas pelos
blocos nacionais ou pelos acordos comerciais visam mais
normatizar a competição em favor dos interesses
comerciais particulares de cada país do que bloquear
essa circulação. É, pois, no mercado e nas expectativas
de consumo que ele propicia que se materialize a
globalização.
Iná E. Castro. Bertrand do Brasil, 2006, p. 233 (com adaptações).
Tendo em vista o tema da globalização, tratado no texto
acima, julgue os itens a seguir.
globalização. Um dado fundamental é a evidência de que
o mercado se tornou mundial. Isso não quer dizer que
tombaram os muros das fronteiras nacionais ou dos
protecionismos, mas que nunca tantos produtos cruzaram
oceanos e continentes. As barreiras estabelecidas pelos
blocos nacionais ou pelos acordos comerciais visam mais
normatizar a competição em favor dos interesses
comerciais particulares de cada país do que bloquear
essa circulação. É, pois, no mercado e nas expectativas
de consumo que ele propicia que se materialize a
globalização.
Iná E. Castro. Bertrand do Brasil, 2006, p. 233 (com adaptações).
Tendo em vista o tema da globalização, tratado no texto
acima, julgue os itens a seguir.
globalização. Um dado fundamental é a evidência de que
o mercado se tornou mundial. Isso não quer dizer que
tombaram os muros das fronteiras nacionais ou dos
protecionismos, mas que nunca tantos produtos cruzaram
oceanos e continentes. As barreiras estabelecidas pelos
blocos nacionais ou pelos acordos comerciais visam mais
normatizar a competição em favor dos interesses
comerciais particulares de cada país do que bloquear
essa circulação. É, pois, no mercado e nas expectativas
de consumo que ele propicia que se materialize a
globalização.
Iná E. Castro. Bertrand do Brasil, 2006, p. 233 (com adaptações).
Tendo em vista o tema da globalização, tratado no texto
acima, julgue os itens a seguir.
reforma da ONU, e seus métodos antiquados de tomada de
decisões, especialmente nos temas energéticos, climáticos e no
nevrálgico capítulo das migrações internacionais. São todos
exemplos que expõem, em carne e osso, novas estruturas
duradouras das relações internacionais do século XXI.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre egoísmos e frustrações. In:
Correio Braziliense, "Opinião", 2/8/2008, p. 29 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue os
itens que se seguem, acerca das relações internacionais do fim do
século passado e início do século XXI.
reforma da ONU, e seus métodos antiquados de tomada de
decisões, especialmente nos temas energéticos, climáticos e no
nevrálgico capítulo das migrações internacionais. São todos
exemplos que expõem, em carne e osso, novas estruturas
duradouras das relações internacionais do século XXI.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre egoísmos e frustrações. In:
Correio Braziliense, "Opinião", 2/8/2008, p. 29 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue os
itens que se seguem, acerca das relações internacionais do fim do
século passado e início do século XXI.
reforma da ONU, e seus métodos antiquados de tomada de
decisões, especialmente nos temas energéticos, climáticos e no
nevrálgico capítulo das migrações internacionais. São todos
exemplos que expõem, em carne e osso, novas estruturas
duradouras das relações internacionais do século XXI.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre egoísmos e frustrações. In:
Correio Braziliense, "Opinião", 2/8/2008, p. 29 (com adaptações).
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue os
itens que se seguem, acerca das relações internacionais do fim do
século passado e início do século XXI.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque
e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das
economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo,
gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de
produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da
globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos
mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance
aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda
de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia
que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma
casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
Infere-se do texto que, na atual realidade econômica mundial, mais do que em qualquer outra época, crescimento e inflação são faces da mesma moeda, em que uma não sobrevive sem a outra.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os múltiplos aspectos que envolvem o tema por ele abordado, julgue o item.
A economia mundial experimentou, nos últimos seis anos, um período de prosperidade rara. A guerra no Iraque e a conseqüente alta no preço do petróleo não tiveram força suficiente para deter a velocidade de crescimento das economias, em especial a dos países emergentes. Antes, fontes de dor de cabeça para seus cidadãos e para o mundo, gigantes como a China e a Índia abraçaram o que a economia capitalista globalizada tem de melhor, a capacidade de produzir riqueza, e incorporaram bilhões de pessoas ao mercado consumidor.
A globalização produziu ganhadores e perdedores, solidez e fragilidade. A maior de todas as fragilidades da globalização é justamente o que lhe dá sustentação, a simultaneidade de processos e a interligação instantânea dos mercados, via Internet. Essa situação propiciou o aumento da produção e o barateamento dos produtos, dando chance aos países de crescer rapidamente sem despertar o dragão inflacionário. O lado negativo da integração é que a queda de um grande parceiro pode arrastar todos os demais. Foi esse o perigo que o mundo correu e corre quando a economia que responde por 25% de toda a riqueza planetária, os Estados Unidos da América (EUA), escorregou feio em uma casca de banana que, paradoxalmente, estava à vista de todos havia muito tempo.
Veja, 30/1/2008, p. 64-7 (com adaptações).
tentador pensar assim depois de ver a recente surra dada pela
Rússia na Geórgia. Essa invasão marca com clareza uma nova
fase na política mundial, mas seria um erro pensar que o futuro
pertence à mão pesada do russo Vladimir Putin e aos seus colegas
déspotas.
Estou pessoalmente interessado em discernir o formato
do novo momento internacional, porque em 1989 escrevi um
ensaio intitulado O Fim da História? Nele, eu argumentava que
as idéias liberais haviam triunfado de maneira conclusiva com o
fim da Guerra Fria. Mas, hoje, o predomínio dos Estados Unidos
da América sobre o sistema mundial está fraquejando; Rússia
e China se oferecem como modelos, exibindo uma combinação
de autoritarismo e modernização que claramente desafia a
democracia liberal. Eles parecem ter grande número de
imitadores.
Francis Fukuyama. Democracia resiste a novo autoritarismo.
In: O Estado de S.Paulo, 31/8/2008, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
aspectos marcantes da realidade mundial contemporânea, julgue
os itens que se seguem.
tentador pensar assim depois de ver a recente surra dada pela
Rússia na Geórgia. Essa invasão marca com clareza uma nova
fase na política mundial, mas seria um erro pensar que o futuro
pertence à mão pesada do russo Vladimir Putin e aos seus colegas
déspotas.
Estou pessoalmente interessado em discernir o formato
do novo momento internacional, porque em 1989 escrevi um
ensaio intitulado O Fim da História? Nele, eu argumentava que
as idéias liberais haviam triunfado de maneira conclusiva com o
fim da Guerra Fria. Mas, hoje, o predomínio dos Estados Unidos
da América sobre o sistema mundial está fraquejando; Rússia
e China se oferecem como modelos, exibindo uma combinação
de autoritarismo e modernização que claramente desafia a
democracia liberal. Eles parecem ter grande número de
imitadores.
Francis Fukuyama. Democracia resiste a novo autoritarismo.
In: O Estado de S.Paulo, 31/8/2008, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
aspectos marcantes da realidade mundial contemporânea, julgue
os itens que se seguem.
tentador pensar assim depois de ver a recente surra dada pela
Rússia na Geórgia. Essa invasão marca com clareza uma nova
fase na política mundial, mas seria um erro pensar que o futuro
pertence à mão pesada do russo Vladimir Putin e aos seus colegas
déspotas.
Estou pessoalmente interessado em discernir o formato
do novo momento internacional, porque em 1989 escrevi um
ensaio intitulado O Fim da História? Nele, eu argumentava que
as idéias liberais haviam triunfado de maneira conclusiva com o
fim da Guerra Fria. Mas, hoje, o predomínio dos Estados Unidos
da América sobre o sistema mundial está fraquejando; Rússia
e China se oferecem como modelos, exibindo uma combinação
de autoritarismo e modernização que claramente desafia a
democracia liberal. Eles parecem ter grande número de
imitadores.
Francis Fukuyama. Democracia resiste a novo autoritarismo.
In: O Estado de S.Paulo, 31/8/2008, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
aspectos marcantes da realidade mundial contemporânea, julgue
os itens que se seguem.
tentador pensar assim depois de ver a recente surra dada pela
Rússia na Geórgia. Essa invasão marca com clareza uma nova
fase na política mundial, mas seria um erro pensar que o futuro
pertence à mão pesada do russo Vladimir Putin e aos seus colegas
déspotas.
Estou pessoalmente interessado em discernir o formato
do novo momento internacional, porque em 1989 escrevi um
ensaio intitulado O Fim da História? Nele, eu argumentava que
as idéias liberais haviam triunfado de maneira conclusiva com o
fim da Guerra Fria. Mas, hoje, o predomínio dos Estados Unidos
da América sobre o sistema mundial está fraquejando; Rússia
e China se oferecem como modelos, exibindo uma combinação
de autoritarismo e modernização que claramente desafia a
democracia liberal. Eles parecem ter grande número de
imitadores.
Francis Fukuyama. Democracia resiste a novo autoritarismo.
In: O Estado de S.Paulo, 31/8/2008, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando
aspectos marcantes da realidade mundial contemporânea, julgue
os itens que se seguem.