Questões de Concurso
Comentadas sobre economia internacional na atualidade em atualidades
Foram encontradas 974 questões
O Globo, 7/3/2008, capa (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema por ele focalizado, julgue os itens subseqüentes.
que se seguem.
(SADER, Emir. Em entrevista concedida à revista Sociologia, nº 15, em 2009, p.7)
O texto acima se refere à colocação do cientista social Emir Sader sobre a crise econômica vivida pelo mundo em 2008. Uma das principais medidas adotas pelas principais economias mundiais para minimizar os efeitos da crise, foi:


Em ambos os textos, podemos perceber dois momentos pontuais da crisemundial que se estabeleceu a partir de 2007. Baseando-se neles e nos seus conhecimentos sobre o assunto,marque a opção correta.
(Revista A Semana, edição 74, 12/02/2009, p.10)
Tomando como base o fato veiculado no texto e percebendo o contexto atual em nossa sociedade, indique a afirmativa correta.

Analise as afirmativas:
I. Dos dez monarcas, apenas dois representam a tradicional nobreza europeia.
II. O mais rico se encontra numa das maiores nações produtoras de petróleo do planeta.
III. Três monarcas presentes na lista são xeiques árabes.
IV. Mohammed IV e Haji Hassanal Bolkiah são os únicos africanos presentes na lista.
Estão corretas apenas as afirmativas:
implicações históricas, julgue os itens que se seguem.
região, a União Europeia (UE) aprovou pacote de socorro no valor de
US$ 650 bilhões a países da zona do euro em dificuldades financeiras.
Além disso, o Fundo Monetário Internacional fará uma extensão de
crédito a países europeus. As notícias sobre o acordo levaram otimismo
a investidores, após uma semana de forte turbulência. O pacote grego
vem gerando pesados protestos no país e levando insegurança ao dia
a dia da população.
O Globo, 10/5/2010, capa (com adaptações).
região, a União Europeia (UE) aprovou pacote de socorro no valor de
US$ 650 bilhões a países da zona do euro em dificuldades financeiras.
Além disso, o Fundo Monetário Internacional fará uma extensão de
crédito a países europeus. As notícias sobre o acordo levaram otimismo
a investidores, após uma semana de forte turbulência. O pacote grego
vem gerando pesados protestos no país e levando insegurança ao dia
a dia da população.
O Globo, 10/5/2010, capa (com adaptações).
( ) Criado nos primeiros anos da Organização das Nações Unidas, ou seja, na década de 1950, é uma das instituições vinculadas a esta entidade com sede em Nova York, como a Unesco.
( ) Tem entre suas funções administrar e aplicar os acordos comerciais multilaterais e plurilaterais, que de um modo geral, configuram às normas e procedimentos que regulam as soluções de controvérsias.
( ) Entre seus objetivos estão a elevação dos níveis de vida, a expansão da produção e do comércio de bens e serviços, além do pleno emprego.
A sequência está correta em:
internacional.
O número de indigentes em proporção da
população no Brasil de hoje já não é o que foi há 50 anos.
Pequeno consolo. O desconsolo aumenta quando
observamos que mesmo esse número poderia ser
muitíssimo menor se, durante os últimos 33 anos,
tivéssemos crescido como os tigres asiáticos. Há 40 anos, os
organismos internacionais acreditavam que a Coréia do
Sul estava condenada à pobreza. Erraram no julgamento.
O país tornou-se um fenômeno de crescimento sustentado e
redução da pobreza, como outros países asiáticos.
A pergunta agora é se a África poderia se tornar
palco de um novo milagre se tivesse ajuda externa e
políticas econômicas adequadas. Suas deficiências
estruturais são notórias: baixa produtividade agrícola, altos
custos de transportes, doenças tropicais, AIDS e baixa
difusão de tecnologia. Mais grave ainda é que, durante os
últimos anos, a África tem enfrentado mais guerras internas
que outras regiões. Os genocídios — Ruanda em 1994 e
Darfur em 2004 — são apenas as histórias mais trágicas de
conflitos perenes. Para escapar desse círculo vicioso de
guerra e pobreza, a região precisa de assistência. Cálculos
estratégicos guiam o interesse crescente dos EUA e da
Europa na África. Nesses cálculos, entram a abundância
de recursos naturais (inclusive urânio) em um Congo
conturbado, a combinação petróleo-islamismo na África
Ocidental, a proliferação de armas no continente e a
migração descontrolada e incontrolável.
Eliana Cardoso. Áfricas. In: Valor Econômico, 20/1/2005, p. A2 (com adaptações).