Questões de Concurso
Comentadas sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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Ao considerar as relações internacionais como tópico relevante e atual, suas inter-relações e suas vinculações históricas, é correto afirmar que
“O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), a entidade financeira multinacional criada pelos cinco países do Brics, começou a operar em Xangai. O banco pretende financiar uma maior cooperação entre os cinco países, que somam 41,4% da população mundial e mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta.”
http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/07... - adaptado.
Além do Brasil, da Rússia e da Índia, fazem parte também do Brics:
Com base nas afirmativas apresentadas pela diretora‐gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) e seus conhecimentos político‐geográficos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Angola e Moçambique são as nações da África Subsaariana com forte crescimento.
( ) As nações do continente americano e europeu encontram‐se em idêntica situação econômica.
( ) As duas nações mais populosas do Planeta continuam em processo de crescimento econômico.
A sequência está correta em
Sinais de desaceleração da economia chinesa intensificaram o clima entre os investidores nesta segunda-feira (27.07), derrubando as Bolsas globais e pressionando a cotação do dólar para cima. É a maior cotação nominal desde março de 2003.
(Folha de S.Paulo, disponível em: http://goo.gl/VpcA8R, 28.07.2015. Adaptado)
Além dos problemas mundiais que afetam o Brasil, essa desvalorização do real em relação ao dólar esteve ligada, internamente
Depois de cinco meses de negociações, Atenas e seus credores europeus alcançaram, em 13 de julho, um acordo que prevê um novo plano de resgate para o país, mas em troca de duras reformas. O Parlamento grego adotou um segundo pacote de reformas reclamadas pelos credores da Grécia como passo prévio ao terceiro resgate.
(Exame, disponível em: http://goo.gl/931rjs, 23.07.2015. Adaptado)
Entre as “duras reformas” a realizar, é correto citar
(Veja. http://veja.abril.com.br/noticia/economia/acordo-transpacifico- -marginaliza-o-brasil-no-comercio-internacional/. Publicado em 05.10.15. Adaptado)
Os dois países líderes que assinaram o Tratado são:
(G1, 27 jul. 15. Disponível em: http://goo.gl/ArJcrV. Adaptado)
É correto identificar como uma das causas da queda abrupta da Bolsa de Xangai
Em 09 de julho, o FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgou novas projeções econômicas para vários países do mundo. Para o Brasil, as previsões do FMI são semelhantes às estimativas dos analistas ouvidos semanalmente pelo Banco Central (BC).
(Disponível em http://www.valor.com.br. Adaptado)
O ponto central das previsões econômicas para o Brasil é
I. A Grécia enfrenta uma forte crise econômica por ter gasto mais do que podia.
II. Se a Grécia não pagar o FMI, originar-se-á uma situação que poderá resultar na saída do país da Zona do Euro.
III. Assustados com a crise, os gregos iniciaram uma corrida aos bancos para retirar seu dinheiro das instituições. Com a onda de retiradas, o governo anunciou “feriado bancário
O dólar teve o maior fortalecimento em 12 anos. Desde junho de 2014, a moeda norte-americana valorizou 24% ao redor do mundo.
(Opera Mundi, 13 mar.15. Disponível em: <http://goo.gl/74ptnw> Adaptado)
Entre os principais fatores relacionados à alta recente do dólar, está
O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte acerca do cenário econômico mundial contemporâneo.
É possível inferir que a criação da TPP obedece a uma lógica essencialmente mercantil, o que afasta qualquer pretensão de hegemonia política e de hegemonia estratégica por parte dos EUA.
À exceção da Alemanha, que enfrenta significativa crise econômica, os demais países integrantes da União Europeia foram ágeis na recepção dos atuais imigrantes refugiados, e lhes ofereceram abrigos provisórios, alimentação e documentação regularizada.
A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais
O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações)
O Brasil, nação simpatizante à ALCA e com objetivo de aderir ao TPP, suscitou desentendimentos entre seus parceiros de MERCOSUL, sobretudo com a Argentina, ao unir-se com o Chile e com o Peru.
A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais
O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações)
A crescente importância econômica de países como China e Índia, somada ao protagonismo do Japão na economia mundial após a Segunda Grande Guerra, cria a perspectiva de que a Ásia se torne cada vez mais influente no cenário econômico global.
A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais
O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações)
De acordo com o ponto de vista norte-americano, a TPP garante continuidade aos passos estratégicos realizados anteriormente pelo país com a criação do NAFTA — que integrou as economias dos EUA, do México e do Canadá — e da ALCA, voltada para o conjunto das Américas, ambos de inegável êxito político e econômico.
A parceria transpacífica (TPP) — peça central da estratégia dos Estados Unidos da América (EUA) de fortalecer sua influência na Ásia — vai muito além da abertura comercial, visto que ela avalia a liderança de Washington na definição de regras que poderão ditar um novo capítulo da integração econômica mundial, com a regulação dos investimentos, o funcionamento da Internet e a atuação de empresas estatais
O Estado de S.Paulo, 11/10/2015, p. B8 (com adaptações)
A TPP insere-se no amplo contexto de uma economia crescentemente globalizada, realidade que, alimentada pela contínua ampliação da capacidade produtiva e alicerçada nas inovações tecnológicas que o desenvolvimento científico tem propiciado constantemente, é assinalada, entre outros elementos, pela extraordinária expansão do comércio e pelo elevado grau de competitividade.