Questões de Concurso
Sobre geologia estrutural em geologia
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Em dobras sinclinais, as camadas estratigráficas mais recentes localizam-se na parte exterior da dobra.
A seção sísmica interpretada abaixo, migrada em tempo, exemplifica o arcabouço estratigráfico da porção norte da Bacia de Santos. Os horizontes H0 a H9 representam limites de sequências.

Chang, H.K.; at al. Sistemas petrolíferos e modelos de acumulação de hidrocarbonetos na Bacia de Santos. Revista Brasileira de Geociências, v. 38 (2 – suplemento), 2008. p. 34. Adaptado.
Com base nessa seção, verifica-se que
A imagem abaixo foi obtida através de um microscópio eletrônico de varredura e mostra a presença de Opala-CT preenchendo espaços porosos em sedimentos do Eoceno, aflorantes nas porções distais da Bacia do Espírito Santo, elevados ao fundo do mar devido à tectônica salífera.

FREIRE, A.F.M.; et al. A Giant oil seep at a salt-induced escarpment of the São Paulo Plateau, Espírito Santo Basin, off Brazil: Host rock characteristics and geochemistry. Deep-Sea Research II, v.146, 2017. p. 51.
A presença desses cristais de Opala-CT no espaço poroso sugere que houve
A sequência deposicional mais nova da Bacia da Foz do Amazonas está relacionada com a Orogenia Andina, sendo caracterizada por um enorme cone submarino, denominado Cone do Amazonas. A seção sísmica interpretada abaixo mostra seis sequências sismoestratigráficas, sendo as sequências Sin-Cone I e II representativas do Cone do Amazonas.

CARVALHO, G.C.R.; at al. O Cone do Amazonas, Bacia da Foz do Amazonas - uma nova discussão. Revista da Escola de Minas, Ouro Preto, v. 64(4), 2011. p. 430. Adaptado.
Nessas duas sequências, é possível observar a presença de um domínio distensional (1), um transicional (2), e um domínio compressional nas porções mais distais (3).
Essa configuração tectono-deposicional está relacionada
aos seguintes eventos:
A Figura da seção geológica esquemática abaixo ilustra os elementos essenciais de um sistema petrolífero.

Com base na Figura, os elementos de um sistema petrolífero correspondem, respectivamente, a
A Figura da seção geológica abaixo ilustra uma série de armadilhas (trapas) relacionadas à tectônica salífera.

SELLEY, R.C. Elements of Petroleum Geology. Academic Press, 2nd ed, 1998. p. 330. Adaptado.
Com base na Figura, as armadilhas destacadas correspondem, respectivamente, a:
O termo Lamito Oleífero pode ser utilizado como sinônimo de Oil Shale e descreve uma rocha sedimentar que contém uma mistura de partículas de tamanho argila, composta, principalmente, por argilo-minerais, além de partículas de tamanho silte a areia fina, em sua maioria formadas por grãos de quartzo, feldspato e calcita.
São propriedades químicas e físicas que influenciam diretamente no aproveitamento comercial desse tipo de reservatório:

ALLEN, P.A. & ALLEN, J.R. Basin Analysis: Principles and Applications to Petroleum Play Assessment (third edition). Wiley-Blackwell, Oxford, 2013. p.84. Adaptado.
Considerando-se as Figuras acima, verifica-se que estão representadas em I e II, respectivamente, bacias

DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J & KLUTH, C.F. Structural Geology of Rocks and Regions (third edition). John Wiley & Sons, 2012. p.324.
Com base no modelo físico acima, onde camadas de argila claras e escuras são afetadas por um conjunto de falhas,
verifica-se que se trata de falhas

ALLEN, P.A. & ALLEN, J.R. Basin Analysis: Principles and Applications to Petroleum Play Assessment (third edition). Wiley-Blackwell, Oxford, 2013. p.119. Adaptado.
Nas bacias de margem convergente, a natureza da litosfera na região de retro-arco tem um papel importante no campo de tensões que será gerado e, consequentemente, na natureza da deformação presente. No caso de uma litosfera continental, tem-se, tipicamente, a geração de uma bacia de antepaís, por flexuramento, e um campo de tensões compressivo. Nos casos em que a litosfera tem natureza oceânica, tem-se a geração de um campo distensivo, que se constitui em áreas com rápida distensão.
Com base nas Figuras acima, que representam regiões de retroarco, infere-se que a litosfera é de natureza

DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J. Structural Geology of Rocks and Regions (second edition). New Jersey: John Wiley & Sons, Inc, 1996. p.316.
No mapa estrutural acima, onde estão representadas falhas normais (eventualmente com seus ângulos de mergulho indicados),
identifica(m)-se

DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J & KLUTH, C.F. Structural Geology of Rocks and Regions (third edition). John Wiley & Sons, 2012. p.325.
Com base na Figura acima, que mostra um modelo físico para o desenvolvimento de uma falha normal lístrica, afetando um
conjunto inferior de camadas claras e escuras alternadas e um conjunto superior de camadas claras, verifica-se que o(s)

DAVIS, G.H.; REYNOLDS, S.J. Structural Geology of Rocks and Regions (second edition). New Jersey: John Wiley & Sons, Inc, 1996. p.343.
No perfil geológico acima, onde ocorrem depósitos vulcano-sedimentares, dentre as camadas numeradas de 1 a 5, os
depósitos sintectônicos correspondem à(s) camada(s)

FOSSEM, H. Geologia Estrutural. Oficina de Textos, 2017. 2ª Ed, p. 489.
Com base na Figura acima, que mostra uma zona transtensiva de superposição de falhas direcionais dextrais, considerando-se
a porção onde o Gráben do Vale da Morte é bem definido e deixando-se de fora a Zona de Falha do Sul do Vale
da Morte, verifica-se que, com base nas estruturas do Modelo de Riedel, o Gráben do Vale da Morte se orienta na direção
de uma estrutura

FOSSEM, H. Geologia Estrutural. Oficina de Textos, 2017. 2ª Ed, p. 456.
O domínio marcado pela seta no perfil geológico acima, constitui

FOSSEM, H. Geologia Estrutural. Oficina de Textos, 2017. 2ª Ed, p. 30.
As bacias sedimentares presentes na Figura acima são bacias
Sobre a classificação e os elementos das falhas, leia as afirmativas a seguir e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) Independentemente do seu tamanho, as falhas podem ser classificadas pela direção de movimento relativo ou deslizamento ao longo da fratura.
( ) Na maioria das vezes, as superfícies, ao longo das quais as rochas fraturam-se e deslizam, são consideradas como os planos de falhas.
( ) O mergulho e a direção descrevem a orientação de um plano de falha.
( ) Na falha inversa, resultante de movimento de compressão, as rochas sobrepostas ao plano de falha movem-se para cima em relação às rochas sotopostas, causando um encurtamento da seção.
Marque a alternativa que indica a sequência CORRETA.