Questões de Concurso
Comentadas sobre urbanização em países subdesenvolvidos em geografia
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ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).
Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
JESUS, C. M. de. Quarto de Despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014. p. 39. Disponível em: https://dpid.cidadaopg.sp.gov.br. Acesso em: 14 jun. 2024.
Um professor de Geografia ao ministrar uma aula para o 7º ano do Ensino Fundamental sobre a formação territorial brasileira, no intuito de construir uma aula dialógica que estimule o pensar a partir da escala de vivência dos seus estudantes, leu o fragmento apresentado do livro Quarto de Despejo: diários de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus. Em seguida, contextualizou as históricas desigualdades socioespaciais que ainda imperam na produção do espaço urbano contemporâneo das cidades brasileiras.
Com base nos textos apresentados e na contextualização trazida pela docente, é correto afirmar que as favelas no Brasil, compreendidas como áreas urbanas caracterizadas por moradias precárias e condições socioeconômicas vulneráveis,
No estado de Sergipe, segundo dados do Ministério das Cidades e da Gerência Executiva de Habitação de Aracaju da Caixa Econômica Federal em Sergipe (CEF, 2018) indicam que foram construídos 138 empreendimentos imobiliários do PMCMV no período de 2009 a 2017. Entre estes, 110 empreendimentos foram distribuídos em 13 bairros da capital. Sendo que apenas nove (09) empreendimentos correspondem à faixa de rendimento familiar de até três salários-mínimos.
CAMPOS, Antônio Carlos. SANTOS, Flávio Henrique Matos. Estado e reestruturação urbana em Sergipe (2000 - 2018): uma análise sobre os principais programas de habitação de interesse social. 2019. Disponível em: https://journals.openedition.org/confins/21285. Acesso em: 18 jun. 2024.
Os autores denunciam que os investimentos públicos foram aplicados de forma desigual sobre o espaço e direcionados a uma determinada camada da sociedade. Quais problemas urbanos essa situação intensificou?
O trecho acima apresenta um relato da vida em um dos vários cortiços que existiam no Rio de Janeiro até o início do século XX. A destruição destes fez parte de um projeto de remodelação da cidade no intuito de modernizá-la; com o fim dos cortiços, a população mais carente acabou migrando para os morros, como o da Providência, que na época já era chamado de “Morro da Favela”. O processo de transformação e supervalorização de determinadas áreas de uma cidade, promovendo um aumento no custo de vida, levando as populações mais pobres a migrarem para regiões mais afastadas, é conhecido como:
[…]
A vontade do rio de voltar Às vezes sacode de algum lugar Ele dorme até a chuva chegar Mas a tempestade vem anunciar E uma enchente lembra a população Que o que é rua antes era vazão E uma enchente lembra a população Que o que é rua antes era vazão Alô, Tietê, Água Preta, Iquiririm Minhas Iarinhas andam cantando Suas ladainhas para mim “Iarinhas”, de Luiza Lian.
Disponível em: https://www. letras.mus.br. Acesso em: 16 maio 2021.
A canção expõe a denúncia de um problema social urbano que é potencializado pela
Internet: <lume.ufrgs.org> (com adaptações).
Assinale a opção em que é apresentado o conceito em que se embasa o encontro mencionado no fragmento de texto precedente.
As atividades implementadas nos países em desenvolvimento que buscam a redução das emissões de gases de efeito estufa e/ou remoção, bem como colaboram para o seu desenvolvimento sustentável mediante investimentos em tecnologias mais eficientes, substituição de fontes de energia fósseis por renováveis, racionalização do uso da energia, florestamento e reflorestamento são conhecidas como:
Julgue o item que se segue.
Práticas socioespaciais que ocorrem no espaço urbano
podem ser classificadas como seletividade espacial,
antecipação espacial, segregação socioespacial,
fragmentação espacial, marginalização espacial e
gentrificação. Essa última prática ocorre quando alguns
locais que perderam a importância podem ser
revalorizados, como é comum nos centros históricos.
Assim, a população mais pobre, que antes morava ali, vai
gradativamente sendo removida, já que o preço da terra e
o custo de vida ficam mais altos.