Questões de Concurso Sobre urbanização brasileira em geografia

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Q2465433 Geografia
O primeiro Plano Diretor Urbano (PDU) de Vitória foi instituído em 1984. Periodicamente ele é atualizado. Em 2001, a aprovação do Estatuto da Cidade (Lei Federal no 10.257, de 2001) estabeleceu novos instrumentos de planejamento e controle do crescimento das cidades, que foram incluídos no atual PDU. Disp. https://www.vitoria.es.gov.br/prefeitura/plano-diretor-urbano
Avalie se as seguintes diretrizes são relativas ao instrumento básico da administração municipal apresentado no texto. I. É obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes, integrantes de regiões metropolitanas e aglomerações urbanas. II. Define como deve ser o crescimento e o funcionamento da cidade, buscando garantir a qualidade de vida de seus moradores. III. Estabelece áreas de proteção ambiental, áreas que podem ser ocupadas por novas construções e os critérios para a instalação de atividades econômicas.
Está correto o que se afirma em
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Q2456215 Geografia
A organização atual da população no território brasileiro mostra um reiterado padrão de aglomeração em diferentes escalas. Noventa por cento dessa população habita em meios citadinos, e mais da metade da população urbana vive em áreas metropolitanas. A urbanização no Brasil foi vertiginosa ao longo do século XX, construindo uma densa rede de cidades em cujo ápice estão localizadas as 26 regiões metropolitanas no país, encimadas pela macrometrópole, ou a city region, de São Paulo.

MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia histórica do Brasil: cinco ensaios, uma proposta e uma crítica. São Paulo: Annablume, 2009. (adaptado)



[Questão Inédita] Historicamente, as regiões mencionadas se tornaram polo de concentração populacional devido à
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Q2456201 Geografia
[Questão Inédita] Essa rua tem o nome de um rio que a cidade sufocou
[…]
A vontade do rio de voltar Às vezes sacode de algum lugar Ele dorme até a chuva chegar Mas a tempestade vem anunciar E uma enchente lembra a população Que o que é rua antes era vazão E uma enchente lembra a população Que o que é rua antes era vazão Alô, Tietê, Água Preta, Iquiririm Minhas Iarinhas andam cantando Suas ladainhas para mim “Iarinhas”, de Luiza Lian.
Disponível em: https://www. letras.mus.br. Acesso em: 16 maio 2021.


A canção expõe a denúncia de um problema social urbano que é potencializado pela
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Q2453705 Geografia
Analise as afirmativas abaixo sobre a formação político territorial do Brasil

1. Portugal e Espanha assinaram, em 1494, o Tratado de Tordesilhas, determinando que as terras localizadas 370 léguas a Leste de Cabo Verde pertenceriam à Espanha e ao Oeste, a Portugal.
2. Em 1500 os portugueses chegaram ao Brasil e até 1530, aproximadamente, as novas terras ficaram praticamente abandonadas.
3. A colonização do Brasil implicava altos gastos e o rei decidiu recorrer ao capital privado e em 1534, foi criado o sistema de capitanias hereditárias.
4. As capitanias hereditárias representaram a primeira divisão político-administrativa do território colonial.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q2432303 Geografia

Em 2020, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística - IBGE publicou a edição 2018 do estudo “Regiões de Influência das Cidades - REGIC”, documento fundamental para se compreender a complexa organização da rede urbana brasileira. O mapa a seguir mostra a dinâmica da rede urbana mato-grossense polarizada por Cuiabá.


Mapa 27 - Arranjo Populacional de Cuiabá/MT - Capital Regional A (2A)


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/redes-e-fluxos-geograficos/15798-regioes-de-influencia-das-cidades.html?=&t=acesso-ao-produto


Tendo como critérios de classificação das cidades a concentração e o acesso da população a bens e serviços públicos e privados, pode-se afirmar que em Mato Grosso, além de Cuiabá, que é classificada como capital regional A, quais municípios são classificados como capitais regionais C?

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Q2403107 Geografia

Imagem associada para resolução da questão



A ironia da charge do Texto IX se dá a partir da exposição 

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Q2384674 Geografia
Considere o texto sobre a realidade urbana brasileira.

Durante os anos 1990, a realidade urbana brasileira apresentava uma nova divisão territorial do trabalho. Evidências empíricas permitiram identificar um processo socioespacial devido, em grande medida, à capacidade de atração dos pobres pela metrópole, onde vem engrossar uma demanda de empregos formais e de serviços urbanos que a cidade do capital monopolista não atende. Nesse contexto, identifica-se uma situação constatada por três indicadores: i) o PIB cresce menos nas metrópoles que no país como um todo e em certas áreas de sua região de influência; ii) nas áreas onde o capitalismo amadurece, há tendências à reversão do leque salarial, com certas ocupações menos bem remuneradas envolvendo um maior percentual de trabalhadores na metrópole que no campo; e iii) certos índices de qualidade de vida tendem a ser melhores no interior do que nas regiões  metropolitanas. A metrópole não para de crescer. Mas outras regiões crescem mais depressa.
SANTOS, M. Por uma Economia Política da Cidade. São Paulo: Hucitec, 1994. p. 75. Adaptado.

No período referido, por meio dos indicadores mencionados, constata-se o seguinte processo socioespacial:
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Q2382973 Geografia
Considere o texto sobre a urbanização brasileira.

O atual estágio da urbanização brasileira, processo horizontal e inacabado, caracteriza-se por transformações expressivas na configuração espacial e na natureza das cidades. Nesse estágio, a metropolização é um processo que apreende na sua essência as dinâmicas de concentração e expansão urbana e seus resultados espaciais mais expressivos. Corresponde a uma etapa avançada da urbanização no atual modelo de acumulação e divisão internacional do trabalho, expresso na forma espacial do crescimento urbano, devido ao rápido e concentrado crescimento econômico, à elevada imigração sobre centros urbanos constituídos, à existência de meios de mobilidade e ao papel do país na economia mundial. Na metropolização contemporânea, todos os artefatos e os sistemas de objetos da globalização provocam a expansão física e a fragmentação do espaço urbanizado para áreas cada vez mais distantes dos antigos limites urbanos, avançando em todo o território nacional.
MOURA, R. et al. Rede urbana brasileira como agenda de pesquisa no Ipea: retrospecto e perspectivas. Relatório de pesquisa. Brasília, DF: Ipea, 2016, p. 9. Adaptado.

O estágio contemporâneo do processo de metropolização brasileiro apresenta a seguinte característica:
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Q2380326 Geografia
O texto a seguir trata da urbanização brasileira.

No Brasil, verificam-se recentes transformações ocorridas nas relações entre os territórios urbanos, bem como no perfil demográfico, produtivo e funcional dos municípios. Além das áreas de concentração de população, o IBGE também identifica os chamados arranjos populacionais, agrupamentos de dois ou mais municípios com forte integração populacional, assim como municípios isolados, com população superior a 100 mil habitantes, que, juntos, conformam concentrações urbanas. O Ipea define aglomerações urbanas como aquelas “formadas por áreas urbanizadas integradas – logo funcionalmente complementares” e que podem ser constituídas por espaços urbanizados contínuos e descontínuos. Constatam-se mudanças na morfologia urbana, apoiadas no predomínio do automóvel, nas tecnologias de informação e na localização de empresas e moradias em locais mais distantes, que vêm provocando uma “metropolização expandida”, ou seja, uma expansão territorial metropolitana que resulta em mudança completa na estrutura, forma e função das metrópoles.

MOURA, R.; PÊGO, B. Aglomerações urbanas no Brasil e na América do Sul: trajetórias e novas configurações. Rio de Janeiro: Ipea, 2016. p. 8. (Texto para Discussão n. 2.203). Adaptado.

Essa metropolização expandida é comprovada pela configuração de:
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Q2380323 Geografia
O texto abaixo discute a questão das cidades e da estrutura produtiva.

As cidades integrantes de uma rede urbana se diferenciam pelos seus tamanhos populacionais, mas também, e sobretudo, em razão da oferta e da qualidade dos serviços que oferecem, como escolas, hospitais, bancos, comércio e universidades. O avanço da transição urbana a partir dos anos 1980, juntamente com a progressão da transição demográfica, diminuiu as taxas de crescimento da população. Muitas regiões e cidades, porém, aumentaram seu peso demográfico por causa dos fluxos migratórios. O contexto da crise econômica abriu então alternativas para cidades de menor porte, especialmente em razão da periferização dos centros urbanos.

CARMO, R.; CAMARGO, K. Dinâmica demográfica brasileira recente: padrões regionais de diferenciação. Rio de Janeiro: Ipea, 2018. p. 51. (Texto para Discussão n. 2.415). Adaptado.

Nesse contexto de transição, a partir da década de 1990, identifica-se o seguinte processo socioespacial específico: 
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Q2373009 Geografia
No Nordeste, a contribuição da industrialização para o fenômeno da urbanização não teve o mesmo peso constatado em outras regiões do Brasil, principalmente nas cidades do interior sertanejo. No caso das cidades do Seridó Potiguar, a atividade industrial era de pouca expressividade, salvaguardando as usinas de beneficiamento do algodão e fabricação de óleo, que passaram a ser instaladas nessas localidades a partir da década de 1940. Sobre o processo de urbanização do Seridó Potiguar, é correto afirmar: 
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Q2372821 Geografia
Leia o fragmento a seguir.
“Morar não é fracionável. Não se pode morar um dia e no outro, não morar. Morar uma semana e na outra, não morar”, assim se referiu Arlete Moysés Rodrigues à questão da moradia nas cidades brasileiras. 
(RODRIGUES, Arlete Moyses. Moradia nas cidades brasileiras – habitação, especulação e o direito de morar. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 1990.)

Uma das problemáticas relacionadas à questão da moradia nas cidades brasileiras diz respeito à especulação imobiliária, que utiliza como procedimentos no processo de ocupação nas cidades: 

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Q2365160 Geografia
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    No início de 2004, o fotógrafo Tuca Vieira, que trabalhava no jornal Folha de São Paulo, recebeu a tarefa de fotografar alguns pontos da capital paulista para um caderno especial sobre o aniversário de 450 anos da cidade, comemorado em 25 de janeiro. Um dos locais escolhidos foi o encontro entre Paraisópolis, segunda maior favela do município, e o rico bairro do Morumbi. A fotografia rodou o mundo e foi exposta no tradicional museu Tate Modern, em Londres. Até hoje, ela é utilizada para ilustrar textos e reportagens.

Internet: <noticias.uol.com.br>  (com adaptações). 

Com base na imagem apresentada e nas informações do texto precedente, assinale a opção em que é apresentado o conceito, bastante difundido nas aulas de geografia urbana, evidenciado na fotografia de Tuca Vieira.

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Q2365156 Geografia
Imagem associada para resolução da questão


    Na evolução da mancha urbana de Belo Horizonte no período de 1918 a 1985, no qual o adensamento urbano ainda era permitido, estão regiões com condições de ventilação já prejudicadas em função de barreiras altimétricas do relevo.

Internet: <researchgate.net>  (com adaptações).  

O processo de evolução da mancha urbana representado na figura anterior ao texto precedente remete ao conceito de

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Q2365154 Geografia
    A alternativa da autoconstrução é considerada viável pelos poderes públicos porque é mais barata, já que não se “contam” os custos de mão de obra, assumidos, no caso, pelo trabalhador; além disso, essa alternativa é colocada, ideologicamente, como valorização do saber popular. Dá-se ênfase à “cultura popular” num discurso demagógico: “o povo sabe construir sua casa”. Se os trabalhadores têm resolvido seu problema de moradia pela autoconstrução, por que não financiar material e dar assistência técnica para que as casas fiquem com melhor aparência, o que favoreceria, também, a contratação de um grande número de técnicos para acompanhar o programa?

Arlete Moysés Rodrigues. Moradias nas cidades brasileiras. São Paulo: Contexto, 2003, p. 33.

O texto anterior refere-se à territorialidade do espaço urbano  
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Q2364752 Geografia
      No interior da cidade, ela não está necessariamente no meio de uma determinada área geográfica e nem sempre ocupa o sítio histórico onde esta cidade se originou; ela é antes de tudo ponto de convergência, é o nó do sistema de circulação, é o lugar para onde todos se dirigem para algumas atividades, e em contrapartida é o ponto de onde todos se deslocam, para a interação das atividades aí localizadas com as outras que se realizam no interior da cidade ou fora dela. Assim, ela pode ser qualificada como integradora e dispersora ao mesmo tempo.

M. E. B. Sposito. Estruturação urbana e centralidade. In: Anais do III Encontro de geógrafos da América Latina, 1991. Internet: <observatoriogeograficoamericalatina.org>. (Com adaptações).

Na cidade, o "ponto de convergência" a que se refere o texto acima corresponde à área 
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Q2357754 Geografia
É uma sub-região com alta densidade populacional e com um dinâmico desenvolvimento econômico. Local onde se situam a maior parte das regiões metropolitanas do Nordeste. O texto se refere:
Alternativas
Q2357743 Geografia
É uma das regiões mais ricas de Minas Gerais, apresentando indústrias de processamento de alimentos, madeira, açúcar, álcool e fertilizantes. Nos últimos anos é a região que mais gerou empregos e investimentos. O texto se refere a região mineira do:
Alternativas
Q4107235 Geografia
Mobilidade urbana é a forma e os meios utilizados pela população para se deslocar dentro de um espaço urbano. Considerando a opção pelo transporte motorizado individual no nosso país, os principais problemas de mobilidade urbana encontrados são:

I. Sobrecarga do espaço e limitação do fluxo.
II. Aumento do índice de acidentes, tendo como consequência mutilações graves ou mortes.
III. Poluição ambiental.
IV. Pequena oferta de alternativa de mobilidade para atender o excesso de passageiros que dependem de transportes públicos.

Quais estão corretos?
Alternativas
Q4106835 Geografia
Mobilidade urbana é a forma e os meios utilizados pela população para se deslocar dentro de um espaço urbano. Considerando a opção pelo transporte motorizado individual no nosso país, os principais problemas de mobilidade urbana encontrados são:

I. Sobrecarga do espaço e limitação do fluxo.
II. Aumento do índice de acidentes, tendo como consequência mutilações graves ou mortes.
III. Poluição ambiental.
IV. Pequena oferta de alternativa de mobilidade para atender o excesso de passageiros que dependem de transportes públicos.

Quais estão corretos? 
Alternativas
Respostas
141: E
142: E
143: B
144: D
145: C
146: A
147: D
148: C
149: B
150: D
151: D
152: C
153: E
154: C
155: E
156: C
157: C
158: E
159: E
160: E