Questões de Concurso Sobre geografia
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O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
Poucos sabem que o aquecimento global também tem conseqüências positivas. Uma delas é permitir a agricultura em altas latitudes. Diante do impacto distinto em diferentes áreas do planeta, os cientistas, entre outros, apontam os perigos regionais como importantes. Em certas áreas, como o semi-árido, pode surgir o deserto, em outras, podem desaparecer ecossistemas inteiros.
Aqui no Brasil, determinamos que apenas 20% das propriedades na Amazônia podem ser exploradas. No cerrado, essa cota é de 35%. A medida conseguiu deter um pouco o desmatamento. Mas é questionada, porque 80% é um número cabalístico diante de uma região diversa. Daí a proposta de fazer zoneamento ecológico e econômico para precisar muito claramente o que se pode ou não se pode fazer.
Todas essas observações nos levam a reforçar uma tendência que já existe no Brasil, inspirada pelo geógrafo Milton Santos, que é a de colocar o território no centro das políticas públicas. Mesmo as cidades terão de ser delimitadas, claramente, para que se possa orientar o seu desenvolvimento sustentável.
Fernando Gabeira. Política e território. In: Folha
de S.Paulo, 16/6/2007, p. A2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as múltiplas implicações do tema por ele abordado, julgue o item.
“A globalização é, portanto, um conjunto de mudanças que estão ocorrendo na esfera econômica, financeira, comercial, social e cultural, intensificando a relação entre os países, os povos e os sistemas produtivos. Implica a uniformização global de padrões econômicos e culturais”
(COELHO, M.A. e TERRA, L. Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Moderna, 2003).
O processo vigente de globalização é marcado por contradições. Uma dessas contradições, que se relaciona diretamente com a característica destacada no texto anterior, é percebida:
Esse tipo climático é controlado pela atuação da Massa Tropical Atlântica e sofre bastante influência da Massa Polar Atlântica no inverno. Apresenta chuvas bem distribuídas ao longo do ano e as estações do ano bem definidas, com verões quentes e invernos rigorosos. Há a tendência de formação de geadas e de precipitação de neve nas áreas serranas.
O texto refere-se ao tipo climático brasileiro:
O efeito estufa é um problema local de poluição que não está relacionado com a poluição hídrica.
Quartzo-clorita filitos com intercalações de metassiltitos podem constituir rochas metassedimentares na área considerada.
Entre os estados brasileiros mais populosos, incluem-se São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná.
Cada um dos cinco estados brasileiros mais densamente habitados possui território físico que não ultrapassa 600 mil km , em contraposição aos 1.558.987 km² do estado 2 do Amazonas.
Toda a faixa litorânea e a região Sudeste são as áreas mais densamente povoadas do Brasil. Em um primeiro momento, as riquezas naturais dessas áreas foram muito ameaçadas pela exploração comercial, mas, na atualidade, não estão mais sob essa ameaça por causa da consciência ambiental desenvolvida no meio industrial e comercial.