Questões de Concurso
Comentadas sobre meio ambiente na geografia em geografia
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Para tanto, os autores baseiam suas análises em estudos que definiram medidas de controle de enchentes em áreas urbanas, diferenciando-as entre estruturais e não estruturais. Dentre as opções abaixo, a única que pode ser considerada uma medida não estrutural está presente na alternativa:
Fonte: https://antigo.mma.gov.br/gestao-territorial/zoneamento-territorial/item/7529.html acesso em 10 de Jul. de 2023.
Com base na imagem, leia as seguintes afirmações:
I - A ZEE deve ser estabelecida levando-se em consideração diferentes olhares, compatibilizando o desenvolvimento socioeconômico com proteção ambiental.
II - A ZEE procura estabelecer uma política pública homogênea e única para os diferentes territórios brasileiros, garantindo, assim, efetividade na preservação ambiental.
III - A ZEE tem por objetivo dotar a gestão do território nacional com medidas inovadoras, capazes de gerar novas oportunidades de melhoria de vida com qualidade ambiental.
Assim, em relação aos itens acima, podemos afirmar:
A esse respeito NÃO se pode afirmar que
Assinale a opção que apresenta a resposta sobre: Segundo informações veiculadas, o respectivo relatório demonstrou que
Sobre o conceito de desenvolvimento sustentável, é correto afirmar:
Assinale a alternativa que indica corretamente gases que são considerados gases do efeito estufa.
A notícia acima, veiculada pelo portal G1, se refere a uma violação da Resolução CONAMA nº 369/2006. Com relação aos casos excepcionais em que o órgão ambiental competente pode autorizar a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente (APP) para a implantação de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou interesse social, ou para a realização de ações consideradas eventuais e de baixo impacto ambiental, analisar os itens abaixo:
I. A autorização de intervenção ou supressão de vegetação em APP depende da comprovação pelo empreendedor do cumprimento integral das obrigações vencidas nestas áreas.
II. As atividades de preparo e emprego das Forças Armadas para o cumprimento de sua missão constitucional, desenvolvidas em área militar.
III. O plantio de espécies nativas com a finalidade de recuperação de APP, respeitadas as obrigações anteriormente acordadas, se existentes, e as normas e requisitos técnicos aplicáveis.
Está(ão) CORRETO(S):
(1) População. (2) Ecossistema.
( ) É a unidade fundamental da organização ecológica, em que ocorrem a reciclagem de matéria e o fluxo de energia.
( ) As definições mais modernas consideram esse termo como sinônimo de comunidade.
( ) É um agrupamento de indivíduos de uma mesma espécie.
A respeito dos gases do efeito estufa, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Os gases do efeito estufa têm se elevado devido às atividades baseadas na queima de combustíveis fósseis.
( ) A agricultura não é uma atividade responsável por emissão de gases do efeito estufa.
( ) O desmatamento e a deposição de lixo em aterros sanitários são atividades responsáveis pela emissão de gases do efeito estufa.
I. O Bioma Caatinga é caracterizado pelo clima muito quente e sazonalmente seco, o qual não traz reflexos para a hidrologia, para o mundo orgânico e para a socioeconomia sertaneja.
II. O Bioma Caatinga não se restringe apenas ao território brasileiro, transcendendo nossas fronteiras. Apresenta clima semiárido, com a maior biodiversidade do planeta.
III. O Bioma Caatinga é um dos biomas brasileiros mais alterados por ação antrópica, havendo inclusive a formação de grandes núcleos de desertificação em alguns pontos.
Está(ão) CORRETO(S):
"Desde 2014, a ONU passou a contar com a Assembleia Ambiental das Nações Unidas (UNEA, na sigla em inglês), cuja primeira edição ocorreu em 2014 e a segunda em 2016. A UNEA é a mais importante plataforma da ONU para a tomada de decisões sobre o tema e marcou o início de um período em que o meio ambiente é considerado problema mundial – colocando, pela primeira vez, as preocupações ambientais no mesmo âmbito da paz, segurança, finanças, saúde e comércio." Nações Unidas Brasil: https://brasil.un.org/pt-br
Analise as afirmativas abaixo em relação às questões ambientais no mundo e no Brasil.
1. Florestas estão sendo destruídas pela derrubada de árvores ou queimadas para muitas vezes abrir espaço para a criação de gado ou plantações. 2. Os resíduos orgânicos, se não forem apropriadamente armazenados e tratados, podem produzir uma substância altamente poluidora do solo e das águas. 3. O crescimento populacional é um dos fatores principais que contribuíram para que problemas ambientais passassem a ter consequências globais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise a Figura 1 abaixo, retirada de uma notícia (G1, 2023):

Considerando as propriedades dos ciclones, fenômeno apresentado na reportagem, assinale a
alternativa que apresenta o conceito de ciclogênese.

A questão ambiental que se impõe desde as últimas décadas é também uma questão de disputa de territórios. Neste sentido, as duas chamadas jornalísticas representam:

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/amp/ambiente/2023/05/produtividade-urbana-da-amazonia-pode-desacelerar-desmatamentodiz-banco-mundial.shtml. Acessado em 06 de junho de 2023
O debate internacional acerca do desmatamento da Amazônia gerou o documento comentado no texto. No trecho em destaque, a proposta exógena para reduzir o desmatamento da região apresenta um discurso:
Analisada no campo do pensamento geográfico moderno, a abordagem ambiental pode ser concebida a partir de dois grandes momentos. O primeiro, no qual o ambiente configura-se em sinônimo de natureza (ambientalismo=naturalismo), prevaleceu desde a estruturação da científica geografia até meados do século XX, sendo, porém, possível ainda observá-lo como postura filosófica perante o mundo por parte de muitos cientistas, inclusive geógrafos. A este primeiro período poderia ser associado o tecnicismo(...), no segundo momento é que se observa o salto dado por alguns geógrafos que passam a abordá-lo na perspectiva da interação sociedade-natureza. Fonte: Mendonça, F.- Geografia SocioAmbiental. In. Elementos da Epistemologia da Geografia Contemporânea. MENDONÇA F.&KOZEL, S. (ORGS). Curitiba: UFPR. 2004, p 128.
A análise do autor é de que a perspectiva ambiental entre os geógrafos atuais fortalece:
A espacialização da intensidade das ilhas de calor é um problema recorrente na climatologia porque resulta na criação de um campo contínuo a partir de observações individuais (pontos) por meio da interpolação espacial (...) tais interpolações podem se processar por dois grupos de métodos: os métodos geoestatísticos e os métodos multicritérios.
Fonte: Amorim, M. C. de C. T. (2021). Ilhas de Calor Urbanas: Métodos e Técnicas De Análise. Revista Brasileira De Climatologia, 25. https://doi.org/10.5380/abclima.v0i0.65136
Os Sistemas de Informação Geográfica são utilizados para a espacialização das ilhas de calor. Portanto, para o estudo de clima urbano, a metodologia mais apropriada é o(a)
Se o espaço geográfico é produzido de forma altamente complexa e fortemente desigual. Se o clima é o produto da interação entre os processos dinâmicos da atmosfera e das ações dos agentes sociais, que ao produzirem novas territorialidades modificam as características fundamentais dos elementos climáticos. Então os diversos grupos sociais não experimentam nem percebem o tempo e o clima da mesma forma. Espaços desiguais potencializam efeitos do clima, igualmente desiguais. Nesta perspectiva temos que admitir que o clima é uma construção social.
Fonte: SANT'ANNA NETO, J. L. In: SILVA, C. A.; FIALHO, E. S. (Org.). Concepções e Ensaios da Climatologia Geográfica. 1ed. Dourados: Editora da UFGD, 2012, v. 1, p. 13-38
A argumentação do autor sobre o conceito de Clima como construção social decorre da:
Minha contribuição mais significante como geógrafo, ao longo da segunda metade do século XX, foi, sem dúvida, dirigida à Climatologia. Até então, mais personificado como “Rudimentos de Meteorologia”, o estudo do Clima, no âmbito da Geografia, tinha mais a ver com uma quantificação dos elementos atmosféricos sem a necessária qualificação genética e dinâmica comportamental dos processos. Contra o procedimento geral, lancei-me à procura de uma revisão conceitual e das práticas comportamentais (dinâmicas), já iniciadas pela Teoria da Frente Polar (1917). Lenta, mas persistentemente, elaborei uma série de artigos, capítulos de livros, aconselhamentos didáticos para o ensino de grau médio, até chegar a trabalhos especiais, teses e especulações teóricas visando à produção de um novo paradigma que saísse do domínio estático, exclusivo das médias, para a dinâmica do ritmo. A esta altura de minha vida, ultrapassados os oitenta anos, apelei para os co-autores do presente trabalho, a fim de discutirmos a diretriz a ser tomada sobre a “divulgação” de uma obra que tem demorado a atingir uma prática mais efetiva, já que se desenvolve por mais de meio século. Espero que o presente esforço de divulgação surta algum efeito em benefício dos estudantes de Geografia e jovens geógrafos, e que, no exterior, ele possa merecer alguma atenção como meio de constatar que, no hemisfério sul, na América Latina e, mais especificamente, no Brasil – em esforço de desenvolvimento econômico e cultural –, também podemos propor algo relativo à área. Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro Fonte: MONTEIRO, C. A.F., MENDONÇA, F.A, SANT´ANNA NETO, ZAVATINNI, J.A. A Construção da Climatologia Geográfica no Brasil. Campinas, Alínea, 2015.
No texto do grande geógrafo Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro, são apresentadas contribuições ao estudo do clima. Em sua obra, defende: