Questões de Concurso
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Um estudo citado pela Nasa - agência pública espacial dos Estados Unidos (EUA) - repercutiu nos últimos dias na imprensa brasileira ao prever que áreas do Brasil poderiam ficar inabitáveis até 2070 provocado pelas mudanças climáticas. Liderada pelo cientista Colin Raymond, a pesquisa foi publicada em 2020 na Science Advances, uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo. Porém, no estudo original não aparece o Brasil. Em março de 2022, um blog da Nasa repercutiu o estudo com Colin, que é funcionário da agência especial. O texto do blog cita o Brasil como uma das regiões vulneráveis às mudanças climáticas.
Fonte: Lucas Pordeus Léon. Agência Brasil. 24/07/2024.
De acordo com a reportagem o que levaria as regiões a
ficarem inabitáveis?
1. A Amazônia é caracterizada por uma densa floresta tropical e um clima equatorial, enfrentando desafios significativos relacionados ao desmatamento e à degradação do solo.
2. O Cerrado, conhecido como a "caixa d'água do Brasil", é uma das regiões mais ricas em biodiversidade, mas também uma das mais ameaçadas pela expansão agrícola.
3. A Caatinga, bioma exclusivo do Brasil, é caracterizada por sua vegetação xerófila e enfrenta problemas de desertificação e perda de biodiversidade.
4. A Mata Atlântica, originalmente uma das maiores florestas tropicais do mundo, atualmente sobrevive em pequenos fragmentos, principalmente em áreas de proteção ambiental.
5. Os Pampas, localizados no Sul do Brasil, são áreas de vegetação de campo que têm sido pouco afetadas pela atividade agropecuária, mantendo sua integridade ecológica.
Alternativas:
1. A localização de indústrias em regiões periféricas para reduzir custos de produção.
2. A concentração de comércio e serviços em áreas centrais das cidades, criando zonas de maior densidade populacional.
3. A descentralização dos serviços públicos para regiões rurais, equilibrando o desenvolvimento urbano e rural.
4. A migração da população urbana para áreas rurais em busca de melhor qualidade de vida, alterando os padrões de consumo.
5. A globalização dos mercados, que aumenta a interdependência entre regiões e influencia a rede de transportes.
Alternativas:
1. Analisar a distribuição espacial das atividades econômicas e seus impactos sobre os ecossistemas locais.
2. Estudar apenas a configuração natural do território, sem considerar a ocupação humana.
3. Integrar a análise das características físicas, como relevo e clima, com os padrões de uso do solo e urbanização.
4. Abordar as questões geográficas de maneira isolada, sem relacioná-las com as políticas públicas de planejamento territorial.
5. Utilizar a cartografia como ferramenta para representar as interações entre sociedade e natureza.
Alternativas:
1. Incorporar a análise de casos locais de impacto ambiental, como o desmatamento na Amazônia, relacionando-os com processos globais.
2. Focar exclusivamente nos aspectos físicos da geografia, deixando as questões sociais para disciplinas específicas de ciências humanas.
3. Promover a conscientização ambiental através de projetos interdisciplinares que abordem a sustentabilidade.
4. Utilizar recursos tecnológicos, como mapas interativos e imagens de satélite, para explorar as mudanças ambientais e suas causas.
5. Priorizar a memorização de conceitos geográficos tradicionais, sem a necessidade de contextualização social.
Alternativas:
Domínio de espécies vegetais endêmicas, com paisagens naturais relativamente homogêneas e extensíveis a grandes áreas, caracterizado por basicamente três agrupamentos vegetais: florestal, savânico e campestre. No Brasil, distribui-se por Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Bahia, Piauí, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Distrito Federal. Embora possua indiscutível importância biológica, vem enfrentando nas últimas décadas um crescente avanço no processo de ocupação predatória, especialmente por conta da expansão de fronteiras agrícolas.
O trecho acima descreve o domínio
O Planalto das Guianas possui inúmeros picos e montes, se destacando:
I. Monte Roraima com 2.734,06 metros de altura, que se localiza na Serra do Pacaraima em Roraima.
II. Pico da Neblina, com 2.993,78 metros de altura, que se localiza na Amazônia, em fronteira com a Venezuela, na Serra do Imeri.
III. Pico 31 de março, com 2.972,66 metros de altura.
Está(ão) CORRETA(S):
Sobre o Planalto Central, é correto afirmar que, EXCETO:

Fonte: TODA MATÉRIA. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/climas-do-brasil/ .Acesso em: 03/09/2024.
A sequência CORRETA é:
Sobre as Categorias da Geografia, assinale (V) para as alternativas VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS:
( ) O espaço geográfico reúne o conjunto de elementos naturais e artificiais do planeta, sendo formado pelos diversos tipos de paisagem.
( ) A paisagem é a parte visível do espaço geográfico, portanto, reúne os elementos naturais e artificiais da superfície terrestre.
( ) O lugar está empreendido em determinadas relações de poder sobre um espaço e envolve delimitações, como as fronteiras.
( ) A região é uma classificação do espaço por meio de características comuns que facilitam a administração regional.
( ) O território é a categoria de análise mais subjetiva da Geografia e está atrelado ao sentimento de pertencimento a determinado espaço por parte do ser humano.
A sequência CORRETA é:
Fonte: COSTA, Wanderley Messias da. Geografia Política e Geopolítica: discursos sobre o Território e o Poder. 2ª ed., São Paulo: Editora da USP, 2008. (adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta no texto os argumentos que caracterizam a teoria defendida por:
Observe a figura com as regiões hidrográficas brasileiras.

Assinale a alternativa CORRETA que
corresponde, respectivamente, às regiões
hidrográficas 1, 2 e 3 que são:
A pior seca já enfrentada pela região amazônica, na região Norte do Brasil, pode provocar efeitos devastadores, ambientais e econômicos, para todo o território nacional. O alerta vem de organizações civis e de entidades de diversos setores e segmentos.
Com rios que operam como hidrovias, o escoamento de produtos está comprometido e com níveis d’água baixando, dia após dia. “Já não conseguimos mais chegar com produtos na Zona Franca para a produção e temos dificuldade para escoar o que estamos produzindo”, relatou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antônio Silva.
Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/ pior‑seca‑rios‑da‑amazonia‑colapso‑abastecimento/. Acesso em: 10 jun. 2024.
O baixo volume das águas em rios amazônicos pode ser analisado como um fenômeno geográfico e gera diferentes impactos.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, causa(s) e consequência(s) desse fenômeno.

SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes (org.). Terra: feições ilustradas. 2. ed. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2008. p. 75.
O ensino sobre as diferentes formas de relevo evoluiu na educação geográfica, da memorização das classificações elaboradas por grandes autores ao aprofundamento sobre as diferentes formas e processos que lhes dão origem.
Para o caso apresentado, assinale a alternativa que engloba os principais atuantes para que a ocorrência da erosão diferencial e, consequentemente, o relevo movimentado sejam notados na paisagem.
Associe os conceitos geográficos a suas definições correspondentes e marque a alternativa que apresenta a sequência correta.
1 - Território
2 - Lugar
3 - Região
4 - Paisagem
5 - Natureza
a) Área onde se manifestam as relações sociais e as transformações realizadas pelos seres humanos.
b) Conjunto de fenômenos naturais que não foram alterados pela ação humana.
c) Espaço percebido pelos indivíduos, carregado de significado afetivo.
d) Área caracterizada por certa homogeneidade em aspectos naturais, sociais ou econômicos.
e) Visão do espaço a partir de suas características visíveis.
Associe os tipos de ecossistemas com suas características predominantes:
Coluna I
1 - Tundra
2 - Floresta tropical
3 - Deserto
4 - Recife de coral
Coluna II
a) Baixa precipitação e extremos de temperatura
b) Alta biodiversidade e precipitação
c) Baixas temperaturas e vegetação rasteira
d) Elevada diversidade de espécies marinhas
"Depressão cárstica de forma oval ou arredondada, de bordas íngremes e fundo chato, podendo conter lagoa com argilas de descalcificação ou outros materiais de preenchimento resultantes da dissolução. Ocorre em áreas de rochas carbonáticas, principalmente calcários e dolomitos solúveis, dispostas em camadas espessas, pouco dobradas e fraturadas, submetidas a sistemas morfogenéticos úmidos atuais ou pretéritos."
A descrição supracitada refere-se a uma: