Questões de Concurso
Comentadas sobre audiologia em fonoaudiologia
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Coluna 1:
1. Emissões Otoacústicas Transitórias (EOAT) 2. Emissões Otoacústicas espontâneas (EOAE) 3. Emissões Otoacústicas Produtos de Distorção (EOAPD)
Coluna 2:
A. Energia acústica medida no canal auditivo externo, originando-se da cóclea pela interação não linear de dois tons puros aplicados simultaneamente.
B. Realizada por meio de um aparelho mais sensível e capaz de anular o ruído de fundo (originados no organismo e no ambiente), captando as diferenças entre este e a resposta real do ouvido interno.
C. Caracterizam-se por sons de baixa intensidade que necessitam de um microfone muito sensível para sua detecção.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
I.Se o indivíduo for diagnosticado somente com o TPAC não é necessária medicação, somente estimulação nas habilidades auditivas alteradas.
II.No TPAC a audição periférica captura o som, como audição normal, mas não processa a informação, função da audição central. Outra alteração é a dificuldade em ouvir e interpretar em ambientes silenciosos, dificultando a comunicação diária.
É CORRETO o que se afirma em:
Nesse contexto, as respostas obtidas na orelha testada se referem à orelha contralateral, e esse fenômeno é conhecido como:
I. Baseia-se na correlação do comportamento da criança frente aos estímulos sonoros apresentados.
II. A metodologia de avaliação audiológica utilizada dependerá da idade e do nível de desenvolvimento da criança a ser avaliada.
III. O resultado do exame, na criança, deve ser detalhado em formato de parecer, contemplando tanto dados qualitativos quanto quantitativos da avaliação.
Quais estão corretas?
Para responder à questão, utilize como base o Tratado de Audiologia
(BEVILACQUA, 2012).
I. Ganho. II. Saída máxima. III. Faixa de frequências.
Quais estão corretas?
Para responder à questão, utilize como base o Tratado de Audiologia
(BEVILACQUA, 2012).
Para responder à questão, utilize como base o Tratado de Audiologia
(BEVILACQUA, 2012).
I. Reflete a integridade de todo o mecanismo auditivo periférico. II. Possibilita classificar a deficiência auditiva quanto ao grau de severidade. III. Isoladamente, não determina o local da lesão no sistema auditivo.