Questões de Concurso Sobre fisioterapia

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Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HUB Prova: CESPE - 2018 - HUB - Fisioterapia |
Q1034760 Fisioterapia

Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.


A absorção de energia do laser vermelho por unidade de volume é maior na pele clara que na pele com maior quantidade de melanina.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HUB Prova: CESPE - 2018 - HUB - Fisioterapia |
Q1034759 Fisioterapia

Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.


O monocromatismo, a incoerência e a colimação são características do laser que o diferem das outras fontes convencionais de luz.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HUB Prova: CESPE - 2018 - HUB - Fisioterapia |
Q1034758 Fisioterapia

Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.


Diferentemente do laser de alta potência utilizado na medicina para coagulação, corte e vaporização, a terapia por laser de baixa intensidade utilizada na fisioterapia não possui efeito terapêutico térmico.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HUB Prova: CESPE - 2018 - HUB - Fisioterapia |
Q1034757 Fisioterapia

Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.


Como quanto maior for o comprimento de onda, maior será a capacidade de penetração no tecido, o laser vermelho tem maior capacidade de penetração quando comparado ao laser infravermelho.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: HUB Prova: CESPE - 2018 - HUB - Fisioterapia |
Q1034756 Fisioterapia

Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.


O laser é uma radiação ionizante análoga aos raios X e gama que possui energia suficiente para ionizar átomos e moléculas.

Alternativas
Q1011905 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O uso de oxigênio está indicado nesses casos, mas com monitorização, haja vista a necessidade de manter sob controle o efeito vasoconstritor pulmonar do oxigênio.

Alternativas
Q1011904 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O tratamento medicamentoso nesses casos tem como objetivos o aumento da vasodilatação arterial e, consequentemente, a redução na pós-carga do ventrículo esquerdo.

Alternativas
Q1011903 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O quadro de edema agudo é caracterizado pelo extravasamento de líquido para região intersticial pulmonar.

Alternativas
Q1011902 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


Nos casos em apreço, o recurso de ventilação não invasiva tem indicação em virtude de ela reduzir a pré-carga.

Alternativas
Q1011901 Fisioterapia

Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.


O uso de dispositivos de pressão positiva está indicado nesses casos, tendo em vista que isso reduz a pressão transpulmonar, que, por sua vez, aumenta a pós-carga.

Alternativas
Q1011900 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


A mudança da ventilação mecânica para o modo A/C sob pressão controlada permitiria um controle mais adequado das pressões nas vias aéreas, uma vez que, nesse modo, o pico de pressão na via área seria limitado.

Alternativas
Q1011899 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


Na ventilação mecânica em questão, se fosse incluída pausa inspiratória, a ciclagem ocorreria a tempo.

Alternativas
Q1011898 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico ocorre por um critério de tempo.

Alternativas
Q1011897 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos, controlados e espontâneos.

Alternativas
Q1011896 Fisioterapia

Caso clínico — paciente sem doenças prévias


Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.

Evolução:

Ventilação não invasiva malsucedida;

Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.

Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.

Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.


A FiO2 deveria ser elevada para 100%, com o objetivo de manter uma SpO2 mais próxima de 100%.

Alternativas
Q1011895 Fisioterapia

A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.


O treinamento muscular respiratório no período pré-operatório demonstrou ser eficiente para redução de complicações pulmonares no período pós-operatório de cirurgia cardiovascular.

Alternativas
Q1011894 Fisioterapia

A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.


Entre as complicações não cardíacas no período pós-operatório do paciente submetido à referida cirurgia, as complicações renais e gastrointestinais são as mais prevalentes e, por isso, devem ser prevenidas pela atuação da fisioterapia.

Alternativas
Q1011893 Fisioterapia

A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.


Entre as complicações cardíacas, as mais frequentemente observadas no paciente submetido à cirurgia em apreço são as lesões valvares e aórticas.

Alternativas
Q1011892 Fisioterapia

A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.


As complicações pulmonares mais frequentemente observadas no pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgia cardiovascular são o pneumotórax e a traqueomalacia.

Alternativas
Q1011891 Fisioterapia

A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.


Entre os objetivos da fisioterapia no pós-operatório imediato, destacam-se o desmame precoce da ventilação mecânica, a melhora da oxigenação tecidual e a prevenção de complicações pulmonares, musculoesqueléticas e circulatórias.

Alternativas
Respostas
21361: E
21362: E
21363: C
21364: E
21365: E
21366: E
21367: C
21368: C
21369: C
21370: E
21371: C
21372: C
21373: E
21374: E
21375: E
21376: C
21377: E
21378: E
21379: E
21380: C