Questões de Concurso
Comentadas sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia
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Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico
ocorre por um critério de tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos,
controlados e espontâneos.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A FiO2 deveria ser elevada para 100%, com o objetivo de
manter uma SpO2 mais próxima de 100%.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência da via aérea indica qual a diferença de pressão
necessária entre dois pontos dessa via aérea para que se
estabeleça um fluxo de ar.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência das vias aéreas depende somente da geometria da
árvore traqueobrônquica e do volume pulmonar.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência do sistema respiratório é composta pela
resistência da parede torácica e pulmonar, que, por sua vez,
é constituída pelas resistências da via aérea e da tecidual.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A complacência das vias aéreas depende do volume pulmonar
e da diferença de pressão.
Haja vista que síndrome do desconforto respiratório (SDRA) é uma condição severa em pacientes sob ventilação mecânica, podendo estar associada a lesão pulmonar induzida pela referida modalidade de ventilação mecânica, julgue o item que se segue, relativo a essa condição.
Estratégias ventilatórias com manutenção de pressão no final
do ciclo respiratório aumentam o estresse pulmonar,
favorecendo o aparecimento de quadros de lesão induzida pela
ventilação mecânica.
Haja vista que síndrome do desconforto respiratório (SDRA) é uma condição severa em pacientes sob ventilação mecânica, podendo estar associada a lesão pulmonar induzida pela referida modalidade de ventilação mecânica, julgue o item que se segue, relativo a essa condição.
No paciente com SDRA, a lesão pulmonar pode decorrer de
redução da complacência e pressão transpulmonar, que está
associada ao aumento do volume pulmonar.
Haja vista que síndrome do desconforto respiratório (SDRA) é uma condição severa em pacientes sob ventilação mecânica, podendo estar associada a lesão pulmonar induzida pela referida modalidade de ventilação mecânica, julgue o item que se segue, relativo a essa condição.
Estratégias de ventilação mecânica com volumes elevados
estão associadas a alterações da permeabilidade capilar e ao
desenvolvimento de edema pulmonar.
Acerca da ventilação não invasiva (VNI), julgue o item subsecutivo.
A interface orofacial é indicada para pacientes claustrofóbicos
com insuficiência respiratória aguda leve.
Acerca da ventilação não invasiva (VNI), julgue o item subsecutivo.
Paciente idoso com insuficiência cardíaca congestiva e em
ventilação mecânica por quatro dias, imediatamente após
extubação, deverá iniciar o uso de VNI como profilaxia contra
insuficiência respiratória aguda, bem como para evitar a
reintubação.
Acerca da ventilação não invasiva (VNI), julgue o item subsecutivo.
O rebaixamento de nível de consciência é motivo para
contraindicação relativa da VNI, exceto em caso de acidose
hipercápnica em DPOC. A melhora do nível de consciência
deverá ocorrer dentro de uma a duas horas após o uso da VNI.
Acerca da ventilação não invasiva (VNI), julgue o item subsecutivo.
Em se tratando de paciente com hipercapnia aguda, é
necessário ajustar a VNI com dois níveis pressóricos
(BILEVEL) a fim de adequar os volumes pulmonares para
reverter a acidemia.
Acerca da ventilação não invasiva (VNI), julgue o item subsecutivo.
A VNI está indicada para pacientes com insuficiência
respiratória hipoxêmica, especialmente para aqueles com
PaO2/FiO2 < 140 e SAPS II > 35.
Considerando esse caso clínico, julgue o próximo item.
No caso, o diagnóstico de DPOC é possível se houver a
presença de dispneia, tosse crônica com ou sem secreção e
história de exposição aos fatores de risco da doença. Além
disso, a espirometria pós-broncodilatador FEV1/CVF < 70
confirmaria a presença de limitação do fluxo aéreo.
Considerando esse caso clínico, julgue o próximo item.
A gasometria arterial indica a presença de acidose metabólica
com hipoxemia e hipóxia.
Considerando esse caso clínico, julgue o próximo item.
Na semiologia do paciente, existem achados característicos da
presença de cor pulmonale, que tem como característica
aumento do ventrículo direito secundário a doença pulmonar
que causa hipertensão pulmonar.
Considerando esse caso clínico, julgue o próximo item.
A melhor conduta a ser tomada em relação à insuficiência
respiratória desse paciente é a intubação orotraqueal e a
ventilação mecânica invasiva.
A respeito de força muscular respiratória, julgue o item subsequente.
Atualmente, o treinamento muscular respiratório é uma
terapêutica relevante para os pacientes com insuficiência
cardíaca, pois propicia uma melhora da capacidade funcional.