Questões de Concurso Comentadas sobre fisioterapia geral em fisioterapia

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Q2508369 Fisioterapia
Referente ao Método Rood é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2506676 Fisioterapia
Acerca da trombose venosa profunda e de seus testes avaliativos, julgue o item.

No teste de Bandeira, é executada a dorsiflexão.
Alternativas
Q2506675 Fisioterapia
Acerca da trombose venosa profunda e de seus testes avaliativos, julgue o item.

No teste de Bancroft, é realizada a flexão plantar.
Alternativas
Q2506674 Fisioterapia
Acerca da trombose venosa profunda e de seus testes avaliativos, julgue o item.

No teste de Bandeira, o fisioterapeuta realizará a extensão do hálux.
Alternativas
Q2506673 Fisioterapia
Acerca da trombose venosa profunda e de seus testes avaliativos, julgue o item.

No teste de Bandeira, o fisioterapeuta faz flexão plantar.
Alternativas
Q2506671 Fisioterapia
Conforme o teste de Trendelenburg e seu sinal positivo, julgue o item.

O músculo glúteo médio atua na abdução e na rotação interna da coxa, tendo em vista a ação gravitacional e a marcha avaliada pelo fisioterapeuta. 
Alternativas
Q2506670 Fisioterapia
Conforme o teste de Trendelenburg e seu sinal positivo, julgue o item.

O músculo bíceps femoral é responsável pela extensão da coxa, o que está relacionado ao teste em avaliação, sendo o movimento de extensão mais indicado.
Alternativas
Q2506669 Fisioterapia
Conforme o teste de Trendelenburg e seu sinal positivo, julgue o item.

O músculo psoas maior participa da flexão de tronco e de quadril, demonstrando a claudicação do paciente.
Alternativas
Q2506668 Fisioterapia
Conforme o teste de Trendelenburg e seu sinal positivo, julgue o item.

O músculo quadríceps femoral tem como objetivo realizar a flexão do quadril e como objetivo principal a sua execução no teste.
Alternativas
Q2506667 Fisioterapia
Conforme o teste de Trendelenburg e seu sinal positivo, julgue o item.

O músculo glúteo máximo tem como função a extensão e a rotação lateral (externa) da coxa na articulação do quadril, que tem atuação direta no caso a ser avaliado.
Alternativas
Q2506666 Fisioterapia
A dor no ombro hemiplégico é frequente e encontra‑se entre uma das complicações responsáveis pelo alto grau de incapacidade funcional e de sofrimento para o paciente após o acidente vascular cerebral. A prevalência de dor no ombro, após esse tipo de evento, segundo a literatura, varia entre 47% e 72%. O aparecimento costuma ocorrer de duas a três semanas após o acidente vascular cerebral. O ombro doloroso é um transtorno para o processo de reabilitação do paciente com sequela de acidente vascular cerebral. A partir dessas informações, julgue o item.

A hipotrofia é responsável pela diminuição das fibras musculares e, junto com a movimentação errada, gera a instalação do ombro doloroso.
Alternativas
Q2506665 Fisioterapia
A dor no ombro hemiplégico é frequente e encontra‑se entre uma das complicações responsáveis pelo alto grau de incapacidade funcional e de sofrimento para o paciente após o acidente vascular cerebral. A prevalência de dor no ombro, após esse tipo de evento, segundo a literatura, varia entre 47% e 72%. O aparecimento costuma ocorrer de duas a três semanas após o acidente vascular cerebral. O ombro doloroso é um transtorno para o processo de reabilitação do paciente com sequela de acidente vascular cerebral. A partir dessas informações, julgue o item.

O uso do TENS pode ajudar a dar maior estabilidade para essa articulação.
Alternativas
Q2506664 Fisioterapia
A dor no ombro hemiplégico é frequente e encontra‑se entre uma das complicações responsáveis pelo alto grau de incapacidade funcional e de sofrimento para o paciente após o acidente vascular cerebral. A prevalência de dor no ombro, após esse tipo de evento, segundo a literatura, varia entre 47% e 72%. O aparecimento costuma ocorrer de duas a três semanas após o acidente vascular cerebral. O ombro doloroso é um transtorno para o processo de reabilitação do paciente com sequela de acidente vascular cerebral. A partir dessas informações, julgue o item.

As estruturas moles do ombro ficam fragilizadas e são estiradas durante a movimentação.
Alternativas
Q2506663 Fisioterapia
A dor no ombro hemiplégico é frequente e encontra‑se entre uma das complicações responsáveis pelo alto grau de incapacidade funcional e de sofrimento para o paciente após o acidente vascular cerebral. A prevalência de dor no ombro, após esse tipo de evento, segundo a literatura, varia entre 47% e 72%. O aparecimento costuma ocorrer de duas a três semanas após o acidente vascular cerebral. O ombro doloroso é um transtorno para o processo de reabilitação do paciente com sequela de acidente vascular cerebral. A partir dessas informações, julgue o item.

O ombro doloroso limita muito o ganho de amplitude de movimento e é um agravante em todo o processo de reabilitação.
Alternativas
Q2506662 Fisioterapia
A dor no ombro hemiplégico é frequente e encontra‑se entre uma das complicações responsáveis pelo alto grau de incapacidade funcional e de sofrimento para o paciente após o acidente vascular cerebral. A prevalência de dor no ombro, após esse tipo de evento, segundo a literatura, varia entre 47% e 72%. O aparecimento costuma ocorrer de duas a três semanas após o acidente vascular cerebral. O ombro doloroso é um transtorno para o processo de reabilitação do paciente com sequela de acidente vascular cerebral. A partir dessas informações, julgue o item.

A dor no ombro está relacionada com a manipulação errada do paciente por familiares e profissionais. 
Alternativas
Q2506413 Fisioterapia
Sobre o papel do Fisioterapeuta no tratamento de pacientes com DRMs, é correto afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q2504927 Fisioterapia
Teste realizado com paciente em decúbito dorsal, sendo solicitado pelo fisioterapeuta que o paciente realize flexão-extensão de quadril, a fim de determinar o grau de contratura do músculo ilieopsoas. O teste descrito trata-se de:
Alternativas
Q2504926 Fisioterapia
No tocante a atuação do fisioterapeuta no pósoperatório de cirurgias, destaca-se as cirurgias toracoabdominais a exemplo da cirurgia bariátrica. Nesse contexto qual das alternativas abaixo não apresenta um objetivo de conduta fisioterapêutica para esses pacientes: 
Alternativas
Q2504034 Fisioterapia
Qual é o instrumento mais comumente utilizado na prática clínica para medição da amplitude de movimento?
Alternativas
Q2503441 Fisioterapia
No processo de avaliação de uma paciente com prolapso de órgão pélvico (POP), várias queixas podem ser relatadas. Analisando este cenário, avalie as proposições a seguir:
I- Sobre as queixas intestinais no POP, é importante investigar a obstipação crônica, sensação de esvaziamento incompleto; necessidade de pressão digital na vagina ou no períneo para iniciar ou completar a defecação, porém não é necessário investigar incontinência fecal, pois ela não se constitui em uma queixa, nessas situações. II- Deve-se investigar queixa clínica de infecções urinárias, de repetição que podem ser facilitadas no prolapso vaginal anterior, pela diminuição do volume residual vesical, e também sintomas irritativos como urgência, frequência e noctúria, pela ativação precoce dos receptores de tensão vesicais. III- Uma queixa comum é a presença de disfunção sexual, sendo habitualmente relatada como a sensação de lassidão vaginal ou dispareunia.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1301: E
1302: E
1303: E
1304: E
1305: E
1306: C
1307: E
1308: E
1309: E
1310: E
1311: C
1312: E
1313: C
1314: C
1315: C
1316: D
1317: E
1318: D
1319: D
1320: E