Questões de Concurso Sobre fisioterapia em ginecologia e obstetrícia em fisioterapia

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Q818801 Fisioterapia

Problemas relacionados com os tratos urinário e genital feminino são comuns e habitualmente complexos. Gradativamente a fisioterapia torna-se o tratamento de primeira linha para pacientes acometidas com tais disfunções. No que se refere a esse assunto, julgue o item subsecutivo.


A incontinência urinária por estresse é definida por uma queixa de perda involuntária de urina acompanhada de urgência, é um desejo repentino de urinar, difícil de conter.



Alternativas
Q818800 Fisioterapia

Problemas relacionados com os tratos urinário e genital feminino são comuns e habitualmente complexos. Gradativamente a fisioterapia torna-se o tratamento de primeira linha para pacientes acometidas com tais disfunções. No que se refere a esse assunto, julgue o item subsecutivo.


A disfunção de bexiga mais comum é a incontinência urinária, que pode ocorrer em qualquer tempo na vida da mulher, mas cuja incidência aumenta com a idade.

Alternativas
Q805944 Fisioterapia
Uma mulher de trinta e três anos de idade, em trabalho de parto após trinta e nove semanas de gestação, foi admitida na maternidade. Foi avaliada pela equipe multidisciplinar, responsável pelo parto humanizado, que conduziu todo o processo, durante seis horas, até o nascimento da criança, por via vaginal. No primeiro minuto, a criança apresentou índice de Apgar igual a 8. Após algumas horas, a fisioterapeuta foi até o leito da paciente para o início da abordagem fisioterapêutica puerperal. Nesse instante, a puérpera estava deitada no leito com os seguintes sinais vitais: frequência cardíaca de 98 batimentos por minuto, frequência respiratória de 35 incursões respiratórias por minuto e pressão arterial de 150 mmHg × 98 mmHg. A respeito do caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. A atuação fisioterapêutica puerperal é uma técnica terapêutica obstétrica específica direcionada ao controle da incontinência urinária presente em parturientes por via vaginal.
Alternativas
Q805943 Fisioterapia
Uma mulher de trinta e três anos de idade, em trabalho de parto após trinta e nove semanas de gestação, foi admitida na maternidade. Foi avaliada pela equipe multidisciplinar, responsável pelo parto humanizado, que conduziu todo o processo, durante seis horas, até o nascimento da criança, por via vaginal. No primeiro minuto, a criança apresentou índice de Apgar igual a 8. Após algumas horas, a fisioterapeuta foi até o leito da paciente para o início da abordagem fisioterapêutica puerperal. Nesse instante, a puérpera estava deitada no leito com os seguintes sinais vitais: frequência cardíaca de 98 batimentos por minuto, frequência respiratória de 35 incursões respiratórias por minuto e pressão arterial de 150 mmHg × 98 mmHg. A respeito do caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. A frequência respiratória da paciente está dentro dos padrões de normalidade para o puerpério.
Alternativas
Q805941 Fisioterapia
Uma mulher de trinta e três anos de idade, em trabalho de parto após trinta e nove semanas de gestação, foi admitida na maternidade. Foi avaliada pela equipe multidisciplinar, responsável pelo parto humanizado, que conduziu todo o processo, durante seis horas, até o nascimento da criança, por via vaginal. No primeiro minuto, a criança apresentou índice de Apgar igual a 8. Após algumas horas, a fisioterapeuta foi até o leito da paciente para o início da abordagem fisioterapêutica puerperal. Nesse instante, a puérpera estava deitada no leito com os seguintes sinais vitais: frequência cardíaca de 98 batimentos por minuto, frequência respiratória de 35 incursões respiratórias por minuto e pressão arterial de 150 mmHg × 98 mmHg. A respeito do caso clínico apresentado, julgue o item a seguir. Na abordagem à paciente, a fisioterapeuta deverá evitar a realização de cinesioterapia que envolve a elevação dos membros inferiores.
Alternativas
Q2804752 Fisioterapia

O fisioterapeuta, no momento da consulta a uma gestante de alto risco deve estar atento a todas os sinais e sintomas manifestados que podem indicar as síndromes hipertensivas na gravidez.


De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil (2012) para a gestação de alto risco, analise as afirmativas a seguir:


1. Para a medida da pressão arterial, poderão ser utilizados somente os aparelhos de coluna de mercúrio ou aneroides calibrados.

2. A hipertensão arterial é caracterizada quando a pressão arterial for igual ou maior que 140/90 mmHg baseada na média de pelo menos duas medidas.

3. A pressão arterial deve ser mensurada com a gestante sentada, com o braço no mesmo nível do coração, e com um manguito de tamanho apropriado.

4. Em uma condição de pré-eclâmpsia leve já estabelecida, a gestante deverá ser encaminhada imediatamente ao hospital quando for constatado pressão arterial maior ou igual a 130/100 mmHg.

5. Caso a pressão arterial esteja consistentemente mais elevada em um braço, o braço com os maiores valores deve ser usado para todas as medidas.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2804020 Fisioterapia

Com base na descrição do caso a seguir, responda às questões 35 e 36.


Maria Lucia, 37 anos, multípara, encontra-se no 6º mês de gestação. Começou a apresentar dor pungente nas costas e que não cessava, correspondendo a “8” na escala analógica da dor, durante 50% do dia. Ao deitar-se em decúbito lateral apresentava alívio. A dor a incapacitava de cuidar dos dois filhos mais velhos e permanecia em repouso domiciliar tanto quanto possível. Nas duas gestações anteriores apresentou dor nas costas. Durante a avaliação, apresentou irritação positiva na raiz nervosa bilateralmente ao levantar a 40º o membro inferior com o joelho estendido e diminuição no teste reflexo nos tornozelos bilateralmente.



Dos exercícios a seguir, é contraindicado para Maria Lucia neste momento:

Alternativas
Q2760910 Fisioterapia

Os exercícios realizados para a mulher grávida objetivam a melhora do equilíbrio muscular e da postura, apoio para o útero em crescimento e estabilização do tronco. Entretanto, o seguinte exercício deverá ser evitado:

Alternativas
Q2755890 Fisioterapia

Reeducação perineal, normalmente mais utilizadas em mulheres, devido a incontinências urinárias, na fisioterapia é uma área ainda pouco explorada, mas de grandes benefícios, sobre isso assinale a alternativa incorreta. Qual tratamento abaixo não faz parte de uma reeducação perineal:

Alternativas
Q2735629 Fisioterapia

A gravidez é um período no qual ocorrem alterações físicas e emocionais, com o intuito de adaptar a mulher à sua nova condição de gestante. Entre essas modificações, estão alterações hormonais, musculoesqueléticas, cardiovasculares, respiratórias, tegumentares, nervosas, gastrointestinais e urogenitais. Fazem parte da atuação fisioterapêutica na gestação:


I. Prevenção e tratamento de dores lombares muito comuns.

II. Prevenção de lesões do assoalho pélvico e infecção urinária.

III. Proporciona à gestante conscientização corporal quanto as suas alterações fisiológicas e posturais.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q2723578 Fisioterapia

Marque a alternativa que indica uma técnica passiva de ajuda expiratória aplicada ao lactente, obtida por meio de uma pressão manual tóraco-abdominal lenta, que se inicia ao final de uma expiração espontânea e prossegue até o volume residual (VR) com o objetivo de obter um volume expirado maior que o de uma expiração normal que ela apenas prolonga e completa.

Alternativas
Q1846936 Fisioterapia
As mudanças da gravidez são orquestradas pelos hormônios e muito a respeito de sua ação e interação tem ainda que ser elucidado. Contudo, a progesterona, estrogênios e relaxina parecem ser os mais importantes para o fisioterapeuta. Com relação aos efeitos da progesterona, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2016 - UFMG - Fisioterapeuta |
Q1760816 Fisioterapia

Nas avaliações de grávidas é comum encontrar alterações de diversos sistemas.


Dentre essas alterações, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: EBSERH
Q1235383 Fisioterapia
Ao realizar procedimento de mastectomia radical à direita, paciente de 49 anos do sexo feminino começou a apresentar edema de membro superior direito. Qual das alternativas a seguir apresenta a melhor conduta a ser adotada pelo fisioterapeuta:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1198102 Fisioterapia
Desigualdade social e gravidez na adolescência O número de meninas adolescentes com filhos diminuiu na última década. Mesmo assim, continua alto. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais 2015, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 4/12. Em 2004, de cada mil mulheres de 15 a 19 anos, 78,8 tinham ao menos um filho, o que significava 18,4% da taxa de fecundidade total. Em 2014, esse número caiu para 60,5, representando 17,4% da taxa de fecundidade total. Portanto, de cada cinco partos, quase um é realizado em uma mãe adolescente. Apesar da queda, o número de adolescentes com filhos no Brasil ainda é bem maior do que na Europa (16,2 por mil meninas) e nos EUA (28,3 por mil), mas próximo do nível observado na América Latina e Caribe (66,5 por mil) e mais baixo que o da África (98,5 por mil). Entre as jovens dessa faixa etária que não tinham filhos em 2014, 40,4% residiam na região Sudeste e 56,3% se declaravam pretas ou pardas. A média de anos de estudo era de 8,9 anos; 73,7% ainda estudavam; e 14,7% não estudavam nem trabalhavam. Das meninas que tinham ao menos um filho, 35,8% moravam no Nordeste e 69% se declaravam pretas ou pardas. A média de escolaridade era de 7,7 anos (85% não completaram o ensino médio); somente 20,1 ainda estudavam; 59,7% não estudavam nem trabalhavam; e 92,5% cuidavam dos afazeres domésticos por uma média de 27,1 horas semanais. A taxa de adolescentes com filhos mostra uma faceta conhecida dos brasileiros: a desigualdade social. Os dados revelam que a maioria das mães adolescentes tem poucos anos de escolaridade, é negra e vive nas regiões menos economicamente desenvolvidas do país. São vários os fatores que levam as meninas a engravidar em uma fase da vida em que deveriam se preocupar com os estudos e em aproveitar a juventude. Muitas têm conhecimento acerca dos métodos contraceptivos, mas ignoram como utilizá-los corretamente. Assim, acabam usando o anticoncepcional de forma errada, o que torna sua eficácia reduzida. Há regiões em que o acesso a esses métodos é precário. Nem todo posto de saúde oferece contraceptivos, entre eles a pílula do dia seguinte. Com acesso limitado, menos informações e a dificuldade comum às meninas muito novas em aderir a métodos que exigem regularidade de uso, a contracepção, muitas vezes, falha. Essas adolescentes também têm baixa perspectiva em relação à escolaridade e à futura inserção no mercado de trabalho. Com isso, o papel social que lhes sobra é o de mãe. Como fazer para essas adolescentes não terem filhos tão cedo e, com isso, traçarem um caminho que as afaste completamente da escola e de uma vida profissional com expectativas melhores? Nossa sociedade conhece a resposta, embora não nos empenhemos em aplicá-la da mesma forma que fazemos com as meninas das classes mais favorecidas. Em primeiro lugar, oferecemos às meninas mais ricas uma educação de melhor qualidade, que lhes permite criar expectativas em relação ao futuro. Assim, sonhos e planos como viajar, entrar em uma faculdade, conhecer outras culturas e pessoas, aprender novas habilidades e montar a própria casa antecedem o desejo da maternidade. Quando essas meninas entram em idade fértil, conversamos com elas sobre sexo e as levamos ao ginecologista, que passa a acompanhá-las e orientá-las na escolha do melhor método anticoncepcional, a que certamente terão acesso. Se os métodos por acaso falharem, pagamos-lhes o aborto em clínicas onde elas podem contar com médicos que lhes garantam segurança. Para as mulheres de classe social mais alta, a criminalização do aborto pode ser resolvida com dinheiro. Elas não se sentem socialmente pressionadas a engravidar; suas amigas não têm filhos e a elas estão destinados vários papéis sociais que não os de mãe. Com um ou mais filhos nos braços, as meninas de classes sociais mais baixas que mal saíram da infância não conseguem dar seguimento aos estudos, tampouco melhorar as condições de vida da família. Acabam destinadas ao serviço doméstico, sem que essa tenha sido necessariamente sua escolha. Para as mulheres mais ricas, a maternidade é, na maioria das vezes, uma escolha e não um destino do qual não se pode fugir. Por que aceitamos condenar as mais pobres a uma realidade que evitamos para nossas filhas? Todos deveriam ter direito de exercer sua sexualidade e decidir quando e quantos filhos desejam ter, e contar com o acesso a métodos que lhe assegurassem esse direito. Uma sociedade que nega a garantia dos direitos reprodutivos a todas as mulheres em idade fértil, sem exceção, deveria no mínimo envergonhar-se. VARELLA, Mariana Fusco. Desigualdade social e gravidez na adolescência. Drauzio Varella. 22 dez. 2015. Disponível em: <http://zip.net/bqtcgw>. Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptação).
São ideias que estão presentes no texto, EXCETO:
Alternativas
Q997866 Fisioterapia
É de extrema importância a avaliação e o exame físico realizado pelo profissional fisioterapeuta no paciente com disfunções uroginecológicas. Sendo assim, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q997864 Fisioterapia
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q997863 Fisioterapia
O órgão par, localizado dentro da pelve verdadeira, situado um de cada lado do útero, para trás e para baixo das trompas uterinas, denomina-se
Alternativas
Q997859 Fisioterapia
Quanto aos níveis de controle da micção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q997857 Fisioterapia
O músculo presente no assoalho pélvico, que possui como principal função a continência urinária, é o músculo
Alternativas
Respostas
481: E
482: C
483: E
484: E
485: C
486: D
487: B
488: B
489: E
490: D
491: A
492: B
493: D
494: B
495: D
496: D
497: A
498: E
499: C
500: E