Questões de Concurso Comentadas sobre física
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Acerca da mecânica newtoniana, julgue o item a seguir.
As leis de Newton para forças conservativas não diferenciam
um tempo que flui do passado para o futuro daquele que flui
do futuro para o passado, ou seja, são invariantes por inversão
temporal.
Acerca da mecânica newtoniana, julgue o item a seguir.
Embora as componentes de um vetor possam mudar quando
se muda a origem do sistema de coordenadas, a segunda lei
de Newton, escrita na forma vetorial, mantém exatamente
a mesma forma.
Acerca da mecânica newtoniana, julgue o item a seguir.
A mecânica newtoniana é válida em referenciais acelerados.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
Considerando-se que, para Aristóteles, o movimento é uma
potência que existe em ato como potência, conclui-se que o
movimento é caracterizado na filosofia aristotélica como algo,
em princípio, que não se pode especificar em definitivo, o que
está de acordo com a caracterização do tempo como infinito,
em termos de divisibilidade.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
Considerando-se que o paradoxo de Zenão sobre a flecha
afirma que o movimento é paradoxal porque, em cada tempo,
a flecha está parada em um ponto do espaço e, portanto, não
poderia estar se movendo, é correto afirmar que a definição de
tempo contida no texto 6A1BBB desconstrói esse paradoxo.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
A definição de Aristóteles do tempo explicitada no texto
6A1BBB estabelece o tempo como sendo sempre um intervalo,
não um instante.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
No trecho do texto 6A1AAA, Aristóteles menciona
‘o comprimento e o tempo’: comprimento, para ele, refere-se
à noção de espaço, que, em sua filosofia, deve ser infinito.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
A doutrina aristotélica de lugares naturais só pode ser
articulada no interior de uma doutrina que postula um espaço
onde não há matéria, há o vazio.
Texto 6A1AAA
“Pois há duas maneiras pelas quais o comprimento e o tempo e em geral qualquer coisa contínua é chamada infinita: elas são chamadas assim tanto com relação à sua divisibilidade quanto com relação às suas extremidades. Assim, enquanto algo não pode entrar em contato com coisas quantitativamente infinitas num tempo finito, ela pode entrar em contato com coisas infinitas no que concerne a divisibilidade; pois neste sentido também o tempo é infinito [composto de infinitésimos]: e assim encontramos que o tempo ocupado pela passagem pelos infinitos não é um tempo finito, mas um tempo infinito [de infinitos infinitésimos], e o contato com os infinitos é feito por meio de momentos não finitos mas infinitos em número.”
Aristóteles, Física 233a24-31.
Texto 6A1BBB
Assim, pois, é o tempo. A medida do movimento segundo o antes e o depois.
Aristóteles, Física, 219b1-2
Tendo como referência os textos 6A1AAA e 6A1BBB e a doutrina aristotélica do Ato e Potência, julgue o item a seguir.
Comprimento e tempo são contínuos quanto à divisibilidade
apenas em potência.
Considere um corpo no qual a variação de velocidade em
um determinado intervalo de tempo é dada por
,
sendo g a aceleração da gravidade e h a distância percorrida
durante o intervalo de tempo.
Nessa situação, o movimento desse corpo está associado a um sistema
A transmissão do movimento de rotação entre os eixos E1 e E2 de uma máquina é realizada pelas engrenagens 1, 2 e 3, conforme ilustrado na Figura abaixo.

Os diâmetros das engrenagens são D1 = 10 cm, D2 = 20 cm e D3 = 15 cm, e a relação de transmissão é tal que n2 = 0,5 n1 .
Se a engrenagem 3 for substituída por outra com 20 cm
de diâmetro, a relação de transmissão será
Um veículo de passeio movimenta-se em linha reta a uma velocidade de 36 km/h.
Considerando-se que não haja deslizamento entre o pneu e a pista, e que o diâmetro do pneu seja de 50 cm, a rotação da roda, expressa em rad/s, é de

A correlação correta entre as colunas está expressa em
Assinale a alternativa que apresenta um valor equivalente a essa medida.


As figuras precedentes ilustram um corpo de massa Mc suspenso por um mesmo dinamômetro ideal (representado pela mola), em duas situações diversas. Na primeira delas, ao ar livre, o dinamômetro indica um valor de 50 N. Na segunda situação, a massa Mc está imersa em um tanque com água, e o dinamômetro indica um valor de 25 N.
Nessa situação, considerando-se que 10 m/s² seja a aceleração da
gravidade e que 1 g/cm³ seja a densidade da água, os valores do
volume do corpo, em m³, e de sua massa específica, em g/cm³, são,
respectivamente, iguais a