Questões de Concurso
Comentadas sobre leis de newton em física
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As figuras precedentes ilustram um corpo de massa Mc suspenso por um mesmo dinamômetro ideal (representado pela mola), em duas situações diversas. Na primeira delas, ao ar livre, o dinamômetro indica um valor de 50 N. Na segunda situação, a massa Mc está imersa em um tanque com água, e o dinamômetro indica um valor de 25 N.
Nessa situação, considerando-se que 10 m/s² seja a aceleração da
gravidade e que 1 g/cm³ seja a densidade da água, os valores do
volume do corpo, em m³, e de sua massa específica, em g/cm³, são,
respectivamente, iguais a

A figura mostra um objeto de massa m, sendo movido para a direita por uma pessoa, através de uma força
, sobre
uma superfície plana horizontal áspera, com uma inclinação θ. Analise-a.

Além da força
, o objeto também está sob a ação.
Um homem sustenta uma carga de 50,0 kg por meio de uma corda e uma roldana, como mostra a Figura abaixo.

Sabe-se o seguinte: a corda e a roldana são ideais; o sistema está em equilíbrio estático; tanto o homem quanto a carga encontram-se em repouso; o ângulo entre a corda e a horizontal é de 53,0°.
O valor aproximado, em N, da resultante das forças de atrito entre o calçado do homem e o solo, é
Dados
aceleração da gravidade = 10,0 mˑs-2
sen 53,0° = 0,800
cos 53,0° = 0,600
O elevador mostrado na Figura abaixo é utilizado para ajudar operários a transportar sacos de cimento do alto de uma plataforma para o chão.

O sistema é abandonado, a partir do repouso, da posição mostrada na Figura, e a cabine desce em trajetória vertical.
Se os atritos são desprezíveis e os cabos ideais, os valores aproximados da tração na corda e aceleração da cabine, durante a descida, são, respectivamente, em N e m -s2,
Dados
aceleração da gravidade g = 10,0 m .s2;
massa do contrapeso = 25,0 kg;
massa da cabine = 5,00 kg;
massa do saco de cimento = 50,0 kg.

As figuras I e II precedentes mostram um esquema experimental em que se utiliza a força elástica de uma mola para a determinação da força magnética gerada por uma corrente elétrica IB que circula em um par de bobinas. Uma espira quadrada, de aresta L, está posicionada no centro das bobinas. Na figura I, que mostra a visão lateral do esquema, d é o diâmetro de cada bobina, é a distância entre as bobinas, l0 é o comprimento da d 2 mola devido ao peso da espira no seu suporte e l, o comprimento da mola quando uma corrente i passa pela espira. Na figura II, que mostra uma visão frontal, z é o vão superior da espira quadrada. Considerando essas informações e as figuras apresentadas, julgue o próximo item. Se aumentar a distância entre essas bobinas, o campo magnético resultante também aumenta.

As figuras I e II precedentes mostram um esquema experimental em que se utiliza a força elástica de uma mola para a determinação da força magnética gerada por uma corrente elétrica IB que circula em um par de bobinas. Uma espira quadrada, de aresta L, está posicionada no centro das bobinas. Na figura I, que mostra a visão lateral do esquema, d é o diâmetro de cada bobina, é a distância entre as bobinas, l0 é o comprimento da d 2 mola devido ao peso da espira no seu suporte e l, o comprimento da mola quando uma corrente i passa pela espira. Na figura II, que mostra uma visão frontal, z é o vão superior da espira quadrada. Considerando essas informações e as figuras apresentadas, julgue o próximo item. Se Km for a constante elástica da mola, então o valor medido da força magnética atuando na espira quadrada é Km'(l - l0).

As figuras I e II precedentes mostram um esquema experimental em que se utiliza a força elástica de uma mola para a determinação da força magnética gerada por uma corrente elétrica IB que circula em um par de bobinas. Uma espira quadrada, de aresta L, está posicionada no centro das bobinas. Na figura I, que mostra a visão lateral do esquema, d é o diâmetro de cada bobina, é a distância entre as bobinas, l0 é o comprimento da d 2 mola devido ao peso da espira no seu suporte e l, o comprimento da mola quando uma corrente i passa pela espira. Na figura II, que mostra uma visão frontal, z é o vão superior da espira quadrada. Considerando essas informações e as figuras apresentadas, julgue o próximo item. Na figura II, o vetor indução magnética gerado pelas bobinas tem módulo diretamente proporcional à corrente IB e sua direção é perpendicular ao papel, sentido entrando na folha.

As figuras I e II precedentes mostram um esquema experimental em que se utiliza a força elástica de uma mola para a determinação da força magnética gerada por uma corrente elétrica IB que circula em um par de bobinas. Uma espira quadrada, de aresta L, está posicionada no centro das bobinas. Na figura I, que mostra a visão lateral do esquema, d é o diâmetro de cada bobina, é a distância entre as bobinas, l0 é o comprimento da d 2 mola devido ao peso da espira no seu suporte e l, o comprimento da mola quando uma corrente i passa pela espira. Na figura II, que mostra uma visão frontal, z é o vão superior da espira quadrada. Considerando essas informações e as figuras apresentadas, julgue o próximo item. A figura a seguir mostra os sentidos corretos da corrente IB nas bobinas da figura I, para que o campo magnético resultante na região da espira quadrada seja a soma dos campos de cada bobina e maior que zero.


A figura a seguir representa duas forças verticais que incidem sobre uma placa quadrada horizontal.

A força resultante e o momento em torno do eixo x e z são,
respectivamente:
Em 2015, a maior melancia atingiu 24 kg. Considerando a aceleração da gravidade no local 10 m/s² , é correto afirmar que a maior melancia no ano de 2015 atingiu um peso de:
Observe a figura a seguir.

Um operário, com o auxílio de uma corda que passa por uma roldana fixa, tenta arrastar um caixote apoiado em uma superfície plana e horizontal.
Embora a força horizontal
exercida pela corda sobre o caixote
tenha o módulo igual a 500 N, ele permanece em repouso.
O peso do caixote é 1200 N.
Nesse caso, a força exercida pela superfície horizontal de apoio
sobre o caixote tem um módulo igual a

O instante em que o objeto atinge velocidade máxima é
Um elevador de carga está se movendo verticalmente. Sobre seu piso horizontal encontram-se um caixote muito pesado e um operário, ambos em repouso em relação ao elevador, como ilustra a figura a seguir.

Em um dado instante, o operário percebe que a foça horizontal que ele precisou exercer sobre o caixote para fazê-lo começar a deslizar sobre o piso é menor (em módulo) do que a força horizontal que ele precisou exercer sobre o caixote para fazê-lo começar a deslizar quando o elevador estava em repouso.
A esse respeito, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Nesse instante, a aceleração vertical do elevador tem o sentido para baixo.
( ) Não é possível afirmar se, nesse instante, o elevador está subindo ou descendo.
( ) O coeficiente de atrito estático entre o caixote e o piso horizontal do elevador não depende de o elevador estar se movendo verticalmente, acelerado ou retardado.
As afirmativas são, respectivamente,

Considere que a figura precedente representa um sistema que deva
ser avaliado para se determinar se ele suporta uma pessoa com
massa corpórea de 70 kg. Sabendo que as tensões máximas
suportadas pelas cordas A, B e C são, respectivamente, 550 N, 550
N e 750 N, e que sen 45º = cos 45º = 0,7 e g = 10 m/s2
, assinale a
opção que apresenta uma conclusão correta acerca desse sistema.
Em uma academia de ginástica, há um equipamento de musculação como o esquematizado na figura.

Um peso P é atado à extremidade de um cabo flexível,
inextensível e de peso desprezível, que passa pelo sulco
de uma roldana presa a uma base superior. A outra extremidade
do cabo é atada ao ponto B de uma alavanca rígida
AC, de peso desprezível, articulada na extremidade
C; o ponto C é fixado em um suporte preso à base inferior
do aparelho. A pessoa praticante deve exercer uma força
vertical aplicada em A. São dados os valores: P = 400 N,
CB = 20 cm e AB = 60 cm. A intensidade da força vertical
aplicada pelo praticante em A, para manter o sistema em
equilíbrio na posição mostrada, deve ser de
Em um laboratório de Física, é feita, aos alunos de um grupo, a proposta de determinarem a intensidade da força de atrito entre a superfície horizontal de uma mesa e a base de um bloco de 5,0 kg de massa. Para tal finalidade, o bloco deve ser puxado, na direção do movimento, por um dinamômetro d, cuja mola tem uma constante de elasticidade de 100 N/m. Durante o movimento acelerado, de função horária S = 2,0.t2 (SI), a mola fica distendida de 28 cm.

A intensidade da força de atrito, em N, é de
A figura acima ilustra um arranjo utilizado para demolição de parede. Nesse arranjo, uma esfera de massa M, considerada idealmente como uma partícula, encontra-se pendurada por um cabo de aço inextensível de comprimento L preso a uma argola sem atrito. O cabo L faz um ângulo θ com relação a direção vertical e a massa M se encontra, inicialmente, à distância D do anteparo A (parede).
Considerando essa situação, julgue o item que se segue.
Se a partícula M se chocar elasticamente, com uma velocidade vetorial
com o anteparo A, rigidamente preso à Terra, e o r
v
anteparo não se romper, então a partícula M irá, logo após o
choque, reverter seu movimento com a velocidade na direção
horizontal igual a - v
