Questões de Concurso Comentadas sobre filosofia

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Q4235850 Filosofia
Nas análises acerca da consolidação da tradição marxista no Serviço Social, compreende-se que a razão instrumental foi substituída por uma nova, segundo a qual “os processos sociais podem ser reconstruídos, racionalmente, pelos sujeitos, transcendendo e desvendando sua aparência a partir de múltiplas determinações. Busca-se captar o real a partir do ponto de vista da totalidade e da historicidade, bem como afirmar o caráter histórico e criador da práxis humana”. Como é denominada essa nova razão? 
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Q4233393 Filosofia
O setor de Recursos Humanos de uma Prefeitura constatou que o sistema de folha de pagamento estava gerando cálculos incorretos nos contracheques dos servidores mês a mês. Diante da extrema complexidade para identificar a origem do erro no documento completo, a equipe decidiu decompor o contracheque em suas menores partes possíveis. Para conduzir uma investigação isolada, estruturaram-se três grupos específicos: um encarregado de checar exclusivamente as rubricas de “Vencimento Básico”, outro focado em auditar apenas as fórmulas de horas extras e adicionais, e um terceiro dedicado a revisar os descontos compulsórios de previdência, imposto de renda e faltas. Essa estratégia de fragmentar o problema maior em elementos operacionais simples para facilitar a identificação da falha baseia-se diretamente no princípio cartesiano da:
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Q4233061 Filosofia
A obra de Karl Marx rompe com a especulação filosófica abstrata ao colocar a práxis no centro de sua concepção do materialismo histórico. Para o autor, a essência humana não é uma abstração inerente ao indivíduo isolado, mas o próprio conjunto das relações sociais, posto que é a realidade material que molda a consciência dos sujeitos. A respeito da teoria de Marx, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q4232426 Filosofia
Segundo Pontes (2000), a reflexão em torno da categoria da mediação está intrinsecamente vinculada ao método dialético, do qual é um componente medular. Sob essa ótica, a concepção dialética caracteriza-se primordialmente pela perspectiva da:
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Q4220992 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de História das Religiões” (2008), dedica extensa análise ao simbolismo vegetal e aos ritos de renovação, demonstrando como as hierofanias vegetais revelam uma estrutura coerente de pensamento sobre a vida, a morte e a regeneração periódica. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O que se designa por ‘cultos da vegetação’ é, portanto, mais complexo do que a denominação deixa transparecer. Através da vegetação, é a vida inteira, é a natureza que se regenera por múltiplos ritmos, que é ‘honrada’, promovida, solicitada. As forças vegetativas são uma epifania da vida cósmica. Na medida em que o homem está integrado nessa natureza e crê poder utilizar essa vida para os seus próprios fins, ele manipula os ‘sinais’ vegetais (o ‘Maio’, o ramo vernal, o casamento das árvores, etc.) ou venera-os (as ‘árvores sagradas’, etc.). Mas nunca houve uma ‘religião da vegetação’, um culto exclusivamente concentrado nas plantas ou nas árvores.” (p. 264- 265)
“O essencial nas festas da vegetação, tal como se conservaram nas tradições europeias, não é só a exposição cerimonial de uma árvore, mas também a bênção de um novo ano que começa... O aparecimento da vegetação inaugura um novo ciclo temporal; a vida vegetativa renasce em cada primavera, ‘recomeça’.” (p. 257)
“O que importa, insistamos, não é somente a manifestação da força vegetativa, mas o tempo em que ela se realiza. Não é só um acontecimento que tem lugar no espaço, mas também no tempo. Uma nova etapa começa: repete-se o ato inicial, mítico, da regeneração.” (p. 262)
“Em todos esses contos, o circuito homem-planta é dramático; dir-se-ia que a heroína se dissimula tomando a forma de uma árvore sempre que alguém põe termo à sua vida. Trata-se de um regresso provisório ao nível vegetal.” (p. 247)
Considerando a análise eliadiana da estrutura das hierofanias vegetais, dos ritos de renovação e das relações entre o homem e o mundo vegetal, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
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Q4220991 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de História das Religiões” (1949), propõe uma abordagem morfológica e fenomenológica do sagrado, dedicando especial atenção às hierofanias celestes e à sua progressiva substituição por outras formas religiosas mais dinâmicas e acessíveis à experiência humana. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O Céu em si-mesmo, considerado como abóbada sideral e região atmosférica, é rico em valores mítico-religiosos. O ‘alto’, o ‘elevado’, o espaço infinito são hierofanias do ‘transcendente’, do sagrado por excelência... Mas não podemos reduzir os seres supremos a uma hierofania uraniana, pois eles ultrapassam tal condição: são ‘criadores’, ‘bons’, ‘eternos’ (‘velhos’), fundadores de instituições e guardiães das normas — atributos que só em parte podem ser explicados pelas hierofanias celestes.” (p. 98).
“Uma vez feita esta reserva — que é importante — podemos destrinçar na história dos seres supremos e das divindades celestes um fenômeno no mais alto grau revelador para a experiência religiosa da humanidade: é que estas figuras divinas têm tendência a desaparecer do culto. Em parte nenhuma desempenham um papel predominante, foram afastadas e substituídas por outras forças religiosas: culto dos antepassados, espíritos e deuses da natureza, demônios da fecundidade, grandes deuses, etc. É notável que esta substituição se faça sempre em proveito de uma força religiosa ou de uma divindade mais concreta, mais dinâmica, mais fértil (por exemplo, o Sol, a Grande Mãe, o Deus Macho, etc.). O vencedor é sempre o representante ou o distribuidor da fecundidade: ou seja, em última análise, o representante ou o distribuidor da vida.” (p. 99).
“O fenômeno da solarização do ser supremo uraniano é bastante freqüente na África. Toda uma série de povos africanos dá ao ‘ser supremo’ o nome de ‘Sol’... A solarização progressiva das divindades celestes corresponde ao mesmo processo de erosão que conduziu, em outros contextos, à transformação destas divindades celestes em deuses atmosférico-fecundadores.” (p. 107).
Considerando a análise eliadiana da estrutura e do destino histórico das divindades celestes, bem como o fenômeno de sua substituição por figuras divinas mais dinâmicas e ligadas à fecundidade, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
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Q4220990 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Mito e Realidade” (1963), propõe uma redefinição fundamental do conceito de mito, contrapondo-se à acepção corrente que o reduz a “fábula”, “ficção” ou “ilusão”, para restituir-lhe o sentido que possuía nas sociedades arcaicas e tradicionais: o de uma “história sagrada” que revela os modelos exemplares de todos os atos humanos significativos. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“A definição que a mim, pessoalmente, me parece a menos imperfeita, por ser a mais ampla, é a seguinte: o mito conta uma história sagrada; ele relata um acontecimento ocorrido no tempo primordial, o tempo fabuloso do ‘princípio’. Em outros termos, o mito narra como, graças às façanhas dos Entes Sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o Cosmo, ou apenas um fragmento: uma ilha, uma espécie vegetal, um comportamento humano, uma instituição. É sempre, portanto, a narrativa de uma ‘criação’: ele relata de que modo algo foi produzido e começou a ser. O mito fala apenas do que realmente ocorreu, do que se manifestou plenamente.” (p. 9)
“O mito é considerado uma história sagrada e, portanto, uma ‘história verdadeira’, porque sempre se refere a realidades. O mito cosmogônico é ‘verdadeiro’ porque a existência do Mundo aí está para prová-lo; o mito da origem da morte é igualmente ‘verdadeiro’ porque é provado pela mortalidade do homem, e assim por diante.” (p. 9)
“Os mitos, em suma, recordam continuamente que eventos grandiosos tiveram lugar sobre a Terra, e que esse ‘passado glorioso’ é em parte recuperável. A imitação dos gestos paradigmáticos tem igualmente um aspecto positivo: o rito força o homem a transcender os seus limites, obriga-o a situar-se ao lado dos Deuses e dos Heróis míticos, a fim de poder realizar os atos deles. Direta ou indiretamente, o mito ‘eleva’ o homem.” (p. 104)
Considerando a definição eliadiana de mito como “história sagrada” e “narrativa de uma criação”, bem como sua função de fornecer modelos paradigmáticos para a conduta humana, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor. 
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Q4220989 Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Imagens e Símbolos: ensaios sobre o simbolismo mágico-religioso” (1952), propõe uma fundamentação teórico-metodológica para o estudo dos símbolos e imagens arquetípicas, contrapondo-se, explícita ou implicitamente, tanto ao positivismo evolucionista quanto às abordagens que reduzem o simbolismo a meros produtos do inconsciente individual ou a epifenômenos históricos. Considerando os fundamentos epistemológicos apresentados pelo autor, analise atentamente os excertos extraídos da referida obra e, em seguida, responda à questão.
“O pensamento simbólico não é domínio exclusivo da criança, do poeta ou do desequilibrado: ele é consubstancial ao ser humano: precede a linguagem e a razão discursiva. O símbolo revela certos aspectos da realidade — os mais profundos — que desafiam qualquer outro meio de conhecimento. As imagens, os símbolos, os mitos, não são criações irresponsáveis da psiqué; eles respondem a uma necessidade e preenchem uma função: pôr a nu as mais secretas modalidades do ser. Por conseguinte o seu estudo permite-nos conhecer melhor o homem, ‘o homem sem mais’, aquele que ainda não transigiu com as condições da história.” (p. 13).
“Não se deve encarar este simbolismo do Centro com as suas implicações geométricas do espírito científico ocidental. Para cada um destes microcosmos podem existir vários ‘centros’. Como não tardaremos a ver, todas as civilizações orientais — Mesopotâmia, Índia, China, etc. — conhecem um número ilimitado de ‘Centros’. Melhor ainda: cada um destes ‘Centros’ é considerado e mesmo designado literalmente por ‘Centro do Mundo’. Como se trata de um espaço sagrado, que é dado por uma hierofania ou construído ritualmente, e não de um espaço profano, homogéneo, geométrico, a pluralidade dos ‘Centros da Terra’ no interior de uma só região habitada não oferece qualquer dificuldade. Estamos em presença de uma geografia sagrada e mítica, a única efetivamente real e não de uma geografia profana, ‘objetiva’, de certo modo abstrata e não essencial, construção teórica de um espaço e de um mundo que não se habita e que, portanto, não se conhece.” (p. 39).
“O que distingue o historiador das religiões de um historiador sem mais, é que ele lida com fatos que, se bem que históricos, revelam um comportamento que ultrapassa de longe os comportamentos históricos do ser humano. Se é verdade que o homem se encontra sempre ‘em situação’, esta situação nem por isso é sempre histórica, ou seja, condicionada unicamente pelo momento histórico contemporâneo. O homem integral conhece outras situações além da sua condição histórica; conhece, por exemplo, o estado onírico, ou de sonho acordado, ou de melancolia e de desprendimento, ou de beatitude estética, ou de evasão, etc. — e todos estes estados não são ‘históricos’, se bem que sejam também autênticos e tão importantes para a existência humana como a sua situação histórica.” (p. 32-33). 
Considerando a defesa eliadiana da autonomia e da perenidade do simbolismo, bem como sua crítica ao historicismo redutor e ao positivismo, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
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Q4219587 Filosofia
Leia o trecho a seguir.
Boa física é feita a priori. Teoria precede fato. Experiência é inútil, pois antes de ser realizada nós já possuímos o conhecimento que estamos buscando. Leis fundamentais do movimento e repouso, leis que determinam o comportamento espaço-temporal de corpos materiais, são formuladas segundo princípios abstratos e relações numéricas. Da mesma natureza daquelas que governam relações e leis das figuras e números. Nós as encontramos não na Natureza, mas em nós mesmos, em nossa mente, assim como Platão nos ensinou muito tempo atrás.
Adaptado de KOYRE, A. Galileo and the scientific revolution of the seventeenth century. Philosophical Review, v. 52, n. 4, 1943, p. 347.

Com base no trecho, assinale a opção que identifica o fundamento epistemológico da Revolução Científica do século XVII descrito por Galileu.
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Q4217687 Filosofia
Leia os trechos a seguir.

I. O termo Antropoceno mantém uma distância produtiva em relação à ideia de “Homem”, que é uma construção moderna. “Homem” não significa apenas humanos, mas um tipo específico de ser formulado pelo Iluminismo e por processos de modernização e regulação estatal. Foi esse “Homem” que produziu o estado atual do mundo. Incorporar essa dimensão no termo Antropoceno pode permitir refletir sobre a contradição de buscar soluções no mesmo agente que produziu os problemas. Compartilho das preocupações quanto ao Antropoceno como uma forma de arrogância de que o mundo atual seria resultado da ação de uma única espécie. Ao mesmo tempo, o conceito contém uma contradição produtiva que pode ser explorada. Justamente por ainda ser múltiplo e indefinido, o Antropoceno mantém um potencial.

Adaptado de TSING, Anna. Anthropologists Are Talking – About the Anthropocene. Ethnos, vol. 81:3, 2016, p. 541.

II. Designar o período atual como Antropoceno significa dizer a todas as demais disciplinas que a tarefa de articular “antropologia física” e “antropologia cultural” já não é mais exclusiva da antropologia. Todos estão agora convergindo para enfrentar a mesma experiência que a antropologia vivenciou desde o início do século XIX: como fazer coexistir ossos e divindades. Poder-se-ia objetar que não há motivo para entusiasmo diante da repetição do antigo e desgastado embate entre dimensões “físicas” e “sociais” na definição da evolução e da existência humana. Concordo. No entanto, o conceito de Antropoceno introduz um terceiro elemento com potencial para subverter esse quadro: ao afirmar que a agência humana se tornou a principal força geológica que molda a Terra, coloca-se a questão da responsabilidade.

Adaptado de LATOUR, Bruno. Anthropology at the Time of the Anthropocene - a personal view of what is to be studied. Lecture in American Association of Anthropologists, 2014, pp.3-4. 

Com base nos trechos, assinale a opção que apresenta corretamente as interpretações dos autores sobre o conceito de Antropoceno. 
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Q4209843 Filosofia

“Embora os conceitos de moral e ética sejam conceitos filosóficos estudados distintamente, importa-nos reconhecer que, quando falamos em moralidade pública e ética, estamos nos referindo ao comportamento ________________________ do agente público” (Cartilha de Atendimento ao Cidadão, Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, 2024).


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

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Q4209381 Filosofia
Ao longo da história da filosofia, o conceito de belo recebeu formulações distintas. Para certa tradição, que remonta à Antiguidade clássica e atravessa o pensamento medieval, a beleza residiria em propriedades objetivas do próprio objeto. Já a partir da modernidade, com autores como Hume e Kant, ganha força a ideia de que o juízo sobre o belo se enraíza na relação entre o objeto e o sujeito que o contempla, deslocando a questão para o âmbito da experiência, do sentimento e da faculdade de julgar. Sobre as concepções filosóficas do belo, assinale a alternativa correta:
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Q4209380 Filosofia
Em A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica , Walter Benjamin afirma que, mesmo na reprodução mais perfeita de uma obra, falta-lhe o "aqui e agora": sua existência única, no lugar em que se encontra, à qual se prende sua autenticidade. A partir dessa noção, assinale a alternativa correta.
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Q4208968 Filosofia
“[...] quanto mais os problemas se tornam multidimensionais, maior a incapacidade de pensar sua multidimensionalidade; quanto mais a crise progride, mais progride a incapacidade de pensar a crise; quanto mais planetários tornam-se os problemas, mais impensáveis eles se tornam. Uma inteligência incapaz de perceber o contexto e o complexo planetário fica cega, inconsciente e irresponsável” (Morin, 2005). O pensamento de Morin, expresso no trecho apresentado, está diretamente relacionado à necessidade de a educação desenvolver o:
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Q4203047 Filosofia
Durante a elaboração de um artigo científico, um pesquisador busca descrever a base filosófica predominante nas discussões sobre corporeidade na Educação Física brasileira. Para isso, redige o seguinte trecho:

"A perspectiva ___________, especialmente a partir das ideias de ___________, fundamenta predominantemente as discussões sobre corporeidade na Educação Física brasileira, tendo como precursores no campo autores como                                      .

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: 
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Q4189180 Filosofia
O Humanismo caracteriza-se principalmente por:
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Q4179636 Filosofia
Leia o trecho abaixo para responder a presente questão:

A Pedagogia Social tem uma tarefa de conflito, mas indispensável pela frente: na sociedade de toda a identidade moral de cada um é formada numa comunidade de discussão e de negociação. O diálogo intersubjetivo é, em si mesmo, uma exigência ética na medida em que possibilita o frente-a-frente humano, lugar crítico por excelência, proporcionando o confronto de ideias, de atitudes e de valores.

Com base no excerto, é correto afirmar:
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Q4176784 Filosofia
No contexto do uso da ética e cidadania na atuação dos profissionais de saúde, é CORRETO afirmar que: 
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Q4174352 Filosofia
“Eu compreendi mais tarde como aprendi a falar: não eram os adultos que me ensinavam as palavras segundo um método preciso, como o fizeram mais tarde para me ensinarem as letras, era eu por mim mesmo, graças à inteligência que Tu, Senhor, me deste. Era eu que procurava, através de gemidos, gritos diversos e gestos vários, manifestar os sentimentos do coração, para que fizessem minhas vontades”. (Santo Agostinho, 1984, p. 25.) A partir do fragmento acima, pode-se entender que o papel da Linguagem, neste contexto, implica que:
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Q4163275 Filosofia
Para responder à questão, leia o texto abaixo


Estas Verdades


Estas verdades não são perfeitas porque são ditas.

E antes de ditas, pensadas.

Mas no fundo o que está certo é elas negarem-se a si próprias.

Na negação oposta de afirmarem qualquer cousa.

A única afirmação é ser.

E ser o oposto é o que não queria de mim.

Autor: Alberto Caeiro.
Nos dois primeiros versos do poema - Estas verdades não são perfeitas porque são ditas. / E antes de ditas pensadas. -, o eu lírico aponta uma imperfeição intrínseca às "verdades" humanas. No contexto da filosofia de Alberto Caeiro, essa imperfeição decorre do fato de que:
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Respostas
1: C
2: B
3: A
4: B
5: D
6: B
7: A
8: B
9: C
10: D
11: A
12: D
13: D
14: B
15: B
16: A
17: C
18: D
19: A
20: B