Questões de Concurso Sobre filosofia
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No caso das criaturas, estes dois conceitos designam, respectivamente
NIETZSCHE, F. Genealogia da moral. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. (Adaptado.)
O método genealógico de Nietzsche é empregado em suas investigações sobre como os valores se constituem. Com relação a esse método, é correto afirmar que os valores
SÊNECA. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
O filósofo latino Sêneca é um dos principais expoentes do estoicismo. Para esta escola, a tranquilidade é alcançada quando
Assinale a opção correta, segundo essa distinção kantiana.
HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2014.
O trecho acima ilustra a concepção dialética de Hegel, segundo a qual os contrários
HEIDEGGER, M. “A questão da técnica”. Scientiae Studia, São Paulo, v. 5, n. 3, 2007.
O filósofo alemão Martin Heidegger é conhecido por sua crítica à modernidade do ponto de vista ontológico. Segundo o trecho, o perigo essencial da técnica moderna é
CASSIN, B. O efeito sofístico. São Paulo: Editora 34, 2005. (Adaptado.)
A leitura tradicional a respeito dos sofistas é tributária da interpretação platônico-aristotélica. A relação do trecho acima com essa interpretação é de
Baseava-se na prática da epoché como caminho para alcançar a ataraxia, ou seja,
SPINOZA, B. de. Ética. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
O trecho acima expressa a posição crítica de Espinosa em relação a uma das formas de causalidade teorizadas pela tradição filosófica. Trata-se da noção de causa
ARISTÓTELES. De Anima. São Paulo: Editora 34, 2012.
O trecho acima pertence ao início das investigações de Aristóteles acerca da alma. O filósofo concluirá que a alma é
Existem áreas fundamentais da filosofia que ajudam as pessoas a refletir sobre suas respectivas ações, decisões e obrigações: a nos convida a buscar princípios e valores que nos guiarão em nossas escolhas, enquanto a enfatiza a natureza obrigatória dos deveres independentemente das consequências.
A filosofia no Brasil vem se desenvolvendo ao longo dos séculos, refletindo as particularidades culturais, sociais e históricas do país. João Cruz Costa oferece uma análise detalhada sobre o desenvolvimento do pensamento filosófico no Brasil. Em sua obra Contribuição à História das Ideias no Brasil (1956), explora as influências e os desafios enfrentados pela Filosofia no Brasil. A formação do pensamento filosófico no Brasil, influenciada por correntes europeias, enfrenta o desafio de se adaptar e refletir sobre a realidade específica de nossa sociedade, marcada por suas próprias contradições e complexidades.
Dossiê: A história da Filosofia no Brasil. Revista Cult. Edição 268. Editora Bregantini. São Paulo-SP, 2021
Considerando a análise de João Cruz Costa, assinale a opção que apresenta uma proposta de intervenção que possibilite ao professor trabalhar com seus alunos a necessidade de se pensar filosoficamente a realidade brasileira.
NIETZSCHE, F. W. Genealogia da moral: uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998 (adaptado).
A partir do texto apresentado, assinale a opção que indica um objetivo de aprendizagem, seguido da abordagem a ser adotada pelo docente em uma aula de Filosofia.
D’ANCONA, M. Pós-verdade: a nova guerra contra fatos em tempos de fake news. Barueri: Faro Editorial, 2018 (adaptado).
Caso um professor de Filosofia promova em sala de aula a reflexão contida no texto, é correto afirmar que ele incitará os estudantes a realizar uma análise crítica acerca da difusão do conhecimento e a elaborar a compreensão sobre o
ADORNO, T. W. Dialética negativa. Tradução de Marco Antonio Casanova. Rio de Janeiro: Zahar, 2009 (adaptado).
Em uma aula de Filosofia para a 3ª série do Ensino Médio, visando à análise crítica da razão moderna, o docente propôs que os estudantes identificassem, por meio de uma pesquisa bibliográfica, as principais correntes de pensamento filosófico e as relacionassem à crítica do texto de Adorno, apresentado acima.
Nesse caso, para entender corretamente a crítica do texto de Adorno, os discentes devem identificar que ela se volta contra
O tema do poder invisível foi até agora muito pouco explorado (inclusive porque escapa das técnicas de pesquisa adotadas habitualmente pelos sociólogos, tais como entrevistas, levantamentos de opinião, etc.). Talvez eu esteja particularmente influenciado por aquilo que acontece na Itália, onde a presença do poder invisível (máfia, camorra, lojas maçônicas anômalas, serviços secretos incontroláveis e acobertadores dos subversivos que deveriam combater) é, permitam-me o jogo de palavras, visibilíssima. A verdade porém é que o tratamento mais amplo do tema foi por mim encontrado, até agora, no livro de um estudioso americano, Alan Wolfe, Os limites da legitimidade, que dedica um bem documentado capítulo ao que denomina de ‘duplo Estado’, duplo no sentido de que ao lado de um Estado visível existiria sempre um Estado invisível.
BOBBIO, N. O futuro da democracia. São Paulo: Paz e Terra, 1986.
Nessa situação, infere-se que o objetivo de aprendizagem definido pelo professor ao utilizar o referido texto para orientar a discussão da temática é
1. Todos os feijões daquela saca são brancos. Esses feijões são daquela saca. Logo, esses feijões são brancos.
2. Esses feijões são daquela saca. Esses feijões são brancos. Logo, todos os feijões daquela saca são brancos.
3. Todos os feijões daquela saca são brancos. Esses feijões são brancos. Logo, esses feijões são daquela saca.
Para finalizar a atividade, a professora estabeleceu como critério avaliativo a devida associação das formas de raciocínio com os argumentos apresentados, de modo que os silogismos 1, 2 e 3 deveriam ser, respectivamente, classificados por cada grupo como
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2000 (adaptado).
Uma professora de Filosofia, ao abordar a relação entre ética e liberdade em uma turma do 9º ano do Ensino Fundamental, realizou, de forma contextualizada, a leitura do texto acima.
Após a leitura, um estudante se mostrou bastante incomodado e pediu a palavra, afirmando que “estar sob o poder de forças externas não é uma escolha, nem é racional, pois existe um Deus absoluto que tem planos para nós”.
Nesse cenário, a metodologia que potencializa a problematização feita pelo estudante é a
Uma plataforma que disponibiliza textos na Internet, entre os quais muitos não possuem autorização de publicação, é motivo de debate entre os acadêmicos. Alguns a consideram um exemplo da ideia de educação universal e democratização do conhecimento. Já outros a veem como um site ilegal, uma vez que burla as regras de direitos autorais.
Nesse contexto, sob a perspectiva da ética utilitarista, a reflexão apresentada pela professora constitui o princípio
A criança que acaba de nascer não conhece nem objetos determinados nem propriedades determinadas de objeto nenhum; mas, no dia em que aplicarem na sua frente uma propriedade a um objeto, um epíteto a um substantivo, compreenderá imediatamente o que isso quer dizer. A relação do atributo com o sujeito é, portanto, apreendida por ela naturalmente. E o mesmo poderia ser dito da relação geral que o verbo exprime, relação tão imediatamente concebida pelo espírito que a linguagem pode subentendê-la, como acontece nas línguas rudimentares que não têm verbo. A inteligência faz portanto naturalmente uso das relações de equivalente com equivalente, de conteúdo com continente, de causa com efeito, etc., implicadas em toda frase na qual há um sujeito, um atributo, um verbo expresso ou subentendido.
BERGSON, H. A evolução criadora. Tradução: Bento Prado Neto. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
TEXTO 2
Em contraste com a estrutura sujeito-verbo-objeto, a linguagem reomodal de Ubu-ntu aceita o verbo como o ponto de partida. Em nossa visão, o verbo não apenas pressupõe, mas é também materialização/ incorporação/personificação do agente. A atividade ou a ação do verbo é menos o efeito de determinada doença, inseparável do agente. O agente existente, presente numa tensão contínua é, em si mesmo, em muitos momentos cedidos, a materialização da potencialidade para uma variedade infinita de uma atividade incessante de uma fusão e convergência. Para usar uma metáfora biológica, nós podemos dizer que o presente continuamente tenso é como um infinito encadeamento alternado de bebês, jovens e adultos todos perpetuamente conectados a suas mães através de seus cordões umbilicais.
RAMOSE, M. B. African philosophy through ubuntu. Tradução: Arnaldo Vasconcellos. Harare: Mond Books, 1999 (adaptado).
Considerando que os textos apresentam diferentes compreensões sobre a relação entre linguagem e ontologia, é correto afirmar que, para Bergson, a linguagem