Questões de Concurso Sobre pensamento pós-moderno em filosofia

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Q1852031 Filosofia

Considerando a relação entre as críticas realizadas pelo teórico Walter Benjamin, da Escola de Teoria Crítica, mais conhecida como Escola de Frankfurt, e a produção artística em tempos de avanço tecnológico, julgue o item a seguir.


Para Walter Benjamin, a indústria cultural e reprodutibilidade técnica possibilitaram ao homem contemporâneo criar fenômenos como a estetização da política (própria do fascismo) e a politização da arte (própria do comunismo). 

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Q1852029 Filosofia

Considerando a relação entre as críticas realizadas pelo teórico Walter Benjamin, da Escola de Teoria Crítica, mais conhecida como Escola de Frankfurt, e a produção artística em tempos de avanço tecnológico, julgue o item a seguir.


Para Walter Benjamin, a grande questão a ser pensada e analisada na era da indústria cultural, quanto ao conceito de reprodutibilidade técnica da obra de arte é o valor da quintessência de tudo que foi transmitido pela tradição a partir de sua origem, duração e conteúdo histórico.

Alternativas
Q1852028 Filosofia

Considerando a relação entre as críticas realizadas pelo teórico Walter Benjamin, da Escola de Teoria Crítica, mais conhecida como Escola de Frankfurt, e a produção artística em tempos de avanço tecnológico, julgue o item a seguir.


Mesmo sendo um crítico da perda de sentido da obra de arte, no processo de reprodutibilidade técnica, Walter Benjamin consegue ser otimista quanto ao uso do cinema, por exemplo, como ferramenta que torna possível profundas transformações sociais por meio do alcance do proletariado. 

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Q1852010 Filosofia

Frase 1: “Só como fenômeno estético, a existência e o mundo aparecem eternamente justificados.” (Friedrich Nietzsche. O nascimento da tragédia.)

Frase 2: “Temos a arte para não morrer perante a verdade.” (Friedrich Nietzsche. A vontade de poder.)


Tendo por referência as frases 1 e 2 precedentes bem como a obra de Friedrich Nietzsche e suas noções acerca da arte e da vida, julgue o item a seguir.


Assim como autores da Grécia Clássica, Nietzsche defendeu uma mútua identificação entre o belo e o bom, o que pode ser corroborado pela frase 1.

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Q1852006 Filosofia

Ao discutir e conceituar técnica, Martin Heidegger elabora uma teoria que a relaciona com a existência humana. A esse respeito, julgue o item a seguir.


Heidegger afirma que a técnica é um modo do descobrimento, é um fazer vir.

Alternativas
Q1852005 Filosofia

Ao discutir e conceituar técnica, Martin Heidegger elabora uma teoria que a relaciona com a existência humana. A esse respeito, julgue o item a seguir.


Para Heidegger, não há distinção entre a téchne dos gregos e a “técnica moderna”.

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Q1851981 Filosofia

    Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens, nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens. Salta para chamar a atenção.

Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.

A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche.


O “super-homem” (ou “além do homem”) constitui uma figura para ilustrar o aperfeiçoamento da existência humana por meio da moral e da religião.

Alternativas
Q1851980 Filosofia

    Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens, nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens. Salta para chamar a atenção.

Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.

A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche.


No texto apresentado, Byung-Chull Han atualiza a crítica nietzscheana ao apresentar a figura do “Homo saliens”, pela qual indica a decadência humana observada no cotidiano atual.

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Q1848649 Filosofia
Leia com atenção o texto abaixo: Convictos da plena capacidade intelectual dos indivíduos, os pensadores humanistas consideravam a educação e a busca .......................................... , processos decisivos para o uso adequado dessas faculdades. A educação humanista devia habilitar o homem a descobrir o seu verdadeiro destino e conceber através da imitação de modelos clássicos uma humanidade ideal, preparando-os para falar e escrever com eloquência e clareza, para melhor se envolver na vida ................................ . Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
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Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC Prova: IBADE - 2019 - SEE-AC - Professor - Filosofia |
Q2029166 Filosofia
“Até Orwell estaria assombrado. Vivemos a ficção de que o mercado é maravilhoso porque nos dizem que está composto por consumidores informados que adotam decisões racionais. Mas basta ligar a televisão e ver os anúncios: procuram informar o consumidor para que tome decisões racionais? Ou procuram enganar? Pensemos, por exemplo, nos anúncios de carros. Oferecem dados sobre suas características? Apresentam informes realizados por entidades independentes? Porque isso sim que geraria consumidores informados capazes de tomar decisões racionais. Em vez disso, o que vemos é um carro voando, pilotado por um ator famoso. Tentam prejudicar o mercado. As empresas não querem mercados livres, querem mercados cativos. De outra forma, colapsariam.” Noam Chomsky
Depreende-se da citação acima uma característica marcante do pensamento filosófico, no sentido de:
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Q2027034 Filosofia
“É claramente perceptível o período de uma civilização exclusivamente técnica, que perde a conexão entre a teoria e a práxis; está ameaçada pela cisão da consciência e pela divisão dos homens em duas categorias: engenheiros sociais e hóspedes de instituições totais”.
As consequências apresentadas por Habermas quanto à persistência e à extensão do controle tecnoburocrático evidenciam que suas observações estão fundamentadas numa lógica
I. concentrada na operacionalização das políticas públicas. II. de purificação da contradição entre aparência e essência. III. dependente da contraposição sujeito e objeto. IV. do ser das coisas a partir do que elas não são.
Estão corretas somente as complementações contidas em
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Q2027030 Filosofia
Atente para o seguinte excerto: “Os padrões teriam resultado originariamente das necessidades dos consumidores; eis porque são aceitos sem resistência. De fato, o que explica é o círculo de manipulação e da necessidade retroativa, no qual a unidade do sistema torna-se cada vez mais coesa. O que não se diz é que o terreno no qual a técnica conquista seu poder sobre a sociedade é o poder que os economicamente mais fortes exercessem sobre a sociedade. A racionalidade técnica hoje é a racionalidade da própria dominação. Ela é o caráter compulsivo da sociedade alienada em si mesma”. Compreendendo a arte e os objetos culturais produzidos e veiculados, como mercadorias, a partir da citação de Adorno e Horkheimer, assinale a opção que corresponde a uma estratégia que contradiz a lógica da indústria cultural sob o capitalismo afluente.
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Q2027028 Filosofia
Atente para o seguinte excerto: “O socialismo nunca teria vindo à luz, se se tivesse querido somente entusiasmar os trabalhadores por uma ordem melhor das coisas. O que fez a força e a autoridade do movimento foi que Marx soube interessar os trabalhadores por uma ordem na qual eles ficariam numa situação melhor, e lhes mostrar que essa ordem era a justa. Acontece exatamente o mesmo com a arte. Em nenhuma época, por mais utópica que possa ser, vai-se conseguir ganhar as massas para uma arte superior, mas sempre para uma que lhes é mais próxima. Benjamin, Gesammelte Werk V-I. Passagen Werk, 1982.
Considerando o significado político dessa afirmação de Benjamin, já que ele se referia à significação política do cinema, é correto afirmar que 
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Q2026998 Filosofia
Sobre a “Ética do Discurso” de Habermas, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Procura um fundamento metafísico no discurso argumentativo. ( ) Desconsidera a guinada pragmática da linguagem na filosofia contemporânea e continua se embasando na guinada hermenêutica da linguagem. ( ) Habermas apresenta sua ética do discurso como sendo cognitivista, solipsista e procedimentalista. ( ) Constitui-se, dentre outras coisas, de uma reformulação do imperativo categórico kantiano na busca de uma fundamentação última baseada na linguagem.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Q1151188 Filosofia

A questão refere-se ao texto que segue. 


     No belíssimo ensaio em que trata das representações utópicas no século XVIII, Bronislaw Baczko1 assinala que a vontade de redimir a civilização moderna dos males que a afligem e de erguer uma ‘boa vida’ coletiva está presente nas mais variadas formas do imaginário social, constituindo um marco do ‘espírito do tempo’. A busca de um modelo ideal de convivência humana evidencia-se não só na proliferação de textos redigidos nos moldes tradicionais da literatura utópica, narrando viagens a um país feliz e/ou elaborando projetos para um governo justo, mas, também, na abundância de imagens e ideias para a reforma social em uma imensa quantidade de escritos e documentos pertencentes seja à cultura douta, seja à popular (cf. Baczko, 1979, passim). 

      A esse respeito, lembra o comentador, a bibliografia especializada no assunto registra cerca de 80 relatos de viagens imaginárias, publicados na França entre 1676 e 1789, número que apresenta um crescimento impressionante, chegando a mais de 2 mil textos, se forem consideradas as múltiplas e diferentes projeções utópicas presentes na literatura da época.

      A imagem de homens livres e iguais que vivem fraternalmente em comunhão de bens, sem leis nem governos, representa, em geral, o ideal de sociedade entre as correntes progressistas da época, fascinando inclusive escritores políticos como Voltaire, Montesquieu e Diderot, que nunca defenderam a abolição da propriedade e do Estado, circunscrevendo suas propostas de reforma do poder ao âmbito de um despotismo esclarecido, fiscalizado por uma opinião pública letrada, ou de uma monarquia constitucional inspirada no modelo vigente na Inglaterra após a Revolução Gloriosa2.

     De modo análogo, Charles Rihs3, em seu livro sobre os utopistas do século XVIII, chama a atenção para essas ‘antinomias’, lembrando, por exemplo, o descompasso entre o ideário social elitista de Voltaire e suas observações, feitas ao historiar os costumes, a respeito da felicidade dos povos do Novo Mundo e das tribos africanas que ignoram “o meu e o teu” (cf. Rihs, 1970, p. 14). Na mesma linha, Montesquieu, rígido defensor do ‘espírito das leis’ em sua obra principal, retrata com entusiasmo, nas Cartas persas, a organização social do pequeno reino árabe dos Trogloditas, onde todos trabalham jocosa e espontaneamente pelo bem comum. Além das divagações utópicas suscitadas pela investigação geográfica e histórica de culturas não-europeias, os homens das Luzes empreendem também a aventura filosófica, suspensa entre o real e o imaginário, como o Suplemento à Viagem de Bougainville, de Diderot, ou o Eldorado, em Cândido, de Voltaire, visões de paraísos onde os homens vivem felizes, sem brigas pela riqueza e pelo poder.

(Adaptado de PIOZZI, Patrizia. Os arquitetos da ordem anárquica: de Rousseau a Proudhon e Bakunin. São Paulo: Editora UNESP, 2006, p.73-74) 


Obs.: 1Bronislaw Baczko (1924-2016), filósofo e historiador de ideias polonês


 2Revolução Gloriosa ou Segunda Revolução Inglesa: movimento revolucionário de caráter pacífico, ocorrido na Inglaterra entre os anos de 1688 e 1689, que gerou a troca do absolutismo monárquico pela monarquia parlamentar.


3Charles Rihs, autor de obra sobre os filósofos utopistas. 

Compreende-se corretamente:
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Q1078402 Filosofia
A modernidade está relacionada, também, à época da sociedade industrial, com base no poder econômico e político dos grandes industriais e na exploração do trabalho produtivo. A ideia de que a modernidade terminou vem dos anos 1980, quando iniciou a chamada pós-modernidade, que corresponde à sociedade pós-industrial, aquela em que o poder econômico e político pertencem ao capital financeiro e ao setor de serviços de automação e informação. Analise: I. Considera a ordem histórica ou cultural instituída pelos homens como invenções ou instituições humanas, contingentes, efêmeras e passageiras. II. Concebe o ser humano como animal racional dotado de livre arbítrio e responsabilidade civil. III. Um conhecimento (filosófico, científico, artístico) é válido se for útil ou eficaz para a obtenção de fins desejados por quem conhece, não importando seus fins. IV. Considera que o conhecimento se define pelos critérios da verdade e falsidade. V. Define a Ética pela busca de satisfação de desejos, felicidade que se realiza na esfera da intimidade individual.
Correspondem ao pensamento Pós-Moderno o que se afirma APENAS em
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Q916023 Filosofia
      Nietzsche é considerado o filósofo que afirma a vida. Mais ainda, ele é o filósofo que relaciona vida e estética. Em O Nascimento da Tragédia, a afirmação está expressa da seguinte maneira: “Só como fenômeno estético a existência e o mundo aparecem eternamente justificados”. 

Tendo o aforismo precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, sobre as dimensões apolínea e dionisíaca e sobre os aspectos gerais da filosofia de Nietzsche relacionados à arte.


Para Nietzsche, a embriaguez é condição necessária e suficiente para a produção artística, por isso a ausência de um estado de embriaguez impede o artista de criar.

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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207064 Filosofia
Na contemporaneidade, a arte muitas vezes é tratada como um objeto de consumo, sendo mesmo produzida em série a fim de gerar maior rentabilidade. Filósofos frankfurtianos denominaram essa instrumentalização da arte como: 
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Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787421 Filosofia

Friedrich Nietzsche dedicou boa parte de sua obra ao tema da moral. Seu trabalho terminou por constituir-se, em grande medida, em uma contraposição às perspectivas kantianas acerca do tema. A respeito do pensamento moral desses dois grandes filósofos, julgue o item a seguir.

Nietzsche defende, como Kant, que se faz necessária a universalização de uma ação para que ela possa ser considerada boa.

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Q820934 Filosofia

A filosofia é teoria, visão crítica e trabalho do conceito, devendo ser preservada como tal e não como um somatório de ideias que o estudante deva decorar e que constitua em um manual sem vida, dogmático e antifilosófico, uma doutrinação sem diálogo, tornando-se a soma de preconceitos, recusando à filosofia esse traço que julgamos característico e essencial. Desse modo, cabe ao professor ensinar filosofia acompanhando ou, pelo menos, respeitando o movimento do pensar à luz de grandes obras, independentemente do autor ou da teoria escolhida.

                                                                           Idem, p. 35 (com adaptações).


Com referência ao texto acima, é correto afirmar que o professor deve selecionar os conteúdos do ensino médio para filosofia com base essencialmente

Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: C
44: E
45: C
46: E
47: E
48: C
49: C
50: E
51: D
52: A
53: C
54: A
55: C
56: B
57: E
58: C
59: E
60: C