Questões de Concurso Comentadas sobre o sujeito moderno em filosofia

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Q3540926 Filosofia
No existencialismo de Jean-Paul Sartre, a liberdade e a responsabilidade são temas centrais, refletindo a condição humana. Assinale a alternativa correta sobre a perspectiva filosófica de Sartre.
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Q3540921 Filosofia
Karl Popper desenvolveu uma abordagem crítica em relação ao papel da base empírica na ciência. Em relação à concepção de Popper acerca desse problema, assinale a alternativa correta.
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Q3540920 Filosofia
A obra de Theodor Adorno caracteriza-se por uma crítica contundente à racionalidade instrumental e às formas de dominação que emergem na modernidade tardia. Seu pensamento, profundamente influenciado pela Dialética do Esclarecimento, propõe uma reflexão sobre os mecanismos de alienação e reificação no contexto da sociedade administrada. Considerando a perspectiva adorniana, assinale a alternativa correta. 
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Q3540919 Filosofia
Kant propôs uma “Revolução Copernicana” na filosofia, mudando a maneira como entendemos a relação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Considerando o problema do conhecimento em Kant, assinale a alternativa correta.
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Q3540915 Filosofia
David Hume é um dos mais influentes filósofos do empirismo e suas teorias sobre o conhecimento e a mente humana exerceram um profundo impacto na filosofia moderna. Com base nas concepções humeanas, assinale a alternativa correta. 
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Q3540914 Filosofia
A formulação do cogito, ergo sum em Descartes representa um marco na fundamentação do conhecimento, estabelecendo um ponto de certeza indubitável após a aplicação da dúvida metódica. Em relação a essa fundamentação, assinale a alternativa correta.
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Q3540912 Filosofia
Em sua obra crítica, Kant aborda o problema do conhecimento, investigando como é possível compreender a realidade. Assinale a alternativa correta a respeito da concepção kantiana do conhecimento.
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Q3540911 Filosofia
No processo de fundamentação do conhecimento, Descartes busca um princípio absolutamente indubitável, chegando à célebre formulação do cogito, ergo sum (“penso, logo existo”). Sobre essa ideia, assinale a alternativa correta.
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Q3529283 Filosofia
Em a Crítica da Razão Pura, Immanuel Kant aponta que: “Não se pode duvidar de que todos os nossos conhecimentos começam com a experiência, porque, com efeito, como haveria de exercitar-se a faculdade de se conhecer se não fosse pelos objetos que, excitando os nossos sentidos, de uma parte, produzem por si mesmos representações, e, de outra parte, impulsionam a nossa inteligência a compará-los entre si, a reuni-los ou separá- -los, e deste modo à elaboração da matéria informe das impressões sensíveis para esse conhecimento das coisas que se denomina experiência? (1999. Adaptado).

Para Kant, embora todos os conhecimentos comecem com a experiência,
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Q3529282 Filosofia
A noção de causalidade, ou seja, a crença na existência de um princípio causal que relaciona os fenômenos naturais, constituindo-se em uma lei universal, explicando a própria racionalidade do real em termos da relação causa-efeito, e estabelecendo assim um nexo, um elo causal entre tudo o que acontece, é um pressuposto filosófico que remonta aos filósofos pré-socráticos. Entretanto, Hume questiona a realidade objetiva desse princípio causal.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Ressalta Danilo Marcondes que, no clássico exemplo das bolas de bilhar, Hume argumenta que
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Q3529281 Filosofia
Como apontam Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins: “O filósofo inglês John Locke elaborou sua teoria do conhecimento na obra Ensaio sobre o entendimento humano, que tem por objetivo saber qual é a essência, qual é a origem, qual é o alcance do conhecimento humano” (2009. Adaptado).

De acordo com Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, o conhecimento, para Locke,
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Q3525793 Filosofia
Em seu livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, Danilo Marcondes aborda o período crítico de Kant: “na relação de conhecimento, não é o sujeito que se orienta pelo objeto (o real), como quis a tradição, mas o objeto que é determinado pelo sujeito. A Crítica da razão pura visa, assim, investigar as condições de possibilidade do conhecimento”.

Segundo a perspectiva apresentada no excerto, as condições de possibilidade do conhecimento estão associadas à
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Q3525117 Filosofia
Kant discute a relação entre a razão especulativa e as ilusões transcendentes na seguinte passagem da Crítica da razão pura: “Um procedimento desta espécie, que consiste em submeter ao exame os fatos da razão, e, segundo o caso, à sua repreensão, pode-se designar por censura da razão. E incontestável que esta censura conduz inevitavelmente à dúvida com respeito a todo o uso transcendental dos princípios. (…) O primeiro passo nas coisas da razão pura (…) é dogmático. O segundo passo (…) é cético e testemunha a prudência do juízo avisado pela experiência. Mas é ainda necessário um terceiro passo, (…) o qual tem por fundamento máximas sólidas e de provada universalidade; consiste em submeter a exame não os fatos da razão, mas a própria razão no que respeita a todo o poder e capacidade de conhecimento puro a priori; já não se trata aqui da censura, mas da crítica da razão”.
A passagem da “censura” para a “crítica”, mencionada no excerto, implica
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Q3525113 Filosofia
Na Crítica da razão pura, Kant apresenta sua crítica ao empirismo de Hume. Diz o filósofo: “Hume concluiu pois, falsamente, da contingência da nossa ação de determinar segundo a lei, a contingência da própria lei e confundiu a passagem do conceito de uma coisa à experiência possível (…) com a síntese dos objetos da experiência real que, na verdade, é sempre empírica”.
A crítica kantiana mencionada está pautada em sua concepção de causalidade como
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Q3525104 Filosofia
Na Crítica da razão pura, Kant explica a criticidade presente em sua filosofia: “Em todos os seus empreendimentos deve a razão submeter-se à crítica e não pode fazer qualquer ataque à liberdade desta, sem se prejudicar a si mesma e atrair sobre si uma suspeita desfavorável. Nada há de tão importante, com respeito à utilidade, nem nada de tão sagrado que possa furtar-se a esta investigação aprofundada que não faz exceção para ninguém”.
A criticidade da filosofia kantiana se fundamenta no método que
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Q3525102 Filosofia
Um dos filósofos estudados no livro Filosofando: introdução à filosofia, de Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, é Francis Bacon. Dizem elas: “É conhecido como severo crítico da filosofia medieval, por considerá-la desinteressada e contemplativa, uma vez que, de acordo com o espírito da nova ciência moderna, Bacon aspirava a um saber instrumental que possibilitasse o controle da natureza. (…) Bacon inicia seu trabalho pela denúncia dos preconceitos e das noções falsas que dificultam a apreensão da realidade, aos quais chama de ídolos”.
A crítica do filósofo aos ídolos corresponde à crítica 
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Q3525093 Filosofia
Na obra Filosofando: introdução à filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins abordam a filosofia de Michel Foucault, afirmando que “A extensão progressiva de dispositivos disciplinares ao longo daqueles séculos e sua multiplicação no corpo social configuram o que se chama ‘sociedade disciplinar’”. Para as autoras, “(…) de acordo com uma ‘microfísica do poder’, Foucault identifica que o poder não se exerce de um ponto central como qualquer instância do Estado, mas se encontra disseminado em uma rede de instituições disciplinares”.
Os dois conceitos apresentados em Foucault investigam
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Q3525082 Filosofia
No prefácio da segunda edição da obra Crítica da Razão Pura, Kant apresenta uma de suas contribuições fundamentais para o desenvolvimento da estética transcendental, como se segue: “Deste modo, a razão especulativa concede-nos, ainda assim, campo livre para essa extensão, embora o tivesse que deixar vazio, competindo-nos a nós preenchê-lo, se pudermos, com os dados práticos, ao que por ela mesmo somos convidados”.
O excerto corresponde
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Q3523817 Filosofia
A definição de Alves et al. (2024) traz que “(...) é também aquilo que nos provoca, que nos desacomoda (...) é aquele movimento que força o pensamento a pensar e que, portanto, nos convoca a pensar em nossos próprios termos, sem referência a qualquer outro”. 
O trecho se refere ao 
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Q3523504 Filosofia
No caso do segundo Wittgenstein, pode-se dizer que na obra Investigações filosóficas a linguagem, entendida como tendo uma estrutura básica, uma forma lógica, desaparece, dissolve-se, fragmenta-se, dando lugar aos jogos de linguagem, múltiplos, multifacetados. Se adotamos a noção de jogo de linguagem, o significado não é mais estabelecido pela forma da proposição, nem pelo sentido de seus componentes, nem por sua relação com fatos, como ele defendia anteriormente (Marcondes, 2010).
Para o segundo Wittgenstein, o significado se estabeleceria
Alternativas
Respostas
101: E
102: A
103: D
104: A
105: B
106: C
107: C
108: A
109: B
110: C
111: E
112: B
113: A
114: B
115: E
116: B
117: B
118: D
119: E
120: B