Questões de Concurso Comentadas sobre o sujeito moderno em filosofia

Foram encontradas 702 questões

Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207065 Filosofia
O conceito de “autonomia da arte”, em sua versão mais radical, pode apresentar todas as características abaixo, exceto.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207064 Filosofia
Na contemporaneidade, a arte muitas vezes é tratada como um objeto de consumo, sendo mesmo produzida em série a fim de gerar maior rentabilidade. Filósofos frankfurtianos denominaram essa instrumentalização da arte como: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207061 Filosofia
Tomás de Aquino propôs cinco vias para provar a existência de Deus. Essas, que em boa medida remetem ao pensamento metafísico grego clássico, são chamadas.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207054 Filosofia
O período compreendido entre os séculos XVII e início do século XX é marcado pela questão da subjetividade, permitindo a um pensador dizer que a filosofia moderna não passaria de alternância de diversas metafísicas da subjetividade. Sobre a hegemonia desta temática no panorama moderno, pode-se assinalar como incorreto.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207052 Filosofia
A modernidade tem como um de seus privilegiados a temática do conhecimento, destacando-se do teocentrismo medieval e colocando-se como fundamento de novos problemas oriundos da hegemonia da ciência como conhecimento verdadeiro. Em relação a este momento histórico, é falso.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO
Q1227592 Filosofia
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 
Considere as afirmações abaixo.
  I. A teoria de que o poeta não deve prejudicar sua necessária preguiça, proposta por T.S. Eliot (3o parágrafo), é corroborada pelo autor do texto, por meio de sua própria experiência pessoal.  II. Ainda que certas atividades, como a feitura de um poema, demandem tempo ocioso, o autor do texto censura o cultivo de uma necessária preguiça, a partir da premissa de que o tempo é escasso e valioso na atualidade.  III. Para o autor, a falta de tempo livre de que a maioria se queixa deve-se ao fato de que, mesmo nos momentos destinados a atividades de lazer, estamos submetidos
Está correto o que se afirma APENAS em: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO
Q1227589 Filosofia
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 
Substituindo-se o segmento sublinhado pelo que está entre parênteses, sem que nenhuma outra modificação seja feita, a frase que permanece correta está em:  
Alternativas
Q1110648 Filosofia
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. Pode-se afirmar que a civilização grega iniciou sua formação em cerca de 1.500 a.C., mas só atingiu seu apogeu dez séculos mais tarde. Por volta dessa época estabeleceu-se a democracia ateniense, a arte grega atingiu os píncaros de seu desenvolvimento e a Filosofa nasceu e se desenvolveu rapidamente. II. Antes disso, porém, predominava uma forma muito distinta de compreensão do homem e do mundo: é o que conhecemos por modernismo. Duas grandes obras restam-nos desse período, as quais traçam um painel do mundo grego de então, dando-nos informações preciosas sobre sua moral, religião etc. III. A pergunta que então nos interessa colocar aqui é a seguinte: Que concepção de homem encontramos ali? Para responder a isso devemos primeiro, vislumbrar o mundo da época: tecnologicamente falando ele é, naturalmente, extremamente rudimentar. IV. A origem dos fenômenos naturais é então explicada de uma forma obviamente diferente daquela que caracteriza uma sociedade moderna. O modelo para explicação desses fenômenos é, em primeiro lugar, os fenômenos do mundo social. Assim, por exemplo, se a ordem de uma comunidade é mantida pelo poder exercido pelo seu líder supõe-se, igualmente, um governante – de muito superior poder, é claro – deve também responder pela ordem do mundo da natureza.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1110626 Filosofia
O pensador argumenta: “Que de A suceda B; limitado a este evento, só posso constatar que A sucede B. Mas que outras vezes A suceda B, reiteradamente. Não é possível inferir da experiência nada além de que A suceda B, em todos os casos observados, apenas. Mas, que sempre será assim, que A implique B, uma conexão necessária, como A é causa de B, isso não posso inferir. Se junto A e B, não é por força da razão – ela não me autoriza a tanto; antes, o faço pela imaginação e por força do hábito de reiteradas vezes eu perceber o mesmo, que A sucede B”. Assinale a alternativa o pensador a quem se pode associar tal argumentação.
Alternativas
Q844916 Filosofia

José, taxista, passa por dificuldades financeiras. Seu pai, doente, requer tratamento que a família não pode custear. Certo dia, tendo constatado que a mala esquecida por um passageiro em seu táxi estava repleta de dinheiro, José vislumbrou a possibilidade de ficar com o dinheiro e utilizá-lo no tratamento de seu pai. Após muito refletir, José chegou à conclusão de que o correto seria devolver o dinheiro a seu proprietário e levou a mala com o dinheiro à delegacia de polícia.


Nessa situação hipotética, a atitude de José de devolver o dinheiro

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807478 Filosofia
Assinale a alternativa que apresenta o ente racional para o qual o conceito de vontade boa contém o de dever, manifestando-se na forma do mandamento, do imperativo, conforme defende Kant em sua obra “Fundamentação da Metafísica dos Costumes”.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807472 Filosofia
Habermas em sua obra Verdade e Justificação avalia uma possível analogia entre a correção de normas morais e a verdade de proposições descritivas. Leia as afirmações sobre a correção de normas morais e a verdade de proposições descritivas abaixo. I) Verdade é um conceito que transcende toda a justificação e que não pode ser identificado como assertibilidade idealmente justificada. II) O aspecto incondicional da verdade só pode ser explicado no contexto da ação e não no contexto do discurso. III) A correção moral é imanente à justificação. IV) Para a correção moral é impossível atribuir um aspecto incondicional, visto que o mundo social não é indisponível à ação. V) A analogia entre verdade e correção moral só pode ser feita para além do plano do discurso. Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmações CORRETAS de acordo com a posição de Habermas.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807471 Filosofia
Assinale a alternativa que apresenta o fundamento da teoria crítica da sociedade elaborada por Habermas em sua obra Teoria do agir comunicativo.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807464 Filosofia
Sartre afirmou, no texto “Náusea”, que os humanistas estavam errados, no entanto ele escreve o texto “O existencialismo é um humanismo”. Sartre ataca em seu pensamento um tipo de humanismo que:
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Q803970 Filosofia

    Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
O positivismo é uma perspectiva filosófica que pretende organizar as sociedades com o mesmo rigor das ciências da natureza.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787433 Filosofia

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue o próximo item.

Um conceito central na moral existencialista é o de responsabilidade, que se correlaciona com os conceitos de consciência e liberdade.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787432 Filosofia

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue o próximo item.

No existencialismo sartreano, o devir fica marcado pela forma de existência do “ser-para-si”.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787431 Filosofia

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue o próximo item.

Para o Existencialismo, a essência precede a existência, na medida em que considera essencial ao ser humano sua liberdade.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787430 Filosofia

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue o próximo item.

De Kierkegaard o Existencialismo herdou a perspectiva anti-hegeliana ao considerar que a existência humana se apresenta como projeto individual, que não se insere em um devir pré-determinado da história.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787429 Filosofia

O Existencialismo tem seus antecedentes no século XIX, por meio das ideias do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Como vertente filosófica e literária, conheceu seu apogeu na década de 1950, no pós-guerra, principalmente com os trabalhos de Jean-Paul Sartre. Acerca do Existencialismo, julgue o próximo item.

A ideia central do Existencialismo é a de que o ser humano detém uma liberdade que só lhe pode ser subtraída à força.

Alternativas
Respostas
581: D
582: C
583: A
584: C
585: E
586: D
587: B
588: C
589: E
590: E
591: C
592: E
593: D
594: C
595: C
596: C
597: C
598: E
599: C
600: E