Questões de Concurso
Comentadas sobre conceitos filosóficos em filosofia
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1. Preocupação com o desenvolvimento integral do indivíduo.
2. Destaque para a relevância do estudo da cultura clássica greco-romana.
3. Origem às criticas sociais e às teses comunistas.
4. Posicionamento do ser humano no centro do universo.
5. Valorização do ensino das Ciências Humanas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Sua pedagogia parte do princípio de que o homem, ao contrário dos animais, que nascem com instintos, mas carecem de racionalidade, somente se torna humano através da ........................... .
Ela deve impedir que a selvageria e a animalidade prejudiquem o caráter humano. Para tanto, utiliza-se da .............................. , que educa para a obediência.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
1. A filosofia deve começar pela reflexão; somente depois o indivíduo pode conhecer a si mesmo como capacidade para o conhecimento verdadeiro. Só assim o sujeito se volta para as coisas a conhecer ou para os objetos do conhecimento.
2. O início da Idade Moderna é marcado pela valorização da razão humana e das ciências naturais. O filósofo francês René Descartes, com seu racionalismo metódico, apresentava os rumos do novo saber.
3. A filosofia deve começar seu trabalho de conhecimento a partir da compreensão de Deus, da natureza e do cosmos, para depois, com os fundamentos adquiridos, dedicar-se às indagações e verificar sobre a capacidade de a razão humana conhecer e demonstrar a verdade.
4. Tudo o que pode ser conhecido deve poder ser representado por um conceito ou por uma ideia clara e distinta, demonstrável e necessária, formulada pelo intelecto. A natureza, a sociedade e a política podem ser inteiramente conhecidas pelo sujeito do conhecimento, porque são racionais em si mesmas e propensas a serem representadas pelas ideais do sujeito do conhecimento.
5. A dicotomia racionalismo versus misticismo foi um dos temas centrais do início da modernidade, mas não foi o único.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as estruturas argumentativas abaixo:
1. Premissa 1: Se A então B
Premissa 2: B
Conclusão: A
2. Premissa 1: Se A então B
Premissa 2: Se B então C
Conclusão: Se A então C
3. Premissa 1: A ou B
Premissa 2: Não A
Conclusão: B
Assinale a alternativa que corresponde, correta e respectivamente, às definições das estruturas.
Para responder a questão, utilize o argumento dedutivo a seguir:
Premissa 1: Se parir, então serei mãe.
Premissa 2: Não sou mãe.
Conclusão: Não pari.
O _________________ aponta que conhecimentos autoevidentes dão base a outros conhecimentos. Já o _________________ afirma que não cabe insistir na ideia de que temos ou podemos ter justificações suficientes para nossas cognições. Para os _________________ não há proposições (mais) básicas, e toda proposição pode servir de apoio direto ou indireto para outras que também fazem parte do sistema.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
“Se fizermos as contas, começando com AAA, AAE e indo até OOO, veremos que existem 64 modos de silogismo categórico. Combinando isso com as quatro figuras, temos como resultado 4 x 64 = 256 formas diferentes de silogismo. Nem todas, claro, são formas válidas”
(MORTARI, Cezar A. Introdução à Lógica. 2. ed.. São Paulo: Editora Unesp, 2016. p.495).
Continuando, Mortari relata que
“Aristóteles identificou 14 formas válidas de silogismo [...]. Com o passar do tempo, contudo, outras formas foram identificadas por lógicos posteriores [...] e chegou-se ao número de 24 formas válidas. Cada uma dessas formas foi recebendo um nome padrão no decorrer da história.”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 499).
Segue a lista das formas válidas de silogismo para os lógicos medievais, listadas pelos seus nomes-padrão: Formas de primeira figura: Bárbara, Celarent, Darii, Ferio, Barbari, Celaront. Formas de segunda figura: Cesare, Camestres, Festino, Baroco, Cesarop, Camestrop. Formas de terceira figura: Darapti, Felapton, Disamis, Datisi, Bocardo, Ferison. Formas de quarta figura: Bamalip, Calemes, Dimatis, Fesapo, Fresison, Calemop.
Fonte:(Cf. MORTARI, 2016. p. 500)
No entanto, de acordo com o autor, a introdução do método dos diagramas de Venn-Euler como forma de demonstrar a validade de silogismos revelou que algumas daquelas formas aceitas pelos medievais eram, na verdade, inválidas: “assim, teremos apenas 15 formas válidas, em vez das 24 tradicionais”
Fonte:(MORTARI, 2016. p. 520).
O especialista explica:
“O conflito entre a lista elaborada pelos medievais e o resultado dos diagramas de Venn-Euler [...] tem a ver com o fato de que, do ponto de vista contemporâneo, proposições universais não têm conteúdo existencial, ao contrário das particulares. Para a interpretação tradicional dos silogismos, contudo, proposições universais também tinham conteúdo existencial”
(MORTARI, 2016. p. 521).
Isto significa que, pela compreensão contemporânea,
“qualquer silogismo que tenha duas premissas universais e uma conclusão particular será inválido”
Fonte: (MORTARI, 2016. p. 520).
Tendo em vista estas informações, marque a opção que apresenta quatro formas de silogismos ainda válidas após a inclusão do método dos diagramas de Venn-Euler.
Conversamente, definimos falsos paradoxos como sentenças que dão a impressão de serem paradoxos, e até mesmo historicamente já foram consideradas paradoxos, mas cujos valores de verdade são determináveis se analisadas da maneira correta.
Levando em consideração as definições acima, marque a opção que contém um falso paradoxo.
“Os velhos positivistas só desejavam admitir como científicos ou legítimos os conceitos (ou noções, ou idéias) que, como diziam, ‘derivassem da experiência’, ou seja, os conceitos que acreditavam ser logicamente reduzíveis a elementos da experiência sensorial [...]. Os positivistas modernos têm condição de ver mais claramente que a Ciência não é um sistema de conceitos, mas, antes, um sistema de enunciados. Nesses termos, desejam admitir como científicos, ou legítimos, tão-somente os enunciados reduzíveis a enunciados elementares (ou ‘atômicos’) da experiência – a ‘juízos de percepção’ [...]”
(POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 11. ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2010. p.35-36).
Podemos afirmar que Popper rejeita a tese positivista da demarcação da ciência porque esta