Questões de Concurso Comentadas sobre aspectos da filosofia contemporânea em filosofia

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Q1136267 Filosofia

Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

Um dos pensadores mais influentes da filosofia contemporânea foi o francês Michel Foucault (1926-1984). Na década de 1960, conhecida como período da ______________, Foucault investigou a constituição dos saberes. Nessa época, foram publicados os livros: A história da loucura (1961), O nascimento da clínica (1963), As palavras e as coisas (1966) e Arqueologia do saber (1969). O interesse do filósofo era investigar o modo de existência dos _________________, sobretudo dos que se apresentavam como científicos, para alcançar a compreensão da maneira como se construiu o saber do século XX, em especial o que tomou como objeto o homem.

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Q2027036 Filosofia
A dimensão metafísica, formalmente um campo genuíno do pensamento racional, se torna irracional e não científica. O esforço contemporâneo em reduzir o escopo e a verdade da filosofia é percebido devido
I. Ao fato de os próprios filósofos proclamarem a modéstia e a ineficácia da filosofia. II. a linguagens que revelam a mutilação do homem e da natureza. III. a posições que contrariam o espírito de satisfação de Hume quanto às limitações da razão. IV. a posições que deixam intacto o status quo e abominam a transgressão.
Estão corretas somente as complementações contidas em
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Q2027035 Filosofia
Leia atentamente o seguinte excerto: “Desse modo, o pensamento toma corpo no belo artístico e a matéria não é determinada externamente por ele, mas existe livre por si mesma, na medida em que o natural, o sensível, o ânimo e assim por diante possuem em si mesmos medida, finalidade e concordância e a intuição e o sentimento são igualmente elevados à universalidade espiritual, enquanto que o pensamento não só renuncia à sua hostilidade com a natureza, mas nela se asserena e o sentimento, o prazer e o fruir são legitimados e santificados; de tal modo que natureza e liberdade, sensibilidade e conceito encontram seu direito e satisfação em um só termo”.
A partir do excerto do item “A Filosofia Kantiana”, da obra Introdução à Estética de Hegel, atente para o que se afirma a seguir, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso:
( ) Na consideração da Crítica do Juízo, pensamento e matéria determinam-se por si mesmos, repetindo o dualismo coisa-em-si e fenômeno característico da outra Crítica.
( ) A arte pela lógica da gratificação, sobrepõe-se à lógica da repressão, o princípio de razão predominante. ( ) A verdade da arte é a libertação da sensibilidade através de sua reconciliação com a razão. ( ) A verdade não conceitual dos sentidos, como valor estético transcendente, veda a liberdade em face do princípio de realidade.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Q2027031 Filosofia
Atente para as seguintes proposições de Wittgenstein em Investigações Filosóficas:
- “Nós devemos nos ater aos objetos do nosso pensamento cotidiano e não nos perder e imaginar que temos que descrever sutilezas extremas”.
- “E nós não avançaremos em nenhum tipo de teoria. Não deve haver nada hipotético em nossas considerações”.
Considerando as citações acima, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso sobre a relação entre filosofia e consciência cotidiana.
( ) Estimula a sujeição às regras dos fatos estabelecidos. ( ) Favorece a eliminação de tese dialógica. ( ) Preconiza uma linguagem que mutila o homem e a natureza. ( ) Destrói a coordenação de aporias lógicas.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Q2027023 Filosofia
Leia atentamente o seguinte trecho retirado da obra Language and Science de Stanley Gerr: “O raciocínio tecnológico tende a identificar as coisas às suas funções. [...] a característica do operacionalismo torna o conceito sinônimo do conjunto correspondente de operações. Neste universo comportamental, as palavras e conceitos tendem a coincidir, ou melhor, o conceito tende a ser absorvido pela palavra”.
No que diz respeito à relação entre filosofia, arte e ciências, assinale com V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações, a partir do trecho citado.
( ) Este tipo de narrativa milita contra todo o desenvolvimento do significado. ( ) O enfraquecimento do significado previne a consciência da alienação. ( ) A padronização funcionalista inibe a capacidade criativa. ( ) A pesquisa do processual esgota a compreensão da contingência do status quo.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
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Q2027008 Filosofia
A Filosofia de Wittgenstein foi um marco na história da reflexão sobre a relação entre filosofia e ciência. Quanto às teses da obra Tractatus logicophilosophicus, de Wittgenstein, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) A proposição é uma figuração da realidade. ( ) O pensamento é a proposição com sentido. ( ) A filosofia é uma das ciência naturais. ( ) O fim da filosofia é ser uma teoria da realidade.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência: 
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Q1078408 Filosofia
Na obra Leviatã, Hobbes opõe-se à tese aristotélica de que o homem é sociável por natureza, dizendo que
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Q1078406 Filosofia
A lógica que rege o pensamento científico contemporâneo está centrada na ideia de demonstração e prova. Neste sentido, a ciência contemporânea fundamenta-se na
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Q915996 Filosofia

Acerca do formalismo moral desenvolvido na filosofia kantiana, julgue o próximo item.


De acordo com Kant, o agir racionalmente depende de princípios, e a vontade é a razão prática.

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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207065 Filosofia
O conceito de “autonomia da arte”, em sua versão mais radical, pode apresentar todas as características abaixo, exceto.
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Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO
Q1227592 Filosofia
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 
Considere as afirmações abaixo.
  I. A teoria de que o poeta não deve prejudicar sua necessária preguiça, proposta por T.S. Eliot (3o parágrafo), é corroborada pelo autor do texto, por meio de sua própria experiência pessoal.  II. Ainda que certas atividades, como a feitura de um poema, demandem tempo ocioso, o autor do texto censura o cultivo de uma necessária preguiça, a partir da premissa de que o tempo é escasso e valioso na atualidade.  III. Para o autor, a falta de tempo livre de que a maioria se queixa deve-se ao fato de que, mesmo nos momentos destinados a atividades de lazer, estamos submetidos
Está correto o que se afirma APENAS em: 
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Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO
Q1227589 Filosofia
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 
Substituindo-se o segmento sublinhado pelo que está entre parênteses, sem que nenhuma outra modificação seja feita, a frase que permanece correta está em:  
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Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807472 Filosofia
Habermas em sua obra Verdade e Justificação avalia uma possível analogia entre a correção de normas morais e a verdade de proposições descritivas. Leia as afirmações sobre a correção de normas morais e a verdade de proposições descritivas abaixo. I) Verdade é um conceito que transcende toda a justificação e que não pode ser identificado como assertibilidade idealmente justificada. II) O aspecto incondicional da verdade só pode ser explicado no contexto da ação e não no contexto do discurso. III) A correção moral é imanente à justificação. IV) Para a correção moral é impossível atribuir um aspecto incondicional, visto que o mundo social não é indisponível à ação. V) A analogia entre verdade e correção moral só pode ser feita para além do plano do discurso. Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmações CORRETAS de acordo com a posição de Habermas.
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Ano: 2017 Banca: IFB Órgão: IFB Prova: IFB - 2017 - IFB - Professor - Filosofia |
Q807464 Filosofia
Sartre afirmou, no texto “Náusea”, que os humanistas estavam errados, no entanto ele escreve o texto “O existencialismo é um humanismo”. Sartre ataca em seu pensamento um tipo de humanismo que:
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Q803970 Filosofia

    Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
O positivismo é uma perspectiva filosófica que pretende organizar as sociedades com o mesmo rigor das ciências da natureza.
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Ano: 2017 Banca: Quadrix Órgão: SEDF Prova: Quadrix - 2017 - SEDF - Professor - Filosofia |
Q787420 Filosofia

Friedrich Nietzsche dedicou boa parte de sua obra ao tema da moral. Seu trabalho terminou por constituir-se, em grande medida, em uma contraposição às perspectivas kantianas acerca do tema. A respeito do pensamento moral desses dois grandes filósofos, julgue o item a seguir.

Kant e Nietzsche constroem uma moral que leva em consideração os resultados das ações humanas no processo de qualificá-las como boas ou ruins.

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Q744441 Filosofia

“Se, por outro lado, Deus não existe, não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos só, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz.”

(SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. In: MARÇAL, Jairo (org.). Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009. p.624)

Identifica-se, no texto acima, o pensamento existencialista de Sartre, segundo o qual o ser humano

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Q744439 Filosofia

(...) E na introdução à dialética transcendental, Kant diz: “Verdade ou aparência não se encontram no objeto na medida em que ele se dá na intuição e sim no juízo a seu respeito, na medida em que é pensado.”

A caracterização da verdade como “concordância”, adequatio, omoiosis, é, de certo, por demais vazia e universal. (...)

(HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo, § 44, b). In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009, p.156.)

A partir do trecho da obra Ser e tempo de Heidegger, pode ser afirmado que

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Q537789 Filosofia
Sobre a filosofia da linguagem comum, muitas vezes chamada de filosofia da linguagem ordinária, marque a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2014 Banca: DIRECTA Órgão: Prefeitura de Piedade - SP
Q1195179 Filosofia
Quanto às vertentes teórico-profissionais, Netto projeta as seguintes linhas em desenvolvimento na cultura profissional:
I- Manter-se-á a continuidade da vertente que se iniciou com a “ intenção de ruptura “. 
II- Uma vertente de caria tecnocrático, herdeira da “perspectiva modernizadora“, mas renovada pelo neoliberalismo e reciclada por outras teorias sistêmico-organizacionais. 
III- Desenvolvimento da vertente neoconservadora, inspirada na epistemologia pós-moderna. 
IV- Vertentes que propagam a desqualificação da teorização sistemática, pautada num anticapitalismo romântico, de glorificação do saber popular e apelo aos valores de solidariedade.
Alternativas
Respostas
161: D
162: D
163: B
164: D
165: A
166: A
167: E
168: E
169: C
170: D
171: D
172: B
173: E
174: C
175: C
176: E
177: A
178: B
179: B
180: D