Questões de Concurso Comentadas sobre farmácia
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O mebendazol e o albendazol proporcionam terapia segura e eficaz contra infestações por nematódeos gastrintestinais.
A pentamidina é o fármaco de primeira escolha para a profilaxia de pneumocistose em pacientes HIV positivos.
Além do tratamento da malária, a hidroxicloroquina tem sido utilizada no tratamento de outras enfermidades, como lúpus eritematoso e artrite reumatóide.
O uso terapêutico de ácidos biliares exógenos resulta de sua capacidade em diminuir o conteúdo de colesterol da bile e promover a dissolução dos cálculos renais.
Antagonistas de receptores H1 de histamina, como a ondansentrona, são eficazes na êmese induzida por quimioterapia.
Os antiácidos podem alterar as taxas de absorção, biodisponibilidade e eliminação renal de vários fármacos.
O omeprazol exerce sua ação farmacológica por meio da inibição competitiva dos receptores H2 nas células parietais.
A morfina provoca miose por ação excitadora do nervo parassimpático que inerva a pupila.
A fluoxetina requer vários dias para a sua eliminação do organismo, após a suspensão do tratamento.
Clordiazepóxido, paroxetina e alprazolam são fármacos benzodiazepínicos.
Barbitúricos são comumente empregados no tratamento da ansiedade.
A metildopa é um profármaco biotransformado no fígado em seu metabólito ativo.
Os bloqueadores de canais de cálcio reduzem a pressão sanguínea ao relaxar a musculatura lisa arteriolar e ao reduzir a resistência vascular periférica.
A amiodarona é um vasodilatador usado no tratamento de hipertensão.
Altas doses de furosemida podem induzir ototoxicidade.
A associação de brometo de ipratrópio com fenoterol resulta em broncodilatação adicional.
Taquicardia e arritmias cardíacas estão entre os efeitos adversos mais importantes dos fármacos broncodilatadores beta-adrenérgicos.
Na profilaxia da asma brônquica em crianças, o cromoglicato dissódico é o glicocorticoide de primeira escolha.
Na asma, dependendo da gravidade do quadro clínico, os glicocorticoides podem ser administrados por via parenteral, oral ou inalatória.
A atividade terapêutica de um profármaco depende, em geral, da sua transformação na forma farmacologicamente ativa antes ou no momento de atingir o seu local de ação.