Questões de Concurso
Sobre parasitologia básica e clínica em farmácia
Foram encontradas 254 questões
I. Malária, leishmaniose, filariose bancroftiana, babesiose e a doença de Chagas são parasitos diagnosticados em exames de sangue em sua fase aguda.
II. Os métodos parasitológicos de sangue devem ser realizados imediatamente após a colheita do sangue. Caso isso não possa ser feito, há a possibilidade de colher o sangue em tubos contendo EDTA e, então, quando possível executar os métodos de exames indicados. A hemoscopia, assim feita, é menos nítida do que quando em material fresco.
III. A coleta é venosa.
IV. Método de Exame Direto: a gota é coletada no centro de uma lâmina, coberta com lamínula e examinada imediatamente após, pois a coagulação é rápida. Caso queira retardar a coagulação, pode adicionar um ou duas gotas de salina.
V. Esfregaço: podem ser utilizadas duas técnicas: esfregaço em camada delgada e em gota espessa. O primeiro é mais usado para identificação da forma e espécie de vários parasitos, pois, quando é bem feito, os mesmos aparecem nitidamente.
Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que
Leia o texto e observe a figura a seguir para responder a esta questão:
Um laboratório de análises clínicas recebeu amostras de fezes de dois pacientes distintos.
O primeiro paciente, criança de 6 anos, residente em área com saneamento básico precário, apresenta dor abdominal, distensão, episódios de tosse seca e eosinofilia periférica. O exame parasitológico de fezes evidenciou ovos ovais, de casca espessa e mamelonada.
O segundo paciente, adulto jovem, apresenta diarreia leve, cólicas abdominais esporádicas e exame parasitológico demonstrou cistos arredondados com até oito núcleos, sem evidências de invasão tecidual.

Com base na clínica e na morfologia descritas, analise as afirmativas a seguir:
I- O quadro do primeiro paciente é compatível com infecção por Ascaris lumbricoides, cujos ovos apresentam casca espessa e mamelonada, e a fase pulmonar do ciclo pode justificar os sintomas respiratórios.
II- O segundo paciente apresenta achados compatíveis com Entamoeba coli, protozoário comensal, cujos cistos podem apresentar até oito núcleos e, em regra, não estão associados à invasão da mucosa intestinal.
III- Os parasitas descritos, em ambos os casos, possuem ciclo biológico exclusivamente intestinal, sem migração por outros órgãos ou tecidos do hospedeiro.
Está CORRETO o que se afirma em



Assinale a alternativa correta com relação às formas 1 e 2.
Assinale a alternativa correta com relação às formas 1 e 2.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).
Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A possível transmissão de toxoplasmose por ingestão de peixe cru se dá pela contaminação do alimento com oocistos provenientes de fezes de gatos ou outros felídeos, uma vez que o peixe não é hospedeiro intermediário desse parasito.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A toxoplasmose, transmitida pela ingestão de carne crua e malcozida contaminada com cistos do Toxoplasma gondii, terá como hospedeiros definitivos gatos e outros felídeos, sendo o homem um hospedeiro intermediário.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
Além da ancilostomíase, outras parasitoses causadas por helmintos são: esquistossomose, cisticercose, ascaridíase, giardíase e toxoplasmose. O tratamento consiste no uso de anti‑helmínticos normalmente de dose única, como fármacos à base de benzimidazóis, como o albendazol ou mebendazol.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase é conhecida como amarelão por deixar a aparência do indivíduo contaminado pálida ou amarelada. Esse fenômeno ocorrerá porque o parasito diminui a função hepática do paciente, causando um acúmulo de bilirrubina no sangue, deixando a pessoa contaminada com a aparência amarelada.
"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.
Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.
Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.
O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

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Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.
A ancilostomíase, doença do personagem Jeca Tatu, é causada por três tipos de vermes: o Necator americanos, Ancylostoma duodenalis e o Ancylostoma ceylanicum. A contaminação se dará pelo contato direto com solo contaminado pelas larvas infectantes; portanto, uma das medidas eficazes para evitar a infecção é a utilização de calçados fechados. Outra forma de infecção é pela ingestão de alimentos ou água contaminados com o parasito.
A partir do exposto, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) Em gestantes com IgM positivo para Toxoplasma gondii, uma possível toxoplasmose congênita deve ser avaliada pela pesquisa de IgM no soro do recém nascido.
( ) Em indivíduos imunossuprimidos pelo HIV, com IgG positivo para Toxoplasma gondii e com CD4<100 células/mm3, deve haver monitoração do risco de reativação e encefalite.
( ) Em gestantes, IgG de baixa avidez para Toxoplasma gondii na 14ª semana afasta a possibilidade de infecção durante a gestação.
A sequência correta é
Sobre a infecção parasitária intestinal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) O sintoma mais comum consiste em diarreia, que pode ser aquosa, sanguinolenta e/ou purulenta.
( ) A dor abdominal em cólica pode constituir uma característica proeminente em doenças nas quais a mucosa ou a parede do intestino é invadida pelo parasita, como nas infecções por ancilóstomos, esquistossomas ou trematódeos intestinais.