Questões de Concurso Sobre parasitologia básica e clínica em farmácia

Foram encontradas 254 questões

Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Prova: CIAAR - 2026 - CIAAR - Farmácia Bioquímica |
Q4141821 Farmácia
Criança de 7 anos, sexo masculino, procedente da periferia de Belo Horizonte, chegou ao pronto socorro apresentando febre e dor abdominal difusa há 7 dias. Não tinha colúria, nem acolia/hipocolia fecal. Apresentava diarreia persistente, com evidência de má absorção, esteatorreia e perda de peso. Os médicos levantaram suspeitas sobre infecção por Giárdia. Para confirmar essa hipótese, foram solicitados alguns exames. Baseado nas informações descritas no caso acima e sobre o diagnóstico da Giárdia, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Prova: CIAAR - 2026 - CIAAR - Farmácia Bioquímica |
Q4141820 Farmácia
Diversas doenças parasitárias que apresentam formas ou estágios no sangue circulante podem ser identificadas com precisão por meio de exames de sangue. Analise as assertivas abaixo quanto aos exames parasitológicos de sangue.

I. Malária, leishmaniose, filariose bancroftiana, babesiose e a doença de Chagas são parasitos diagnosticados em exames de sangue em sua fase aguda.
II. Os métodos parasitológicos de sangue devem ser realizados imediatamente após a colheita do sangue. Caso isso não possa ser feito, há a possibilidade de colher o sangue em tubos contendo EDTA e, então, quando possível executar os métodos de exames indicados. A hemoscopia, assim feita, é menos nítida do que quando em material fresco.
III. A coleta é venosa.
IV. Método de Exame Direto: a gota é coletada no centro de uma lâmina, coberta com lamínula e examinada imediatamente após, pois a coagulação é rápida. Caso queira retardar a coagulação, pode adicionar um ou duas gotas de salina.
V. Esfregaço: podem ser utilizadas duas técnicas: esfregaço em camada delgada e em gota espessa. O primeiro é mais usado para identificação da forma e espécie de vários parasitos, pois, quando é bem feito, os mesmos aparecem nitidamente.

Sobre as assertivas acima, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4127484 Farmácia
As enteroparasitoses são comuns em crianças devido ao contato com solo contaminado e ao hábito de levar as mãos à boca. Durante o exame parasitológico de fezes de uma criança, foi observada a presença de ovos com formato de barril, com tampões polares transparentes nas extremidades. Esse achado é sugestivo de infecção por:
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Q4088920 Farmácia
Durante a leitura da lâmina de um exame parasitológico de fezes, o farmacêutico verificou a presença de ovos com formato de barril, com dois opérculos nas extremidades. Pelas características, é correto afirmar que se trata de ovos de 
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Q4072014 Farmácia
Sobre as técnicas laboratoriais aplicadas ao diagnostico parasitológico, é essencial conhecer os princípios, indicações e limitações de cada método, considerando as características biológicas dos parasitos. A escolha adequada da técnica influencia diretamente a sensibilidade diagnostica. Nesse contexto, marque a alternativa CORRETA.
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Q3955354 Farmácia

Leia o texto e observe a figura a seguir para responder a esta questão:


Um laboratório de análises clínicas recebeu amostras de fezes de dois pacientes distintos.

O primeiro paciente, criança de 6 anos, residente em área com saneamento básico precário, apresenta dor abdominal, distensão, episódios de tosse seca e eosinofilia periférica. O exame parasitológico de fezes evidenciou ovos ovais, de casca espessa e mamelonada.

O segundo paciente, adulto jovem, apresenta diarreia leve, cólicas abdominais esporádicas e exame parasitológico demonstrou cistos arredondados com até oito núcleos, sem evidências de invasão tecidual.



Imagem associada para resolução da questão



Com base na clínica e na morfologia descritas, analise as afirmativas a seguir:


I- O quadro do primeiro paciente é compatível com infecção por Ascaris lumbricoides, cujos ovos apresentam casca espessa e mamelonada, e a fase pulmonar do ciclo pode justificar os sintomas respiratórios.


II- O segundo paciente apresenta achados compatíveis com Entamoeba coli, protozoário comensal, cujos cistos podem apresentar até oito núcleos e, em regra, não estão associados à invasão da mucosa intestinal.


III- Os parasitas descritos, em ambos os casos, possuem ciclo biológico exclusivamente intestinal, sem migração por outros órgãos ou tecidos do hospedeiro.


Está CORRETO o que se afirma em

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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4144720 Farmácia
Texto para questão


Para a aula sobre Toxoplasma gondii, uma professora de Biologia escolheu três recursos didáticos: um infográfico sobre medidas profiláticas da toxoplasmose, um gráfico que apresenta o quantitativo de casos da doença em mulheres grávidas na região do Xingu (PA), entre os anos 2016 a 2022, com base nos dados obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, e um quadro com os perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita.


Os Temas Geradores (TG) para a prática em sala de aula foram:


TG1 — profilaxia adequada que uma pessoa deve seguir no caso de uma viagem ao local mencionado no gráfico;

TG2 — influência do ambiente nas formas de contágio abordadas no infográfico;

TG3 — negligência quanto à prevenção e pouca disponibilidade de tratamentos medicamentosos para tratar as doenças endêmicas tropicais.


Q_47_49.png (708×177)

BASTOS, B. F. et al. Toxoplasmose: conhecer para prevenir. Revista da Jopic, n. 12, 2023.



Q_47_49_2.png (412×193)

OLIVEIRA, O. P. et al. Análise epidemiológica da toxoplasmose em gestantes na região do Xingu no período de 2016 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 12, 2023.


Q_47_49_3.png (609×285)

Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br. Acesso em: 25 jul. 2025.
Uma professora apresenta uma situação hipotética de tratamento da toxoplasmose gestacional, com administração de um bactericida como protocolo terapêutico único até o parto. Ao relacionar o infográfico com as informações sobre os perfis sorológicos, para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita ao TG3, esse tratamento seria
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Q4134727 Farmácia
Em relação ao ciclo de vida do Toxoplasma gondii, é correto afirmar que
Alternativas
Q4128391 Farmácia
A imagem a seguir representa as formas presentes no ciclo de vida da Leishmania sp.

Captura_de tela 2026-06-23 130635.png (192×293)

Assinale a alternativa correta com relação às formas 1 e 2.
Alternativas
Q4110387 Farmácia
A imagem a seguir representa as formas presentes no ciclo de vida da Leishmania sp.

Q37.png (272×292)

Assinale a alternativa correta com relação às formas 1 e 2.
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Q3762817 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A possível transmissão de toxoplasmose por ingestão de peixe cru se dá pela contaminação do alimento com oocistos provenientes de fezes de gatos ou outros felídeos, uma vez que o peixe não é hospedeiro intermediário desse parasito. 

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Q3762816 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A toxoplasmose, transmitida pela ingestão de carne crua e malcozida contaminada com cistos do Toxoplasma gondii, terá como hospedeiros definitivos gatos e outros felídeos, sendo o homem um hospedeiro intermediário. 

Alternativas
Q3762815 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


Além da ancilostomíase, outras parasitoses causadas por helmintos são: esquistossomose, cisticercose, ascaridíase, giardíase e toxoplasmose. O tratamento consiste no uso de anti‑helmínticos normalmente de dose única, como fármacos à base de benzimidazóis, como o albendazol ou mebendazol.

Alternativas
Q3762814 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A ancilostomíase é conhecida como amarelão por deixar a aparência do indivíduo contaminado pálida ou amarelada. Esse fenômeno ocorrerá porque o parasito diminui a função hepática do paciente, causando um acúmulo de bilirrubina no sangue, deixando a pessoa contaminada com a aparência amarelada. 

Alternativas
Q3762813 Farmácia

"Observando o modo de vida dos caboclos de sua propriedade, o consagrado escritor Monteiro Lobato (1882‑1948) transporta para a literatura as suas inquietações, insatisfações e dissabores com relação à preguiça e vagabundagem do homem do campo.


Assim, para representar fielmente o caboclo do Vale da Paraíba, – “homem amarelo, franzino, inerte, que provoca a morte dos animais, queimadas, e possui baixa produção”, Monteiro semeia, na obra “Urupês”, o personagem Jeca Tatu, através do qual, desfazendo‑se da imagem do caboclo romântico, constrói o anti‑herói, o caboclo preguiçoso, piolho da terra, que vive de cócoras, sem aptidões.


Participando ativamente dos debates em torno da campanha pelo saneamento nas áreas rurais, Lobato se depara com os problemas causados pelas péssimas condições de higiene e fraqueza do homem do campo. Assim, o escritor, percebendo que sua criaturinha possuía mais problemas que a preguiça, curvou‑se diante da realidade, e para desculpar‑se do erro cometido, verificou que “os caipiras eram barrigudos e preguiçosos por motivo de doenças”. O homem do campo era vítima da falta de higiene e saneamento básico, tendo as suas entranhas corroídas por um parasito adquirido.


O parasito, Ancylostoma duodenale, é agora o causador do “caboclo amarelo e franzino”, e deve ser combatido para livrar o sertanejo do “mal” de seu corpo. Assim, Monteiro Lobato libera o personagem Jeca Tatu para a participar da campanha nacional contra o amarelão. Lobato, a fim de esclarecer sua nova posição, afirmou no jornal O Estado de São Paulo que “O Jeca não é assim, está assim (...) a saúde pública brasileira vai mal e a apatia do caipira é decorrente de suas enfermidades, destacando‑se a ancilostomose, a leishmaniose, a tuberculose e a subnutrição, em particular, o incômodo causado pelo verme Ancylostoma duodenale.”

Internet: <medicineisart.blogspot.com> (com adaptações).


Acerca da ancilostomíase e de outras parasitoses, julgue o item a seguir.


A ancilostomíase, doença do personagem Jeca Tatu, é causada por três tipos de vermes: o Necator americanos, Ancylostoma duodenalis e o Ancylostoma ceylanicum. A contaminação se dará pelo contato direto com solo contaminado pelas larvas infectantes; portanto, uma das medidas eficazes para evitar a infecção é a utilização de calçados fechados. Outra forma de infecção é pela ingestão de alimentos ou água contaminados com o parasito.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2025 - UFSM - Farmacêutico Bioquímico |
Q3733208 Farmácia
A parasitologia ganhou nova perspectiva desde a década de 1980, com a emergência do HIV. Nas condições de imunossupressão dos indivíduos acometidos, alguns parasitas, que antes eram considerados comensais, assumem a característica oportunista, proliferando-se e causando manifestações clínicas graves.
A partir do exposto, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Em gestantes com IgM positivo para Toxoplasma gondii, uma possível toxoplasmose congênita deve ser avaliada pela pesquisa de IgM no soro do recém nascido.
( ) Em indivíduos imunossuprimidos pelo HIV, com IgG positivo para Toxoplasma gondii e com CD4<100 células/mm3, deve haver monitoração do risco de reativação e encefalite.
( ) Em gestantes, IgG de baixa avidez para Toxoplasma gondii na 14ª semana afasta a possibilidade de infecção durante a gestação.

A sequência correta é
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Q3662416 Farmácia

Sobre a infecção parasitária intestinal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) O sintoma mais comum consiste em diarreia, que pode ser aquosa, sanguinolenta e/ou purulenta.


( ) A dor abdominal em cólica pode constituir uma característica proeminente em doenças nas quais a mucosa ou a parede do intestino é invadida pelo parasita, como nas infecções por ancilóstomos, esquistossomas ou trematódeos intestinais.

Alternativas
Q3368028 Farmácia
Durante a realização da tipagem sanguínea, empregam-se soros contendo anticorpos anti-A e antiB para identificar a presença dos antígenos correspondentes na superfície das hemácias do paciente. A reação de aglutinação é o indicativo visual da ligação entre antígeno e anticorpo. A ausência ou presença dessa aglutinação permite classificar o sangue nos tipos A, B, AB ou O. O que explica a ausência de aglutinação com ambos os soros anti-A e anti-B durante a tipagem sanguínea? 
Alternativas
Q3291138 Farmácia
Os ancilostomas estão entre os parasitas intestinas que mais infectam os seres humanos. As larvas rabditoides desse parasita e do Strongyloides stercoralis podem ser diferenciadas por meio da visualização microscópica das estruturas do(a):
Alternativas
Q3291136 Farmácia
A malária é uma infecção causada por diversas espécies de Plasmodium, que apresenta grande interesse na saúde pública devido à alta prevalência em diversas regiões do mundo. A espécie desse hematozoário, cujo ciclo eritrocitário se repete a cada 72 horas, é conhecida como: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: D
4: E
5: A
6: A
7: C
8: A
9: B
10: B
11: C
12: C
13: E
14: E
15: C
16: B
17: A
18: C
19: A
20: B