Questões de Concurso
Sobre farmácia hospitalar e comunitária em farmácia
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A dispensação é a principal atividade logística da farmácia hospitalar, sendo definida como o ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a um paciente. Os principais sistemas de dispensação de medicamentos são: dose coletiva; dose individualizada e dose unitária. Problemas com o controle de estoque, aumento da incidência de erros e contaminações são característicos nos sistemas individualizado e unitário.
Julgue o item subsequente.
Os medicamentos de uso hospitalar são os que integram
os procedimentos financiados pelas Autorizações de
Internações Hospitalares (AIH) e pelas Autorizações de
Procedimentos Ambulatoriais Específicos (APAC) e os
descritos nominalmente em códigos específicos na
Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses,
Próteses e Materiais do SUS cujo financiamento ocorre
por meio de procedimento hospitalar.
Julgue o item subsequente.
É obrigatória a participação de um profissional de nível
superior representante do serviço de farmácia do hospital
na Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
com a responsabilidade de observar os indicadores de
controle de infecção e sensibilidade dos antimicrobianos,
consumo e taxa de letalidade, dentre outras atribuições.
Julgue o item subsequente.
A aquisição de medicamentos pode ser feita por meio de
licitação, dispensa de licitação ou inexigibilidade de
licitação. Sempre que possível, elas deverão ser
processadas com os laboratórios oficiais ou por meio do
sistema de registro de preços. Seja qual for a escolha, ela
deverá obedecer a critérios técnicos e legais. Em geral, a
escolha da modalidade está vinculada ao valor da
compra.
Julgue o item subsequente.
Uma das responsabilidades do farmacêutico hospitalar
está na gestão dos estoques e logística farmacêutica,
tendo o medicamento como insumo mais importante.
Fonte: DUARTE, Andrezza et al. Indicadores de prescrição médica nas unidades básicas de saúde da família no município de Campina Grande, PB. Revista brasileira de epidemiologia, v. 10, p. 49-156, 2007. Adaptado.
Alguns dos principais objetivos da OMS com o uso desses indicadores são:
I - medir o grau de polimedicação do paciente, visto que é um dos fatores de interações medicamentosas e reações adversas que impactam na segurança do paciente.
II - determinar o número absoluto e relativo de medicamentos prescritos pelo nome genérico, propiciando o controle dos custos de medicamentos e evitando especialidades farmacêuticas, que são mais onerosas.
III - avaliar problemas relacionados à prescrição excessiva e inapropriada de antibióticos, visto que colabora com o desenvolvimento de resistência bacteriana, que pode acarretar graves consequências ao paciente.
Os objetivos I, II e III descritos para avaliar com segurança os aspectos da prática farmacêutica nas unidades de saúde correlacionam-se, respectivamente, com os seguintes indicadores: