Questões de Concurso
Sobre diretrizes e planejamento de obras em engenharia hidráulica
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O planejamento do desenvolvimento das áreas urbanas limita-se ao planejamento da rede de abastecimento de água e saneamento.
Os mapas de inundação de uma cidade podem ser de dois tipos: mapas de planejamento e mapas de alerta. No mapa de planejamento, definem-se as áreas com potencial risco de inundação, e no mapa de alerta, as áreas que já foram inundadas.
O custo direto de uma obra pode ser considerado gasto feito com insumos, como mão de obra, materiais e outros meios, incorporados ou não ao produto.
Por meio da soma das durações das atividades críticas de um cronograma, que equivale à soma das durações de todas as atividades não críticas, pode-se verificar se o caminho crítico está correto.
Para se determinar a fonte de água para irrigação deve-se considerar a vazão disponível confiável, ou seja, a vazão máxima no período de estiagem, quando o sistema de irrigação precisará atender às necessidades hídricas da cultura, o que tem relação indireta com o tipo de sistema de irrigação e direta com o estágio de desenvolvimento da cultura.
Entre todas as seções de mesma área molhada, a de menor perímetro, denominada seção de máxima eficiência, cujo raio hidráulico é máximo, favorece o aumento da velocidade da água e a economia do material usado no revestimento dos canais.
Na construção de canais de concreto em locais onde o nível do lençol freático estiver alto, devem-se utilizar drenos nas paredes e no fundo, prescindindo-se, nesse caso, das juntas de dilatação na laje de fundo.
Com relação ao movimento variado de escoamento permanente em canais, identificam-se as seguintes representações da energia específica conforme a profundidade do líquido: regime crítico; regime subcrítico, em que a velocidade da água é superior à velocidade crítica, e o escoamento, rápido e raso; regime supercrítico, em que a velocidade é inferior à velocidade crítica, e o escoamento, lento e profundo.
Em condutos forçados, a perda de energia decorrente da redução do diâmetro dos condutos provoca decaimento da linha de energia de forma definitiva e irrecuperável, o que não ocorre nos condutos livres, dada a existência de compensação entre o ganho e a perda de energia.