Questões de Concurso Sobre engenharia de agrimensura
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A interpretação visual é um dos métodos para análise de dados coletados por sensoriamento remoto. Sobre a interpretação visual, considere as seguintes afirmativas:
1. Demanda conhecimento prévio sobre a área de estudo, como clima, relevo e vegetação.
2. Pode fazer uso de material colateral como dados de apoio à fotointerpretação.
3. Faz uso de chaves de interpretação como método obrigatório.
4. É isenta de erro quando emprega métodos de chaves de classificação em processos de verificação cruzada, ou seja, por duplo fotointérprete, e conta com apoio de campo.
Assinale a alternativa correta.
Com base no gráfico ao lado, assinale a alternativa que apresenta a resposta espectral dos alvos A e B.

Considere os métodos MAXVER e do Paralelepípedo:
1. O primeiro usa abordagem probabilística, e o segundo, determinística.
2. No primeiro, as classes de mapeamento são selecionadas pelo método single cell, e no segundo, pelo procedimento de four cell ou de four cell quadrático.
3. O primeiro emprega as classes de mapeamento por etapas sucessivas, privilegiando um único tema; no segundo, as classes são tratadas e classificadas conjuntamente.
4. O primeiro é um método generalista de classificação, e o segundo foi desenvolvido para classificação de rochas e solos, possibilitando a correção dos valores de radiância.
É/São diferença(s) entre os métodos de classificação de imagens MAXVER e o método do Paralelepípedo:
1. uso de micro-ondas e uso de ondas nos campos do visível, infravermelho e termal.
2. uso da energia termal e comprimento de onda de 0,18 cm a 7,82 cm.
3. emissão da energia coletada e comprimento de onda de 0,18 cm a 4,82 cm.
As características dos sensores ativos e passivos estão corretas em:
A respeito da resolução espacial, considere as seguintes afirmativas:
1. Corresponde ao valor do IFOV (Instantaneous Field of View) e independe do sistema óptico.
2. Indica o tamanho dos elementos que podem ser identificados pelo sensor, sendo que objetos maiores que esse valor tendem a ser discriminados.
3. É um valor de referência, sendo que elementos menores que esse valor podem ser detectados pelo sensor se seu valor de reflectância média for maior que o dos objetos adjacentes.
4. Independe do sistema óptico e possui seus valores calculados e corrigidos a partir da calibração espectral, dos parâmetros das efemérides do IFOV (Instantaneous Field of View), da distância focal (f) e do ângulo sólido.
Assinale a alternativa correta.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a área total do território brasileiro, resultante da soma da área de todos os municípios, passou de 8.547.403,5 km2 em 1993, para 8.514.215,3 km2 em 2010. Quanto ao cálculo da área e sua relação com as propriedades das projeções cartográficas, considere as seguintes afirmativas:
1. A mudança da área do território brasileiro descrita acima resulta da adoção do SIRGAS, o que levou o IBGE a recalcular a área de todos os municípios utilizando uma projeção conforme.
2. Cálculos de grandes áreas, como municípios e estados, devem privilegiar o uso de projeções equivalentes.
3. Cálculos de grandes áreas, como municípios e estados, devem privilegiar o uso de projeções conformes.
4. Cálculos de grandes áreas, como municípios e estados, devem empregar projeções cartográficas que não deformam essa grandeza, como a projeção UTM.
Assinale a alternativa correta.
Considere os pontos abaixo:
A1 (ϕ: -14º e λ:-51º) e B1 (ϕ: -14º e λ:-51º30’)
A2 (ϕ: -34º e λ:-54º) e B2 (ϕ: -34º e λ:-54º30’)
Sobre esses pontos, assinale a alternativa correta.
O ponto P16 foi coletado com um equipamento GNSS configurado com o mesmo EPSG (European Petroleum Survey Group) dos demais dados de um projeto. Sabendo que os dados já existentes foram adquiridos com escala 1:10000 e com diferentes equipamentos e metodologias, considere os seguintes procedimentos:
1. Deve ser adicionado nos metadados do ponto P16 a informação sobre a escala, em conformidade com a escala dos demais pontos (1:10000), uma vez que o P16 utiliza o mesmo EPSG e é um ponto isolado, ou seja, sem a possibilidade de associação de escala.
2. É necessário verificar o EP do equipamento utilizado para aquisição do P16 e o processo de obtenção da coordenada do ponto para definir a possível escala do P16 e sua compatibilidade de uso com os demais dados existentes.
3. É necessário fazer a transformação geométrica do P16 para SIRGAS, uma vez que o EPSG não é o referencial cartográfico adotado no Brasil.
4. É possível fazer a integração direta do ponto P16 à base de dados, sem adição de metadados, uma vez que o EPSG é o mesmo e, por ser um ponto isolado, não possui escala.
É/São procedimento(s) correto(s) para o uso do ponto P16 com os demais dados do projeto: