Questões de Concurso
Sobre sistema elétrico brasileiro em engenharia elétrica
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Na proteção diferencial de transformadores, muitas vezes surgem correntes diferenciais que não são por defeito, mas sim por outras causas. Uma delas caracteriza-se por um momento de elevação de tensão muito maior que o nominal, provocando variação de corrente não linear. Com base no exposto, é correto afirmar que comumente essa causa denomina-se
No SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas), o número de conexões deve ser reduzido ao mínimo. As conexões devem ser asseguradas por meio de soldagem exotérmica, oxiacetilênica ou elétrica, conectores de pressão ou de compressão, rebites ou parafusos. Sobre estas conexões, é correto afirmar que
Os sistemas de aterramento devem satisfazer às prescrições de segurança das pessoas e do funcionamento das instalações elétricas. Considerando essa informação, é correto afirmar que o aterramento funcional
É correto afirmar que a chave de partida, através de chave estrela-triângulo,
Dependendo da maneira como o sistema é aterrado e qual é o dispositivo de proteção utilizado, os esquemas de aterramento em baixa tensão recebem uma classificação. Dessa forma, sobre o esquema TT, é correto afirmar que
Indique o item correspondente a um sistema elétrico padrão.
Em relação à proteção contra choques elétricos, pode-se afirmar:
Os dispositivos de proteção existentes nos geradores elétricos síncronos de grande porte visam preservar o equipamento e manter a segurança dos operadores.
Na situação da perda de campo do gerador, deve entrar em operação a proteção
No projeto do sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) de um edifício multifamiliar, representado esquematicamente na figura 1, utilizou-se um captor tipo Franklin em uma haste metálica de aço de 7,0 m instalado no topo do edifício e condutores de cobre para o subsistema de descida.
Figura 1 - Edifício multifamiliar - vista superior e elevação
Tabela 1 - Exemplos de classificação de estruturas (adaptada da tabela B.6 da NBR 5419:2005)
Classificação da estrutura |
Tipo da Estrutura |
Efeitos das descargas atmosféricas |
Nível de proteção |
Estruturas comuns |
Residências |
Perfuração da isolação de instalações elétricas, incêndio, e danos materiais Danos normalmente limitados a objetos no ponto de impacto ou no caminho do raio |
III |
Teatros, escolas, lojas de departamentos, áreas esportivas e igrejas |
Danos às instalações elétricas (por exemplo: iluminação) e possibilidade de pânico Falha do sistema de alarme contra incêndio, causando atraso no socorro |
II |
|
Estruturas com risco confinado |
Estações de telecomunicação usinas elétricas Indústrias |
Interrupção inaceitável de serviços públicos por breve ou longo período de tempo Risco para as imediações devido a incêndios, e outros com risco de incêndio |
I |
Tabela 2 - Espaçamento médio dos condutores de descida não naturais conforme o nível de proteção
Nível de proteção |
Espaçamento médio m |
I |
10 |
II |
15 |
III |
20 |
IV |
25 |
Tabela 3 - Seções mínimas dos materiais do SPDA
Material |
Captor e anéis intermediários mm2 |
Descidas (para estruturas de altura até 20 m) mm2 |
Descidas (para estruturas de altura superior a 20m) mm2 |
Eletrodo de aterramento mm2 |
Cobre |
35 |
16 |
35 |
50 |
Alumínio |
70 |
25 |
70 |
- |
Aço galvanizado a quente ou embutido em concreto |
50 |
50 |
50 |
80 |
Fonte: ABNT NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
Considerando-se as recomendações de projeto de um SPDA dadas na norma NBR 5419 (tabelas 1, 2 e 3), qual das opções abaixo apresenta o número de descidas e a seção mínima dos condutores para o subsistema de descida, nesta ordem?
Os circuitos na figura abaixo mostram uma possível configuração para o acionamento de um motor elétrico de indução trifásico.
Com base na análise do funcionamento destes circuitos, verifica-se que
Atualmente, não se utiliza o regime de equalização de tarifas de energia elétrica nos estados brasileiros. Para as revisões tarifárias, consideram-se as características de cada área de concessão, tais como número de consumidores e densidade do mercado, entre outros parâmetros.
Desde 2010, não é mais permitida a utilização do reajuste tarifário anual para atualização do valor da energia paga pelo consumidor. Os contratos de concessão somente contemplam a revisão tarifária periódica, realizada a cada quatro anos.