Questões de Concurso Sobre engenharia elétrica
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I. O relé é um disjuntor eletrônico digital, que exerce sua ação quando a tensão elétrica percorre as espiras da bobina do relé, eliminando, assim, um campo eletromagnético, que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. II. Entre as partes componentes de um relé, o eletroímã ou bobina é constituído por um fio de cobre que envolve um núcleo de ferro, oferecendo um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. III. Entre os tipos de relés estão os relés térmicos, também conhecidos como relés de sobrecarga, um dispositivo de proteção que é responsável por proteger os motores elétricos de possíveis anomalias, sendo a mais comum o sobreaquecimento do motor elétrico. Quando o motor trava o seu eixo ou está trabalhando com muita carga, ele solicita mais corrente da rede para tentar compensar o peso requerido; desse modo, o motor acaba tendo que trabalhar com especificações que ele não suporta.
Assinale
I. É um equipamento que reproduz, no seu circuito secundário, a corrente que circula em um enrolamento primário com sua posição vetorial substancialmente mantida, em uma proporção definida, conhecida e adequada. É utilizado em aplicações de baixa e alta tensão – 0,6kV a 36,2kV –, situações essas em que circulam frequentemente altas correntes. Fornece correntes suficientemente reduzidas e isoladas do circuito primário, de forma a possibilitar o seu uso por equipamentos de medição, controle e proteção. II. É um equipamento usado principalmente para sistemas de medição de tensão elétrica, sendo fabricado tanto para baixa tensão como para alta tensão – 0,6kV a 24,2kV –, sendo capaz de reduzir a tensão do circuito para níveis compatíveis com a máxima tensão suportável pelos instrumentos de medição. Sua principal aplicação é na medição de tensões com valores elevados, ou seja, em seu circuito primário é conectada a tensão a ser medida, sendo que, no secundário, será reproduzida uma tensão reduzida e diretamente proporcional à do primário. Assim, com menor custo e maior segurança, pode-se conectar o instrumento de medição voltímetro no secundário. A tensão reduzida do circuito secundário do TP também é usada para alimentar, de forma igualmente segura, os circuitos de proteção e controle de subestações.
Pelas características descritas, os tipos descritos em I e II são conhecidos, respectivamente, como transformadores de
I. São compostos de três hastes metálicas pontiagudas em sua extremidade, ligadas a um fio condutor conectado ao solo. É o tipo de para-raios mais usado em razão de sua grande eficiência em dissipar as descargas elétricas para o solo. II. Construídos a partir dos princípios da gaiola de Faraday, envolvendo as construções com uma malha de fios dotada de hastes metálicas, aterrada ao chão.
Os modelos descritos em I e II são conhecidos, respectivamente, como de

No que diz respeito às medidas e cálculos realizados, assinale V para verdadeiro e F para falso.
( ) A corrente na carga é igual a 20 mA. ( ) A perda de tensão na resistência interna do gerador foi de 1 V. ( ) O rendimento do gerador foi de 80%.
As afirmativas são, respectivamente,
I. São subestações instaladas entre a geração e a distribuição. Mantém-se a mesma classe de tensão e são utilizadas para seccionar circuitos, isolar sistemas e interligar subestações de distribuição com subestações centrais de transmissão. II. São subestações próximas aos centros de cargas. Possuem transformadores abaixadores para abaixar a classe de tensão e distribuir a energia para os transformadores de distribuição ou para as subestações consumidoras.
Os dois tipos de subestação descritos em I e II são denominadas, respectivamente,
I. É o valor da temperatura, no qual os vapores se incandescem por si mesmos. II. É um valor que indica envelhecimento e que não deve ultrapassar 0,1%, depende do regime térmico, da ação de metais e de outros agentes sobre o ambiente onde o óleo vai trabalhar.
Os termos definidos são conhecidos, respectivamente, em I como “ponto de” e em II como “coeficiente de”
( ) Os motores trifásicos têm maiores dimensões que os monofásicos de mesma potência. ( ) Permite separar a tensão na carga pela mudança da configuração do gerador e/ou da carga. ( ) A corrente na linha é menor, o que possibilita reduzir o diâmetro dos condutores da instalação.
As afirmativas são, respectivamente,
I. Campo Magnético é a região ao redor de um ímã, na qual ocorre um efeito magnético, percebido pela ação de uma força magnética de atração ou de repulsão. O campo magnético pode ser definido pela medida da força que o campo exerce sobre o movimento das partículas de carga, tal como um elétron. II. A Densidade de Campo Magnético, também conhecida como Densidade de Fluxo Magnético ou simplesmente Campo Magnético, é uma grandeza vetorial representada pela letra B, cuja unidade é Tesla (T) e é determinada pela relação entre o Fluxo Magnético φ e a área de uma dada superfície perpendicular à direção do fluxo magnético. III. A Regra de Ampère ou da Mão Direita: conforme ilustrado na figura abaixo, ao se envolver um condutor com o polegar apontando para o sentido convencional da corrente elétrica, os demais dedos indicam o sentido das linhas de campo que envolvem o condutor.

Assinale
I. Estabelece que a variação do fluxo magnético que atravessa o circuito produz uma tensão elétrica, que dá origem à corrente. II. Estabelece que o sentido da corrente elétrica induzida nos condutores é tal que o campo magnético gerado por essa corrente deve opor-se à variação do fluxo magnético.
As leis estabelecidas em I – indução magnética e II – conservação de energia são conhecidas, respectivamente, como de

Em relação à impedância, o circuito RLC paralelo pode ter três comportamentos distintos. Nesse contexto, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Para
o circuito é capacitivo com
e
como diagrama fasorial. ( ) Para
o circuito é indutivo com
e
como diagrama fasorial. ( ) Para
o circuito é
resistivo com
e
como diagrama fasorial. As afirmativas são, respectivamente,

Os esquemas em (a) e (b) são conhecidos, respectivamente, pelas siglas
I. É um método de acionamento de motores de corrente alternada, no qual o motor é conectado diretamente à rede elétrica. Ou seja, ela se dá quando aplicamos a tensão nominal sobre os enrolamentos do estator do motor, de maneira direta. Para implementação desse sistema de partida, é utilizado um contator como dispositivo de manobra e dispositivos de proteção, como fusíveis e relés de sobrecarga ou disjuntores. II. É um método de acionamento com um tipo de chave usada para partida de motores sob carga, com o objetivo de reduzir a corrente de partida, evitando sobrecarga na rede de alimentação, deixando, porém, o motor com um conjugado suficiente para a partida e a aceleração. A tensão neste caso é reduzida por meio de um autotransformador trifásico que possui geralmente taps de 50%, 65% e 80% da tensão nominal.
Os métodos detalhados em I e II são conhecidos, respectivamente, como de partida

No que diz respeito ao diagrama fasorial e tendo como referência a corrente no circuito, as tensões no resistor VR e no capacitor VC encontram-se, respectivamente, nas seguintes condições:

No caso de a frequência do gerador aumentar, mantendo a tensão constante, o valor das grandezas XL – I – VR – VL vai variar, respectivamente, do seguinte modo:
( ) Enrolamento de campo – é localizado na parte girante do motor de corrente contínua (rotor), responsável por produzir o torque elétrico que o movimenta quando opera como motor, bem como a tensão de saída quando opera como gerador. ( ) Enrolamento de armadura – é a parte fixa da máquina (estator), responsável por criar o fluxo magnético que vai atravessar a armadura. Nele são formados os polos magnéticos norte e sul, criandose um campo de excitação. É importante destacar que o estator do motor CC também pode ser feito por ímãs permanentes. ( ) Comutador – tem a função de manter a corrente circulando sempre no mesmo sentido na armadura, ou seja, faz com que o torque gerado esteja sempre no mesmo sentido. Quando estão operando como gerador, o comutador tem a função de manter a tensão gerada sempre com a mesma polaridade. ( ) Escovas – são geralmente feitas de carvão, encarregadas de fazer o contato do enrolamento de armadura para que se possa injetar energia elétrica no enrolamento. Quando está funcionando como gerador, ela retira a energia elétrica do enrolamento.
As afirmativas são, respectivamente,
I. Tem como objetivo bloquear a entrada de carga elétrica acima do limite suportado pelo equipamento. Ele sempre desliga quando houver sobrecorrente. Com sua utilização, é bem simples restabelecer o circuito: após regularizado o problema, basta ligar novamente a chave. II. É um equipamento utilizado para proteção de sistemas elétricos de potência, associado a um religador. Ao ser sensibilizado, normalmente por uma sobrecorrente, é um dispositivo que se prepara para contar a quantidade de desligamentos do circuito elétrico. Quando essa contagem atinge o valor pré-programado, o equipamento abre, interrompendo o circuito. É um dispositivo que atua com a mesma função quando ocorre um fio partido, curto-circuito na rede ou galho de árvore caído sobre a rede elétrica. III. É um dispositivo de proteção e manobra de circuitos elétricos. Utilizado para proteção de transformadores de potência em entradas primárias até 100A, banco de capacitores e ramais de redes elétricas.
Os dispositivos descritos em I, em II e em III são conhecidos, respectivamente, por
I. Determina que qualquer circuito de dois terminais pode ser substituído por um circuito equivalente com uma fonte de tensão em série com um resistor, por meio da execução de uma série de passos. II. Determina que qualquer circuito de dois terminais pode ser substituído por um circuito equivalente, em que a fonte de corrente esteja em paralelo com o resistor.
Os teoremas caracterizados em I e em II são conhecidos, respectivamente, como de