Questões de Concurso Sobre engenharia civil
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O caminho crítico e o tempo de duração da obra são, respectivamente,
Detalhe do nó de ligação da treliça da cobertura metálica

Considerando a padronização para o espaçamento da furação padrão americano, com g = 35 mm para L 63,5 × 63,5, na verificação da ruptura por cisalhamento de bloco, os valores calculados da área cisalhada líquida e da área tracionada líquida são, respectivamente:
Rampas de acesso provisórias − Vista superior

As obras eventualmente existentes sobre o passeio devem ser convenientemente sinalizadas e isoladas, assegurando-se a largura mínima de
Escavação e diagrama de pressões simplificado
Dados: − Massa específica do solo silte arenoso = 20,0 kN/m3 − Coesão solo silte arenoso (c) = zero − Coeficiente de empuxo ativo Ka = 1/3 − Ângulo de atrito interno (φ) = 28º − Diagrama simplificado de pressão: P = 0,65 × γ × H × Ka
Onde: H = Diferença de cotas
O valor da pressão ativa (P) para a escavação, em kPa, é
Aplicação de contravento − Vidros fixos

A aplicação de contraventos é necessária para assegurar a resistência, a rigidez e a estabilidade da instalação. Analisando a situação para vidros fixos apresentada, há necessidade de contravento se AC + BC for maior que
I. As portas corta-fogo para saídas de emergência são classificadas em quatro classes (P-30, P-60, P-90 e P-120), segundo seu tempo de resistência ao fogo, não sendo permitidas classificações intermediárias.
II. A folha da porta corta-fogo, quando instalada, deve receber, no sentido de fuga, no mínimo 1,20 m acima do piso, uma sinalização complementar de orientação e salvamento, fotoluminescente, com os seguintes dizeres: PORTA CORTAFOGO/É OBRIGATÓRIO MANTER FECHADA.
III. As portas corta-fogo para saídas de emergência são indicadas para instalação, entre outros locais, nas antecâmaras e escadas de saídas de emergência de edifícios; acesso a áreas de refúgio e acesso a passarelas e intercomunicação entre edifícios.
IV. As portas corta-fogo não se destinam à instalação em condições de exposição ao intemperismo. Caso sejam utilizadas nas paredes externas da edificação, devem ser protegidas na face externa de forma a não ficarem expostas à incidência de chuvas e outras ações diretas do meio externo.
Está correto o que se afirma em
I. Nos projetos de elevadores, todos os equipamentos do elevador devem estar localizados na caixa ou nos espaços da maquinaria ou na casa de polias.
II. A caixa do elevador, a casa de máquinas e a casa de polias devem ser utilizadas exclusivamente para os propósitos do elevador, no entanto podem conter, entre outros itens, detectores de incêndio ou extintores de faixa de temperatura de operação alta, apropriados para equipamento elétrico e protegidos contra impactos acidentais.
III. A casa de máquinas pode conter máquinas para outros tipos de elevadores, por exemplo, elevadores exclusivos de carga.
IV. A caixa, os espaços de maquinaria e a casa de polias não podem ser utilizados para ventilação de outros locais que não pertençam ao elevador.
Está correto o que se afirma em

Dados: − Quadriculação de 10 em 10 metros. − Projeto de terraplenagem com compensação de terra (VC = VA) − Cota final para volumes de corte e aterro iguais = 22,40 m.
O projeto de terraplenagem do terreno prevê a execução de um plano inclinado com rampa de 2% entre as estacas 1 e 5, na direção e sentido de 1 para 5, com VC=VA
As cotas finais das estacas A-1 e A-4 são, em metros, respectivamente,
I. Fenômeno é caracterizado pelo surgimento de ligante em abundância na superfície e ocorre devido a excesso de asfalto na massa asfáltica.
II. Desprendimento de agregados da superfície ou a perda de mástique junto aos agregados. Pode se dar por: ações do tráfego, ações climáticas, carência de ligantes nas misturas betuminosas, utilização de materiais desnecessários e erros durante a construção.
III. Aberturas na superfície do asfalto tendo várias tipologias. Se dá principalmente pela fadiga dos materiais que compõem as camadas betuminosas, graças à tração por flexão, causada pelos veículos de carga.
IV. Deformações permanentes que se dão ao longo da superfície do pavimento, de forma verticalizada, causada pela repetida passagem de veículos. Tais alterações podem ser plásticas ou de consolidação.
V. Patologia diretamente associada às tensões cisalhantes causadas pela aceleração dos veículos. Representadas por ondulações transversais ao eixo da via, que acontecem nas camadas de desgaste feitas por revestimento superficial. Tais ondulações se devem à base instável, advinda de uma execução mal feita, que apresenta grande quantidade de finos e asfalto.
A denominação de cada patologia apresentada (I, II, III, IV e V) é, correta e respectivamente: