Questões de Concurso
Comentadas sobre química geral, orgânica e analítica em engenharia agronômica (agronomia)
Foram encontradas 341 questões
I. O calcário é um material inerte obtido da moagem de rochas carbonáticas, seu uso para aumento de pH acima de 7.0 pode ser uma importante estratégia para aumentar o tempo de neutralização da acidez ativa e diminuir os custos de reaplicação do calcário.
II. As recomendações de calcário para calagem na cultura do milho é de 5,5 (pH-H2O).
III. Atualmente, altos rendimentos das culturas como soja, milho, trigo e cevada, dentre outras, são possíveis de ser obtidos em solos com pH baixo (< 5,5) e teor de Al trocável em nível considerado tóxico (1,0–1,5 cmolc dm-3 ) para as plantas, quando cultivados há muitos anos no sistema de plantio direto.
IV. O critério para indicação da necessidade de calagem para culturas de grãos em sistemas consolidados de plantio direto no Rio Grande Sul e Santa Catarina baseiam-se no pH, no valor de m% e no valor de V%.
V. Em sistemas consolidados de plantio direto, aplicações de 1/4 da dose recomendada na superfície têm se mostrado capazes de proporcionar altos rendimentos da cultura.
Assinale a alternativa correta:
Recomenda-se a utilização da fosfatagem como prática de correção desse solo, para aumentar a eficiência da adubação fosfatada por meio da aplicação de fertilizante de maior solubilidade.
A utilização do calcário contribuirá negativamente para a disponibilidade do fósforo nesse solo.
Recomenda-se a utilização da calagem com o objetivo de neutralizar o alumínio e fornecer, simultaneamente, cálcio e magnésio para a nutrição das plantas.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Havendo risco de salinidade, que pode ocorrer em regiões áridas e semiáridas ou em ambiente protegido, deve-se reduzir pela metade o uso de água no solo (irrigação) para manter o balanço de sais em nível adequado para a lavoura.
II. A quantidade de água a ser aplicada por irrigação deve otimizar a evapotranspiração da cultura em condições de irrigação total ou suplementar. Ou seja, quanto maior a quantidade de água utilizada na irrigação, maior será a produtividade de uma lavoura, sempre.
Marque a alternativa CORRETA:
O emprego do teor de óxidos de ferro (expresso na forma Fe2 O3 e obtido por extração com ataque sulfúrico) possibilita uma melhor separação das classes de solos. Considerando-se os teores de óxidos de ferro, pode-se separar:
I. Perférrico - Solos com baixo teor de óxidos de ferro: teores < 80 g kg-1 de solo.
II. Férrico - Solos com médio teor de óxidos de ferro: teores variando de 80 g kg-1 a < 180 g kg-1 de solo. O termo “férrico” é aplicado também à classe dos Nitossolos que apresentem teores de Fe2 O3 (pelo H2SO4) ≥ 50 g kg-1 e < 180 g kg-1 de solo.
III. Mesoférrico - Solos com alto teor de óxidos de ferro: teores de 180 g kg-1 a < 360 g kg-1 de solo.
IV. Hipoférrico - Solos com muito alto teor de óxidos de ferro: teores ≥ 360 g kg-1 de solo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Em relação à concentração de sais no solo, é possível afirmar que:
I. Caráter salino: é a propriedade referente à presença de sais mais solúveis em água fria que o sulfato de cálcio, em quantidade tóxica à maioria das culturas, indicada por condutividade elétrica no extrato de saturação igual ou maior que 7 dS m-1 (a 25 °C), em alguma época do ano.
II. Caráter sálico: é a propriedade referente à presença de sais mais solúveis em água fria que o sulfato de cálcio, em quantidade que interfere no desenvolvimento da maioria das culturas, indicada por condutividade elétrica do extrato de saturação igual ou maior que 4 dS m-1 e menor que 7 dS m-1 (a 25 °C), em alguma época do ano.
III. Caráter solódico: é usado para distinguir horizontes ou camadas que apresentem saturação por sódio (100 Na+ / T) ≥ 15% em alguma parte da seção de controle que defina a classe.
IV. Caráter sódico: é usado para distinguir horizontes ou camadas que apresentem saturação por sódio (100 Na+ / T) variando de 6% a < 15% em alguma parte da seção de controle que defina a classe.
Assinale a alternativa CORRETA:
Cada um dos macronutrientes e dos micronutrientes exerce pelo menos uma função dentro do sistema vegetal e a sua deficiência ou excesso provoca sintomas de carência ou de toxidez, característicos. Para que o elemento seja considerado essencial, é necessário que este atenda a alguns critérios:
I. Um elemento é essencial se sua deficiência impede que a planta complete seu ciclo de vida.
II. Para que um elemento seja essencial ele não pode ser substituído por outro com propriedades similares.
III. O elemento deve participar ativamente no metabolismo da planta e que seu benefício não seja somente
relacionado ao fato de melhorar as características do solo, melhorando o crescimento da microflora ou algum
efeito similar.
I. Em solos ácidos que apresentam elevados teores de ferro e alumínio, parte do fósforo disponível é fixada, formando compostos de ferro e alumínio; o fósforo torna-se indisponível para as plantas. II. A aplicação de gesso agrícola é uma maneira de melhorar a indisponibilidade de fósforo. III. O fósforo é absorvido pelas plantas sob a forma de ânions H2PO4. IV. No solo, o fósforo é pouco móvel, pois é firmemente retido não sendo um nutriente facilmente sujeito à perdas por percolação.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. As plantas absorvem enxofre através dos sulfatos e outros compostos que apresentam enxofre. II. Na produção de aminoácidos das plantas, o hidrogênio substitui o oxigênio na composição dos sulfatos. III. Os microorganismos decompõem os aminoácidos que contêm enxofre nos restos de animais e plantas, criando sulfeto de hidrogênio. IV. O enxofre é extraído do sulfeto, por bactérias e microorganismos, e os sulfatos são produzidos pela ação de microorganismos na combinação do enxofre com o hidrogênio.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a
situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019.
Disponível em:<http://rbf.org.br/atualizacao-sobre-a-situacao-de-bactrocera-carambolae-em-roraima/>
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a
situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019.
Disponível em:<http://rbf.org.br/atualizacao-sobre-a-situacao-de-bactrocera-carambolae-em-roraima/>
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a
situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019.
Disponível em:<http://rbf.org.br/atualizacao-sobre-a-situacao-de-bactrocera-carambolae-em-roraima/>
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a
situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019.
Disponível em:<http://rbf.org.br/atualizacao-sobre-a-situacao-de-bactrocera-carambolae-em-roraima/>
Dentre as fórmulas de fertilizantes minerais mais encontradas no comércio e suas finalidades, citam-se:
I – 05-30-10, para semeadura/plantio das culturas;
II – 20-05-10, para semeadura/plantio das culturas;
III – 04-14-08, para aplicação em cobertura;
IV – 20-05-20, para aplicação em cobertura;
V – 12-06-12, para aplicação em cobertura.
Julgue os itens a seguir.
Leia o texto a seguir:
“Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) é uma espécie de grande relevância à fruticultura devido ao ataque a diversas plantas de importância agrícola (carambola, manga, tomate, laranja, limão, acerola, caju, goiaba, jambo, pimenta, entre outras). Sua origem é asiática e em 1975 foi introduzida no continente americano através do Suriname.
No Brasil, sua primeira detecção ocorreu em 1996 no município de Oiapoque (Amapá). Atualmente há confirmação de sua presença em três estados – Amapá (AP), Pará (PA) e Roraima (RR). Por ser considerada uma das maiores ameaças fitossanitárias à fruticultura brasileira (mesmo sob controle constitui risco à economia agrícola), ter distribuição restrita e estar sob controle oficial, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) categoriza essa espécie como praga quarentenária presente (PQP) para o país. [...]
O maior risco de introdução da praga é através de partes vegetais contaminados, principalmente frutos. A presença da praga afeta diretamente na economia, pois os produtores da região que tenha registrado foco da praga são impedidos de comercializar para que a praga não seja levada de uma região para a outra.
Anteriormente, foram definidos pelo MAPA os procedimentos oficiais de vigilância que devem ser adotados em todo o país para as ações de prevenção, contenção, supressão e erradicação da B. carambolae. Nesta legislação consta o detalhamento das medidas a serem aplicadas no caso de constatação da praga, assim como a orientação sobre o trânsito de frutos de espécies hospedeiras da praga provenientes de áreas sob quarentena, protegidas ou onde a praga já se encontra erradicada, além do trânsito interestadual. ”
Revista Brasileira de Fruticultura. Atualização sobre a
situação de Bactrocera carambolae em Roraima, 2019.
Disponível em:<http://rbf.org.br/atualizacao-sobre-a-situacao-de-bactrocera-carambolae-em-roraima/>
O preenchimento correto do receituário agronômico é imprescindível e está previsto em lei. Dentre as suas informações necessárias encontra-se a dose do produto e a quantidade total que pode ser adquirida pelo usuário. Considere um caso hipotético:
Um engenheiro agrônomo visita uma lavoura de 15 ha milho que está infestada de Spodoptera frugiperda. O profissional decide recomendar determinado agrotóxico com dose indicada na bula de 400 mL/ha em uma única aplicação, com volume de calda total por hectare de 200L, através de trator com barras, com pressão de trabalho 100 a 800 KPA e diâmetro de gotas de 200 a 400 µ.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que contenha o volume de produto total que o usuário poderá adquirir e a classe do agrotóxico a ser utilizado.