Questões de Concurso
Sobre métodos de controle de pragas em engenharia agronômica (agronomia)
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I. Os produtos que chegam até os consumidores são melhores, portanto, acabam tendo preços mais competitivos.
II. O controle sobre doenças e pragas é mais efetivo, já que as plantas crescem mais fortes e mais protegidas. as colheitas estão garantidas durante o ano todo, uma vez que as culturas não ficam sujeitas às mudanças no clima.
III. Além disso, elas podem ser feitas precocemente, o que aumenta o valor de venda dos agricultores.
Assinale a alternativa correta:
Para prevenir a entrada de pragas em uma área, algumas medidas de manejo são:
I. Sementes e mudas sadias.
II. Disseminação de vetores.
III. Inspeção e certificação.
IV. Quarentena.
A sequência correta é:
( ) Maiores tamanhos de gotas tendem a aumentar o escorrimento superficial e a subsequente contaminação do solo.
( ) Menores tamanhos de gotas tendem a provocar maiores perdas por evaporação e deriva.
( ) Menores tamanhos de gota tendem a apresentar maior penetração no dossel das plantas em condições meteorológicas adversas.
( ) A alteração de pressão de trabalho do bico influencia diretamente o tamanho das gotas.
I. As principais pragas que acometem a cultura da soja são as lagartas desfolhadoras e das vagens e os percevejos.
II. Os principais percevejos que atacam plantas de soja são o percevejo marrom (Euschistus heros), o percevejo verde (Nezara viridula) e o percevejo pequeno (Piezodorus guildinii).
III. Uma forma de monitoramento da lavoura é a vistoria semanal, utilizando pano de batida para análise do grau de infestação de pragas.
IV. Nas lavouras para produção de grãos, se for encontrado, em média, oito ou mais percevejos/ amostragem do pano de batida deve-se entrar com controle fitossanitário para a praga.
Quais estão corretas?
O uso de herbicidas para controle de plantas daninhas tem aumentado ano após ano no Brasil e no mundo. Os motivos são os mais variados, desde o aumento de áreas produtivas até o aumento dos relatos de tolerância e resistência de biótipos às atuais moléculas comerciais. Referente às plantas daninhas e herbicidas, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Monda.
2. Alelopatia.
3. Mecanismo de ação.
4. Modo de ação.
5. Sinergismo.
Coluna 2
( ) Refere-se ao conjunto de eventos metabólicos associados aos sintomas visíveis da ação do herbicida na planta.
( ) Conhecido como o mais antigo método de controle de plantas daninhas.
( ) Diz respeito ao primeiro ponto do metabolismo da planta onde o herbicida vai agir. Normalmente, é o primeiro de uma série de eventos metabólicos que resultam na expressão final do herbicida na planta.
( ) Forma de controle biológico de plantas daninhas, onde a ação se dá pela inibição química exercida por uma planta (viva ou morta), sobre a germinação ou desenvolvimento de outras.
( ) Efeito de controle superior de um biótipo relacionado à soma de produtos aplicados isoladamente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Dentre os inimigos naturais das moscas-das-frutas destaca-se o parasitóide Diachasmimorpha longicaudata (Hymenoptera: Braconidae). Esse parasitóide oviposita no último instar larval das moscas-das-frutas e completa seu desenvolvimento no pupário do hospedeiro.
II. O programa de controle biológico dos percevejos da soja por meio da utilização de T. basalis conta com a multiplicação desse agente no próprio campo, e por isso é fundamental que seja liberado quando a população de percevejos ainda é baixa (menor que os níveis de ação), respeitando o período indicado para liberação.
III. No controle biológico aumentativo, os inimigos naturais são periodicamente introduzidos e liberados, após a criação massal em laboratório. Quando na Liberação inoculativa, os inimigos naturais são liberados em número limitado, ou seja, somente um pequeno número é liberado, com objetivo de supressão em longo prazo da população da praga. É aplicado em culturas perenes ou semiperenes e florestas. É típica do controle biológico clássico.
( ) Embora possa ocorrer na primeira safra, no período da segunda safra ou em plantios tardios as populações de cigarrinha aumentam e resultam em maior incidência dos enfezamentos. ( ) A cigarrinha se alimenta da seiva de uma planta de milho doente e adquire os molicutes, que então se multiplicam nos seus tecidos, infectando as glândulas salivares, durante um período de 3 a 4 semanas, podendo esse tempo, denominado período latente, ser reduzido em condições de temperaturas elevadas. ( ) Recomenda-se que o controle da cigarrinha não passe de 40 dias após a emergência do milho, pois após esse período não são observadas vantagens para o controle dos patógenos em campo. ( ) Ainda não está estabelecido um nível de controle (NC) para a cigarrinha do milho, e mesmo se houvesse, o NC para insetos vetores é extremamente baixo. Por isso, os inseticidas têm sido indicados, pois um único inseto infectado pode contaminar várias plantas. ( ) O controle biológico para a cigarrinha do milho pode ocorrer naturalmente por meio de parasitoides de ovos, ninfas e adultos ou por predadores. Para esse controle indica-se inseticidas biológicos à base de Bacillus thuringiensis, Beauveria bassiana e 1 à base de Isaria fumosorosea. ( ) Trabalhos de avaliação da resistência de híbridos comerciais têm sido realizados em diversas regiões do Brasil. No entanto, têm sido observadas algumas variações na resposta dos híbridos aos enfezamentos nos trabalhos de caracterização da resistência realizados em diferentes regiões. Ou seja, um híbrido com reação de moderada resistência ou resistência, em uma região, pode apresentar reação de suscetibilidade em outras regiões.
A sequência correta é:
Coluna 1 1. Alvo Biológico. 2. Alvo Químico. 3. Surfactante. 4. Emulsionantes. 5. Estabilizantes.
Coluna 2 ( ) Facilita a mistura com a água e permite uma boa adesividade e absorção do ingrediente ativo pelos tecidos vegetais. ( ) Entidade eleita para ser atingida, direta ou indiretamente, pelo processo de aplicação. ( ) Evita que o ingrediente ativo se decomponha, mantendo as características de uma formulação por um longo período de armazenamento sob a ação do calor, luz e umidade. ( ) Compatibilizam o ingrediente ativo e os solventes da formulação com água. Diminuem a tensão superficial entre a gota de pulverização e a superfície aplicada, aumentando o contato entre o ingrediente ativo e o alvo desejado. ( ) É o local onde se deve colocar o produto químico para que este exerça adequadamente sua função de controle do alvo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1 1. Inibidores do Fotossistema 1. 2. Inibidores de EPSPS. 3. Auxinas sintéticas. 4. Inibidores de ACCase. 5. Inibidores de ALS.
Coluna 2 ( ) Herbicidas usados no controle principalmente de gramíneas em pós-emergência seletivamente para culturas dicotiledônias em geral. Como exemplo, há no mercado o Fluazifop, o Clethodin, entre outros. ( ) Uma vez aplicado, este mecanismo de ação promove a inibição do crescimento das plantas de uma a duas horas após a aplicação. De dois a quatro dias após a aplicação, o meristema apical torna-se clorótico e depois necrosa. ( ) Tem como principal representante o ácido glyphosate. Quando na planta, sua ação inibitória se dá no controle da entrada de carbono na rota do shiquimato. Como efeito secundário, há a redução da produção fotossintética de sacarose. ( ) Seu uso está relacionado principalmente no posicionamento para controle de plantas daninhas de folha larga em pós-emergência, sendo seletivos para gramíneas. Atualmente, um ingrediente ativo que está no mercado é o Dicamba. ( ) Seu uso está associado ao pioneirismo do sistema plantio direto, pois são os herbicidas considerados “dessecantes”. São herbicidas não seletivos de vegetação, pertencentes ao grupo químico bipiridilos, representados pelos diquat e paraquat.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: