Questões de Concurso
Sobre urgência e emergência em enfermagem
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I.O colar cervical deve ser aplicado antes da prancha.
II.A retirada do capacete é obrigatória em todos os casos.
III.O alinhamento manual precede qualquer imobilização rígida.
IV.A prancha longa é indicada para conforto prolongado.
Está CORRETO o que se afirma em:
• Frequência cardíaca: 130 bpm.
• Pressão arterial: 90x60 mmHg.
• Frequência respiratória.24irpm.
• Saturação de Or: 93o/o em ar ambiente.
Durante a escuta clínica, o paciente refere fraqueza progressiva e dificuldade para permanecer em pé. O Enfermeiro reconhece sinais sugestivos de comprometimento circulatório e prioriza condutas compatíveis com manejo inicial de instabilidade clÍnica na Atenção Primária. Considerando os princípios de avaliação clínica inicial e reconhecimento de sinais de gravidade na Atenção Primária à Saúde (APS), assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques das diretrizes para ressuscitação cardiopulmonar e atendimento Cardiovascular de emergência de 2025 da American Heart Association. Dallas (Texas): CPR7ECC Guidelines, 2025.
I- Se o recém-nascido nasce de gestação a termo, apresenta bom tônus muscular e está respirando ou chorando, recomenda-se realizar cuidados de rotina, incluindo contato pele a pele com a mãe e manutenção da temperatura corporal, dispensando-se avaliação contínua.
II- Caso o recém-nascido apresente apneia ou respiração agônica (gasping) ou frequência cardíaca inferior a 100 bpm após os cuidados iniciais, deve-se iniciar ventilação com pressão positiva, monitorar a saturação de oxigênio com oxímetro de pulso e considerar monitorização cardíaca.
III- Se, após 30 segundos de ventilação com pressão positiva eficaz, a frequência cardíaca permanecer abaixo de 100 bpm, devem ser iniciadas imediatamente compressões torácicas coordenadas com ventilação na proporção 3:1, utilizando oxigênio a 100%.
IV- Quando a frequência cardíaca permanece abaixo de 60 bpm após ventilação eficaz e compressões torácicas coordenadas, recomenda-se considerar intubação traqueal ou máscara laríngea e administrar epinefrina, conforme protocolo.
V- Nos primeiros três minutos após o nascimento, a saturação de oxigênio do recém-nascido deve atingir valores acima de 90%, sendo recomendada suplementação de oxigênio para alcançar esse objetivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2a edição, 2016. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/samu-192/publicacoes/protocolo-de-suporte-avancado-devida-1.pdf
I- O gerenciamento de riscos no APH é essencial para a promoção da segurança do paciente e da qualidade do serviço, em todas as etapas do processo de trabalho.
II- O gerenciamento de riscos no APH está voltado exclusivamente para o registro de anotações das informações na passagem do paciente para o profissional na unidade de saúde de destino, com descrição de todo o ocorrido.
III- No APH, o gerenciamento de riscos é um processo contínuo que abrange desde a avaliação da segurança da cena e o uso de EPIs até a comunicação clara e assertiva com a Central de Regulação de Urgências (CRU), atentando para a necessidade de presença das forças da segurança.
IV- Na comunicação da APH é usada a ferramenta SBAR que significa (Serviço, Barreira de segurança, Avaliação e Recuperação).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Acerca do atendimento pré‐hospitalar a urgências e emergências clínicas, julgue o próximo item.
Em caso de dor torácica não traumática, recomenda-se manter o paciente com cabeceira elevada em torno de 45°, tranquilizá-lo, monitorar sinais vitais e oximetria de pulso, e oferecer O2 por máscara reinalante, se a saturação de O2 for inferior a 94%.
Acerca do atendimento pré‐hospitalar a urgências e emergências clínicas, julgue o próximo item.
Para o atendimento de pacientes com convulsão, o profissional deve minimizar o risco de que a pessoa tenha lesões, ajudando-a a ficar no chão, colocando-a de decúbito ventral na posição de recuperação, desobstruindo a área ao seu redor e contendo os movimentos do paciente.