Questões de Concurso
Comentadas sobre urgência e emergência em enfermagem
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Os monitores cardíacos com desfibriladores são equipamentos que devem ser usados no transporte intrahospitalar de pacientes críticos pois são necessários para a identificação de alterações eletrocardiográficas (arritmias cardíacas), assim como para a imediata reversão dessas alterações (quando indicado).
Ambu® ou bolsa auto-inflável com reservatório de oxigênio, cânula de Guedel, laringoscópio, cânulas de intubação traqueal e fio-guia são exemplos de alguns equipamentos que devem estar incluídos na maleta para as vias aéreas, ou maleta de intubação.
Na grande maioria dos adultos que apresentam a condição emergencial descrita, constata-se a presença de assistolia, que deve ser tratada por meio de desfibrilação cardíaca.
No processo de tentativa de reanimação do paciente considerado, deve-se manter uma relação de 5 compressões torácicas para uma ventilação (5:1) independentemente do número de socorristas que estejam participando dos procedimentos emergenciais, pois essa relação provê um número desejável de compressões por minuto (cerca de 50).
Na situação clínica considerada, a primeira providência a ser tomada é a massagem cardíaca externa.
Os sinais clínicos detectados pelo profissional de enfermagem indicam a presença de parada cardiorrespiratória.
As ambulâncias dos tipos A e B devem ter como tripulação 2 profissionais, sendo um o motorista e um técnico ou auxiliar de enfermagem.
No nível considerado, observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas são competências/atribuições do auxiliar de enfermagem que compõe a equipe de atendimento préhospitalar móvel, conforme a portaria citada.
Os serviços de atendimento pré-hospitalar móvel devem contar exclusivamente com uma equipe de profissionais da área da saúde (médico, enfermeiro e auxiliares de enfermagem).
O atendimento pré-hospitalar móvel é denominado de primário quando o pedido de socorro for originado por um cidadão comum.
Atendimento pré-hospitalar fixo é prestado por um conjunto de unidades básicas de saúde, unidades do Programa de Saúde da Família (PSF), Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), ambulatórios especializados, serviços de diagnóstico e terapia, unidades não-hospitalares de atendimento às urgências e emergências e pelos serviços de atendimento pré-hospitalar móvel.
Nos casos de atendimento a vítima de trauma craniencefálico, deve-se imobilizar a coluna cervical com colar cervical, impedir que haja dobramento da coluna vertebral, manter as vias aéreas permeáveis e pesquisar outras lesões.
Em condições normais, a verificação do pulso pode ser realizada mediante palpação da artéria radial, em ponto localizado na porção lateral do antebraço ou no punho. Entretanto, caso seja necessário mobilizar o paciente com trauma, deve-se preterir essa artéria e dar preferência à verificação do pulso carotídeo.
No caso de o paciente apresentar fraturas, recomenda-se movimentar o mínimo possível o membro afetado, não remover o paciente antes de imobilizar a área afetada e não tentar recolocar o osso em seu local correto.
A avaliação de um paciente com problemas clínicos e de outro com trauma deve seguir a seqüência: obter a história clínica, fazer o exame físico e verificar os sinais vitais.
Ao chegar no local do acidente, o socorrista deve, imediatamente, realizar a avaliação inicial de trauma do paciente.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um indivíduo que sofreu um trauma abdominal fechado passou a apresentar fraqueza intensa, naúseas, sede, inquietação, desorientação, respiração rápida e superficial, pulso rápido e fraco, pele pálida, fria e cianótica.
Nessa situação, deve-se suspeitar de instalação de choque circulatório do tipo hipovolêmico.
Considere a seguinte situação hipotética.
Chamado para atender um indivíduo com diagnóstico de diabetes melito que estava apresentando apatia, indiferença em relação ao ambiente, palidez cutânea, taquicardia, pulso filiforme e taquipnéia, um enfermeiro não tinha como dosar o nível de glicemia naquele momento.
Nessa situação, a melhor conduta seria oferecer ao paciente açúcar sob a forma granulada, balas ou suco de laranja e encaminhá-lo para uma unidade de saúde o mais rápido possível, para esclarecer o diagnóstico.