Questões de Concurso
Comentadas sobre urgência e emergência em enfermagem
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No que concerne às situações de atendimento ao paciente em situações de emergência e de primeiros socorros, julgue o item subsequente.
Em caso de emergência devido a obstrução das vias aéreas
superiores do paciente causada por corpo se estranho, não é
recomendada a manobra de Heimlich.
No que concerne às situações de atendimento ao paciente em situações de emergência e de primeiros socorros, julgue o item subsequente.
Em qualquer situação de emergência, é primordial realizar
uma avaliação prévia, para saber se existe risco à vida. Essa
avaliação consiste em verificar o estado de consciência do
paciente; sua respiração, executando a abertura das vias
respiratórias, se necessário; verificar a circulação por meio da
tomada de pulso; e a existência ou não de hemorragias.
O suporte ventilatório mecânico propicia aumento do trabalho respiratório, com aumento da oxigenação e diminuição do acúmulo de dióxido de carbono nos pulmões e na circulação sanguínea.
A ventilação mecânica não invasiva tem como desvantagem maior lentidão na correção das alterações de gasometria, apesar de garantir a administração de volume corrente constante.
A ventilação mecânica não invasiva tem por objetivo aumentar a ventilação pulmonar, o que diminui o trabalho respiratório e tem como vantagens menor custo, maior conforto para o paciente e menor risco de pneumonia.
Caso o paciente evolua com fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular, deve-se iniciar o uso de antiarrítmicos, como a amiodarona, que é o medicamento mais eficaz, e, nesse momento, deve-se suspender a epinefrina.
Normalmente, a primeira medicação a ser utilizada em qualquer modalidade de parada cardiorrespiratória é a epinefrina na dose de 1 mg a cada 5 minutos em bólus EV, seguida de 20 mL de solução fisiológica, no limite máximo de 10 ampolas.
Quando houver suspeita de trauma de coluna cervical, deve-se, para abrir a via aérea, manter a cabeça e o pescoço do paciente alinhados. Caso não se consiga abrir a via aérea, deve-se optar pela inclinação de sua cabeça e elevação da mandíbula, pois em situação de parada cardiorrespiratória, a ventilação tem prioridade.
Em nenhuma circunstância, o socorrista deve abandonar o paciente em parada cardiorrespiratória para providenciar ajuda ou desfibrilador.
Parada cardiorrespiratória é a cessação súbita da circulação sistêmica em indivíduos com expectativa de restauração de suas funções fisiológicas, não portadores de doença intratável ou em fase terminal.
No choque cardiogênico, o suprimento de oxigênio ao coração e tecidos é prejudicado, levando à dor torácica. Nesse caso, deve-se administrar morfina para aliviar a dor e diminuir a ansiedade e provocar a contração dos vasos sanguíneos.
O choque hipovolêmico ocorre quando existe uma redução no volume de líquido intravascular no organismo. Nesse caso, os líquidos cristalóides são administrados por se moverem livremente entre os compartimentos de líquido do corpo.
O débito cardíaco é o principal determinante do transporte de oxigênio aos tecidos, que varia de 5 a 6 litros por minuto de acordo com a superfície corpórea do paciente.
Choque é uma síndrome complexa caracterizada pela incapacidade do sistema circulatório de fornecer oxigênio e nutrientes aos tecidos de forma a atender suas necessidades metabólicas.
A maior complicação da neutropenia febril é o choque séptico, e a detecção precoce dessa condição é essencial para a sobrevida do paciente.