Questões de Concurso
Sobre saúde da mulher em enfermagem
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I. Escutar e oferecer suporte emocional nessa etapa de crise vital da família (nascimento de um filho);
II. Orientar a família sobre os cuidados com o bebê;
III. Promover o aleitamento materno exclusivo até o mês de vida;
IV. Evitar identificar sinais de depressão puerperal;
V. Identificar sinais de perigo à saúde da criança.
Assinale a opção CORRETA.
Complete a lacuna.
_______________ é o principal fator de risco para o câncer de mama feminino.
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna acima.
I. Para ajudar a controlar o peso durante a gravidez, deve-se orientar a gestante a evitar “pular” as refeições e “beliscar” entre as refeições.
II. Os excessos na alimentação podem causar desconforto abdominal, principalmente nos últimos meses de gestação, quando o útero está maior e comprime o estômago.
III. Ao fazer todas as refeições, a gestante deve saber que isso evita que seu estômago fique vazio por muito tempo, o que diminui o risco de sentir náuseas, vômitos, fraquezas ou desmaios.
Está(ão) CORRETO(S):
I - Para ameaça de aborto, o tratamento é a observação. Nenhuma evidência sugere que o repouso diminui o risco de subsequente aborto completo.
II - Para abortos inevitáveis, incompletos ou ocultos, o tratamento é a evacuação uterina ou esperar pela passagem espontânea dos produtos da concepção. A evacuação normalmente envolve curetagem por sucção em < 12 semanas, dilatação e curetagem em 12 a 23 semanas, ou indução clínica em > 16 a 23 semanas (p. ex., com misoprostol). Quanto mais tardiamente o útero for esvaziado, maior a probabilidade de sangramento placentário, perfuração uterina por ossos longos do feto e dificuldades para dilatar o colo. Essas complicações podem ser reduzidas com o uso de dilatadores cervicais osmóticos préoperatórios (p. ex., laminárias), misoprostol ou mifepristona RU 486.
III - Se há suspeita de aborto completo, o esvaziamento uterino não precisa ser feito rotineiramente. O esvaziamento uterino pode ser realizado quando o sangramento ocorre e/ou se outros sinais indicam que os produtos da concepção podem estar retidos.
IV - Após um aborto induzido ou espontâneo, os pais podem se sentir tristes e culpados. Devem receber apoio emocional e, na maioria dos casos de abortos espontâneos, tranquilização no sentido de que seus atos não foram a causa. O aconselhamento formal é raramente indicado, mas deve ser disponibilizado.
I - Os sintomas do aborto espontâneo incluem dor pélvica do tipo cólica, sangramento e, com o tempo, expulsão de restos ovulares. Aborto espontâneo tardio pode se iniciar com golfada de líquido em decorrência da ruptura das membranas. A hemorragia raramente é excessiva. A dilatação cervical indica que o aborto é inevitável.
II - Caso os produtos da concepção permaneçam no interior da cavidade uterina após o aborto espontâneo, o sangramento vaginal pode ocorrer, normalmente, algumas vezes após um atraso de horas ou dias. Infecção também pode ocorrer, causando febre, dor e, algumas vezes, sepse (chamado aborto séptico).
III - Diagnósticos de aborto de risco, inevitável, incompleto ou completo são frequentemente possíveis com base em critérios clínicos e teste urinário positivo para gestação.
I - O aborto espontâneo, por definição, é a morte do feto; pode diminuir o risco de aborto espontâneo em gestações subsequentes.
II - Cerca de 20 a 30% das mulheres, com gestação confirmada, sangram durante as primeiras 20 semanas de gestação; metade delas aborta espontaneamente. Assim, a incidência do aborto espontâneo é de aproximadamente 20% das gestações confirmadas. A incidência em todas as gestações provavelmente é maior, pois alguns abortos precoces são confundidos com menstruação tardia.
III - Abortos espontâneos isolados podem resultar de certas viroses — notavelmente, CMV, herpes-vírus, parvovírus e rubéola — ou de outros distúrbios que podem causar abortos esporádicos ou recorrentes (p. ex., anormalidades cromossômicas ou mendelianas e defeitos da fase lútea).
I - A doença hemolítica do recém-nascido pode causar concentrações elevadas de bilirrubina no sangue (hiperbilirrubinemia), baixo número de glóbulos vermelhos no sangue (anemia) e, muito raramente, nas apresentações mais graves, morte. A bilirrubina é um pigmento amarelo produzido durante a destruição normal dos glóbulos vermelhos.
II - O fator Rh é uma molécula na superfície de glóbulos vermelhos em algumas pessoas. O sangue será Rh positivo se os glóbulos vermelhos da pessoa tiverem o fator Rh. O sangue será Rh negativo se os glóbulos vermelhos da pessoa não tiverem o fator Rh. O sangue da maioria das pessoas é Rh positivo.
III - O sistema imunológico da mãe com sangue Rh positivo pode determinar que os glóbulos vermelhos do sangue Rh negativo do feto são “estranhos” e produzir anticorpos contra o fator Rh nos glóbulos vermelhos do feto (esse processo é denominado sensibilização ao Rh).
I - Em mulheres em idade reprodutiva, geralmente a flora vaginal normal consiste predominantemente em Lactobacillus sp. A colonização por essa bactéria mantém o pH vaginal dentro da normalidade (3,8 a 4,2) e, por isso, previne o supercrescimento de bactérias e fungos patogênicos. Além disso, os altos níveis de estrogênio mantêm a espessura vaginal e reforçam as defesas locais.
II - Em mulheres na menopausa, normalmente a diminuição significativa de estrogênio causa atrofia vaginal e maior vulnerabilidade a infecções e inflamações. Alguns tratamentos (p. ex., ooforectomia, irradiação pélvica, certos fármacos quimioterápicos) também resultam em perda de estrogênio. A diminuição de estrogênio predispõe à vaginite inflamatória (particularmente atrófica).
III - A vaginite pode ser resultado de corpos estranhos (p. ex., absorventes internos esquecidos na vagina). A vaginite inflamatória, que é infecciosa, é comum.
Assinale (V) para as questões verdadeiras e (F) para as falsas:
( ) Como prevenção contra o HPV, o SUS promove a vacinação gratuita, de meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Independentemente do sexo, para os que vivem com HIV, a faixa etária de vacinação é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses.
( ) Os dispositivos contraceptivos caracterizados como proteção de barreira são: Dispositivo Intrauterino (DIU), diafragma, preservativo masculino e anel vaginal.
( ) Aproximadamente 10 a 15% dos casos de Doença Inflamatória Pélvica (DIP) são causados por agentes patogênicos sexualmente transmitidos ou associados à vaginose bacteriana.
( ) As principais manifestações clínicas das ISTs são: corrimento vaginal, corrimento uretral, úlceras genitais e verrugas anogenitais.
( ) A sífilis é uma infecção bacteriana sistêmica, crônica, curável e exclusiva do ser humano. Sua transmissão se dá principalmente por contato sexual; contudo, pode também ser transmitida verticalmente para o feto durante a gestação.
A sequência correta é
Entre as ações educativas que o Técnico de Enfermagem promove estão, reuniões, palestras, conversas sobre temas como DSTs- Doenças Sexualmente Transmissíveis. Leia o conceito abaixo e indique a qual doença se refere:
“Pode ser transmitida por via congênita. Causa inflamação na pele e ossos, apresentando ao redor dos órgãos sexuais uma ferida indolor, de bordas endurecidas. Em casos mais graves pode causar doenças respiratórias e paralisias. É provocada pela Treponema pallidum.”