Questões de Concurso
Comentadas sobre saúde da criança e do adolescente em enfermagem
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Por BATISTA, 2013 (trecho de artigo adaptado).
I. O texto leva o leitor a concluir que uma das justificativas para o desmame precoce seja o fato de os profissionais de saúde terem atitudes e discursos favoráveis ao ato de amamentar, mas muitas vezes não estão próximos, vivenciando os momentos de (in)sucesso da mulher no processo de lactação.
II. Entre as informações presentes no texto, destaca-se o papel que os profissionais de enfermagem possuem no esclarecimento das lactentes sobre os riscos e os prejuízos de manter a amamentação por um período superior a seis meses após o nascimento da criança.
Marque a alternativa CORRETA:
I - Gestante que não foi vacinada com a dTpa durante a gestação, aplicar 1 (uma) dose de dTpa no puerpério o mais precoce possível. II - O atendimento higiênico ao parto é medida fundamental na profilaxia do tétano neonatal. O material utilizado, incluindo instrumentos cortantes, fios e outros, deve ser estéril para o cuidado do cordão umbilical e do coto. III - Para o sucesso das medidas, as mães e os responsáveis devem ser orientados em todas as oportunidades sobre os cuidados com os recémnascidos, o tratamento higiênico do coto umbilical com álcool a 70% e a vacinação, nos primeiros 30 dias, do recém-nascido com a antitetânica.
Está correto o que se afirma em:
A doença Fenilcetonúria detectada pelo Teste do Pezinho é caracterizada como:
Assinale a alternativa CORRETA:
I. Recomenda-se que a criança seja amamentada sem restrições de horários e de tempo de permanência na mama. É o que se chama de amamentação em livre demanda. Nos primeiros meses, é normal que a criança mame com frequência e sem horários regulares. O tempo de permanência na mama em cada mamada não deve ser fixado. O mais importante é que a mãe dê tempo suficiente à criança para ela esvaziar adequadamente a mama. Dessa maneira, a criança recebe o leite do final da mamada, que é mais calórico, promovendo a sua saciedade e, consequentemente, maior espaçamento entre as mamadas. O esvaziamento das mamas é importante também para o ganho adequado de peso do bebê e para a manutenção da produção de leite suficiente para atender às demandas do bebê. II. A vigilância em saúde é responsável por ações de vigilância, de prevenção e de controle de doenças transmissíveis. É responsável, também, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, de saúde ambiental, de acompanhamento meteorológico para a produção agrícola e de ações de saúde do trabalhador. Inclui-se no escopo da vigilância em saúde, também, a análise de situação de saúde da população brasileira. III. Para calcular o volume de solução cristaloide a ser utilizada na hidratação venosa do paciente queimado, utiliza-se a fórmula de Parkland (2 a 4ml/kg/% superfície corporal queimada para crianças e adultos). A inserção de 50% do volume calculado da infusão deverá ser realizada nas primeiras 8 horas e os 50% restantes nas 16 horas seguintes, considerando as horas a partir do horário da queimadura.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular encefálico representam uma das maiores causas de mortalidade no mundo. Portanto, é essencial que o enfermeiro alocado na ala de urgência/emergência saiba identificar rapidamente os sintomas dessas condições e realizar o atendimento indicado para cada caso o mais rápido possível, a fim de agravar complicações no paciente. II. O ângulo de inserção da agulha em relação à pele no momento da aplicação de insulina, do mesmo modo que a prega subcutânea, tem o objetivo de evitar injeção no músculo. Em agulhas com 4 ou 5 mm de comprimento, recomenda-se ângulo de 90º. Em agulhas com 6 ou 8 mm de comprimento, o ângulo pode variar entre 45º e 90º para adultos, de acordo com a quantidade de tecido subcutâneo no local da injeção; e de 45º para crianças e adolescentes. Em agulhas com mais de 8 mm de comprimento, por fim, o ângulo indicado é de 45º, independentemente da quantidade de tecido subcutâneo em adultos, não sendo indicadas para crianças e adolescentes. III. O percentual de perda de peso é considerado o melhor indicador da desidratação nas doenças diarreicas em crianças. Mesmo quando o peso anterior recente não é disponível, é fundamental que seja mensurado o peso exato na avaliação inicial do paciente. Considera-se que perda de peso de até 5% represente a desidratação leve; entre 5% e 10% a desidratação é moderada; e perda de mais de 10% traduz desidratação grave.
Marque a alternativa CORRETA:
RECÉM-NASCIDO
A assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é uma etapa importante para garantir a vida da criança que acaba de chegar ao mundo. Se o recém-nascido é pré-termo ou se, logo após nascer, não estiver respirando e/ou apresenta-se hipotônico, indicam-se os passos iniciais, que consistem em:
• Prover calor;
• Posicionar a cabeça em leve extensão;
• Aspirar vias aéreas, se houver excesso de secreções;
• Secar e desprezar os campos úmidos (se recém-nascido > 1.500 gramas);
• Reposicionar a cabeça, se necessário.
Os passos iniciais devem ser executados em, no máximo, 30 segundos.
CALOR
Para prover calor, o primeiro passo consiste em manter a temperatura corporal entre 36,5 ºC e 37 ºC. Relatos recentes consideram que a hipotermia na admissão à terapia intensiva neonatal (temperatura corporal abaixo de 36,5 ºC) é um fator independente de risco para mortalidade e morbidade. A hipotermia agrava ou favorece o desequilíbrio acidobásico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante e a hemorragia intraperiventricular em recémnascido de muito baixo peso. Assim, para diminuir a perda de calor nesses recém-nascidos, é importante pré-aquecer a sala de parto e a sala onde serão realizados os procedimentos de reanimação, mantendo temperatura ambiente de, no mínimo, 26 ºC.
Após o clampeamento do cordão, o recém-nascido é recepcionado em campos aquecidos e colocado sob calor radiante.
Em recém-nascido com idade gestacional inferior a 29 semanas ou peso ao nascer inferior a 1.500 gramas, recomenda-se o uso de saco plástico transparente de polietileno de 30 cm x 50 cm. Assim, logo depois de posicioná-lo sob fonte de calor radiante e antes de secá-lo, introduz-se o corpo do recém-nascido pré-termo, exceto a face, dentro do saco plástico e, a seguir, realizam-se as manobras necessárias. Todos os procedimentos da reanimação são executados com o recém-nascido dentro do saco plástico. Tal prática pode ser suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da fontanela. Cuidado especial deve ser tomado no sentido de evitar a hipertermia, pois pode agravar a lesão cerebral em recém-nascidos asfixiados.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j4MFU4.
I. As medidas aplicáveis ao recém-nascido recomendadas no texto incluem: prover calor; posicionar a cabeça do bebê em leve extensão; aspirar vias aéreas, se houver excesso de secreções; secar e desprezar os campos úmidos (se recém-nascido > 1.500 gramas); e reposicionar a cabeça, se necessário. II. Logo depois de posicionar o recém-nascido sob uma fonte de calor radiante e antes de secá-lo, introduz-se o corpo do bebê pré-termo, exceto a face, dentro do saco plástico e, em seguida, realizam-se as manobras necessárias, de acordo com o texto. III. Após o clampeamento do cordão umbilical, o recém-nascido deve ser recepcionado em campos arrefecidos e colocado sob calor radiante, preferencialmente sob raios gama, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
RECÉM-NASCIDO
A assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é uma etapa importante para garantir a vida da criança que acaba de chegar ao mundo. Se o recém-nascido é pré-termo ou se, logo após nascer, não estiver respirando e/ou apresenta-se hipotônico, indicam-se os passos iniciais, que consistem em:
• Prover calor;
• Posicionar a cabeça em leve extensão;
• Aspirar vias aéreas, se houver excesso de secreções;
• Secar e desprezar os campos úmidos (se recém-nascido > 1.500 gramas);
• Reposicionar a cabeça, se necessário.
Os passos iniciais devem ser executados em, no máximo, 30 segundos.
CALOR
Para prover calor, o primeiro passo consiste em manter a temperatura corporal entre 36,5 ºC e 37 ºC. Relatos recentes consideram que a hipotermia na admissão à terapia intensiva neonatal (temperatura corporal abaixo de 36,5 ºC) é um fator independente de risco para mortalidade e morbidade. A hipotermia agrava ou favorece o desequilíbrio acidobásico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante e a hemorragia intraperiventricular em recémnascido de muito baixo peso. Assim, para diminuir a perda de calor nesses recém-nascidos, é importante pré-aquecer a sala de parto e a sala onde serão realizados os procedimentos de reanimação, mantendo temperatura ambiente de, no mínimo, 26 ºC.
Após o clampeamento do cordão, o recém-nascido é recepcionado em campos aquecidos e colocado sob calor radiante.
Em recém-nascido com idade gestacional inferior a 29 semanas ou peso ao nascer inferior a 1.500 gramas, recomenda-se o uso de saco plástico transparente de polietileno de 30 cm x 50 cm. Assim, logo depois de posicioná-lo sob fonte de calor radiante e antes de secá-lo, introduz-se o corpo do recém-nascido pré-termo, exceto a face, dentro do saco plástico e, a seguir, realizam-se as manobras necessárias. Todos os procedimentos da reanimação são executados com o recém-nascido dentro do saco plástico. Tal prática pode ser suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da fontanela. Cuidado especial deve ser tomado no sentido de evitar a hipertermia, pois pode agravar a lesão cerebral em recém-nascidos asfixiados.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j4MFU4.
I. Os procedimentos da reanimação do recém-nascido nos primeiros instantes após o parto são executados com a criança dentro do saco plástico de indução ao arrefecimento corporal, de acordo com o texto. II. Relatos recentes consideram que a hipotermia na admissão à terapia intensiva neonatal (temperatura corporal abaixo de 36,5 ºC) é um fator independente de risco para mortalidade e morbidade, de acordo com o texto. III. Para diminuir a perda de calor nos recém-nascidos, é importante pré-aquecer a sala de parto e a sala onde serão realizados os procedimentos de reanimação, mantendo temperatura ambiente de, no mínimo, 26 ºC, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
RECÉM-NASCIDO
A assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é uma etapa importante para garantir a vida da criança que acaba de chegar ao mundo. Se o recém-nascido é pré-termo ou se, logo após nascer, não estiver respirando e/ou apresenta-se hipotônico, indicam-se os passos iniciais, que consistem em:
• Prover calor;
• Posicionar a cabeça em leve extensão;
• Aspirar vias aéreas, se houver excesso de secreções;
• Secar e desprezar os campos úmidos (se recém-nascido > 1.500 gramas);
• Reposicionar a cabeça, se necessário.
Os passos iniciais devem ser executados em, no máximo, 30 segundos.
CALOR
Para prover calor, o primeiro passo consiste em manter a temperatura corporal entre 36,5 ºC e 37 ºC. Relatos recentes consideram que a hipotermia na admissão à terapia intensiva neonatal (temperatura corporal abaixo de 36,5 ºC) é um fator independente de risco para mortalidade e morbidade. A hipotermia agrava ou favorece o desequilíbrio acidobásico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante e a hemorragia intraperiventricular em recémnascido de muito baixo peso. Assim, para diminuir a perda de calor nesses recém-nascidos, é importante pré-aquecer a sala de parto e a sala onde serão realizados os procedimentos de reanimação, mantendo temperatura ambiente de, no mínimo, 26 ºC.
Após o clampeamento do cordão, o recém-nascido é recepcionado em campos aquecidos e colocado sob calor radiante.
Em recém-nascido com idade gestacional inferior a 29 semanas ou peso ao nascer inferior a 1.500 gramas, recomenda-se o uso de saco plástico transparente de polietileno de 30 cm x 50 cm. Assim, logo depois de posicioná-lo sob fonte de calor radiante e antes de secá-lo, introduz-se o corpo do recém-nascido pré-termo, exceto a face, dentro do saco plástico e, a seguir, realizam-se as manobras necessárias. Todos os procedimentos da reanimação são executados com o recém-nascido dentro do saco plástico. Tal prática pode ser suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da fontanela. Cuidado especial deve ser tomado no sentido de evitar a hipertermia, pois pode agravar a lesão cerebral em recém-nascidos asfixiados.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j4MFU4.
I. Para prover calor ao recém-nascido nos primeiros instantes após o procedimento do parto, o primeiro passo recomendável consiste em manter a temperatura corporal entre 26,5 ºC e 27 ºC, de acordo com o texto. II. Deve-se dedicar um cuidado especial para evitar a hipertermia na criança após o parto, pois essa condição crônica pode amainar a lesão cerebral em recém-nascidos asfixiados, de acordo com o texto. III. Se o recém-nascido é pré-termo ou se, logo após nascer, não estiver respirando e/ou apresenta-se hipotônico, indicam-se os passos iniciais, que devem ser executados em, no máximo, 30 segundos, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
RECÉM-NASCIDO
A assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é uma etapa importante para garantir a vida da criança que acaba de chegar ao mundo. Se o recém-nascido é pré-termo ou se, logo após nascer, não estiver respirando e/ou apresenta-se hipotônico, indicam-se os passos iniciais, que consistem em:
• Prover calor;
• Posicionar a cabeça em leve extensão;
• Aspirar vias aéreas, se houver excesso de secreções;
• Secar e desprezar os campos úmidos (se recém-nascido > 1.500 gramas);
• Reposicionar a cabeça, se necessário.
Os passos iniciais devem ser executados em, no máximo, 30 segundos.
CALOR
Para prover calor, o primeiro passo consiste em manter a temperatura corporal entre 36,5 ºC e 37 ºC. Relatos recentes consideram que a hipotermia na admissão à terapia intensiva neonatal (temperatura corporal abaixo de 36,5 ºC) é um fator independente de risco para mortalidade e morbidade. A hipotermia agrava ou favorece o desequilíbrio acidobásico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante e a hemorragia intraperiventricular em recémnascido de muito baixo peso. Assim, para diminuir a perda de calor nesses recém-nascidos, é importante pré-aquecer a sala de parto e a sala onde serão realizados os procedimentos de reanimação, mantendo temperatura ambiente de, no mínimo, 26 ºC.
Após o clampeamento do cordão, o recém-nascido é recepcionado em campos aquecidos e colocado sob calor radiante.
Em recém-nascido com idade gestacional inferior a 29 semanas ou peso ao nascer inferior a 1.500 gramas, recomenda-se o uso de saco plástico transparente de polietileno de 30 cm x 50 cm. Assim, logo depois de posicioná-lo sob fonte de calor radiante e antes de secá-lo, introduz-se o corpo do recém-nascido pré-termo, exceto a face, dentro do saco plástico e, a seguir, realizam-se as manobras necessárias. Todos os procedimentos da reanimação são executados com o recém-nascido dentro do saco plástico. Tal prática pode ser suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da fontanela. Cuidado especial deve ser tomado no sentido de evitar a hipertermia, pois pode agravar a lesão cerebral em recém-nascidos asfixiados.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j4MFU4.
I. Durante o procedimento de parto no ambiente hospitalar, a assistência ao recém-nascido com necessidade de reanimação é uma etapa importante para extinguir a vida da criança que acaba de chegar ao mundo, de acordo com o texto. II. A hipotermia agrava ou favorece o desequilíbrio acidobásico, o desconforto respiratório, a enterocolite necrosante e a hemorragia intraperiventricular em recémnascido de muito baixo peso, de acordo com o texto. III. A prática de fornecer calor ao recém-nascido pode ser suplementada pelo emprego de touca para reduzir a perda de calor na região da calcânea e nas suas subjacências, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Após a realização de uma nebulização, a criança deve permanecer em observação por, pelo menos, trinta minutos a fim de ser reavaliada e, se for necessário, o procedimento poderá ser repetido. As máscaras e os nebulizadores utilizados devem passar por um processo de desinfecção antes de serem reutilizados. A utilização do mesmo equipamento por crianças diferentes, sem que tenha sido desinfectado, pode ser responsável por infecções disseminadas dentro de enfermarias e serviços de prontoatendimento. II. Para realizar a desobstrução de vias aéreas em bebês, é indicado sentar-se ou ajoelhar-se com o bebê no colo, segurando-o em decúbito ventral e com a cabeça levemente mais baixa que o tórax, apoiada no antebraço de quem executará a manobra. A cabeça e a mandíbula do bebê devem estar apoiadas na mão do profissional, tendo o cuidado para não comprimir os tecidos moles do pescoço. O antebraço de quem executará a manobra deverá repousar sobre sua coxa ou colo para dar suporte ao bebê. Com a região hipotênar da mão, devem ser aplicados cinco golpes nas costas entre as escápulas do bebê; cada golpe deve ter a intensidade suficiente para deslocar o corpo estranho.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A alta hospitalar corresponde à saída do cliente por alta médica, alta administrativa ou a pedido do paciente ou da família. A equipe de enfermagem deve registrar a data e o horário da alta, as condições de saída do paciente (deambulando, cadeira de rodas, nível de consciência etc.) e os procedimentos e cuidados realizados, conforme prescrição ou rotina institucional. É também no momento da alta hospitalar que devem ser entregues o rol de pertences e valores ao paciente ou acompanhante. II. Para o sucesso do aleitamento materno, o recém-nascido deve estar alinhado à mãe, de frente para o peito dela, abocanhando a maior parte da aréola (parte escura do peito), nunca somente o bico. A ponta do nariz deve tocar a mama, assim como o queixo. Durante a mamada, os lábios devem estar voltados para fora. A sucção deve ser lenta e profunda, com pausas coordenadas para respiração entre as mamadas. A sequência é sugar, deglutir (engolir) e respirar. III. A clamídia é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres e ser transmitida da mãe para o feto na passagem pelo canal do parto. A infecção atinge especialmente a uretra e o fígado, mas pode acometer a região anal, a faringe e ser responsável por doenças ósseas. A clamídia é a principal causa da intolerância a lactose em recém nascidos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Um cuidado importante a ser tomado na sala de parto consiste em manter as vias aéreas superiores desobstruídas. Assim, deve-se posicionar o recém-nascido em decúbito dorsal, com o pescoço ligeiramente estendido para proceder à aspiração. Deve-se tomar cuidado de não estender ou fletir demais o pescoço do bebê, uma vez que essas posições podem diminuir a entrada de ar para os pulmões. Quando houver grande quantidade de secreção na boca, deve-se lateralizar a cabeça, acumulando a secreção na lateral desta, o que facilita a remoção. Devem ser aspirados primeiro a boca, e depois o nariz. Este cuidado garante que não haja nenhuma secreção nas vias aéreas, caso o recém-nascido inspire durante a aspiração do nariz. II. O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que infecta pele ou mucosas (oral, genital ou anal) em mulheres, provocando verrugas, câncer, inflação dos alvéolos e redução da resistência óssea. A infecção pelo HPV constitui uma infecção sexualmente transmissível, e, portanto, possui maiores chances de infectar idosos ou pessoas com doenças autoimunes.
Marque a alternativa CORRETA:
I – Ingurgitamento mamário. II – Tratamento da Tuberculose. III – Infecção por HIV. IV – Infecção pelo vírus da Hepatite B.
Assinale a composição que melhor represente situações de contraindicação da amamentação:
I – Baixo peso ao nascer (superior a 3.000g). II – História familiar de morte de criança com menos de 5 anos de idade. III – Prematuridade (entre 37 e 40 semanas gestacionais). IV – Apgar menor do que 7 no 5º minuto. V – Mãe com menos de 18 anos de idade.
São situações de vulnerabilidade para o RN: