Questões de Concurso Sobre outras doenças infecciosas e parasitárias em enfermagem

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Q1024554 Enfermagem
O Ministério da Saúde divulgou novas informações em seu site oficial sobre o calendário anual de vacinação do ano vigente. A novidade é que, a partir da primeira quinzena de julho, a pasta vai solicitar às pessoas que viajarão ou retornarão da República Democrática do Congo e Angola que apresentem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). A medida visa prevenir uma eventual epidemia de febre amarela.

Com base no texto, responda à questão.
Sobre a vacina da Poliomielite, é correto afirmar:
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Q1022074 Enfermagem
De acordo com o Ministério da Saúde, a raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. Assinale o item CORRETO quanto à sua forma de transmissão:
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Q1018076 Enfermagem

Sobre a prevenção de doenças parasitárias, verifique as assertivas e relacione com a alternativa correta.


I. A prevenção consiste, basicamente, em evitar contato com pessoas e roupas contaminadas. Uma vez diagnosticado um paciente, todos que com ele tenham contato direto devem ser examinados e tratados. Caso estejam infectados, devem também ser tratados. Desta forma, é interrompida a cadeia de transmissão.

II. Para prevenir, o ideal é evitar o compartilhamento de roupas, toalhas, acessórios de cabelo e outros objetos de uso pessoal, bem como evitar o contato direto cabeça com cabeça ou cabelo com cabelo de pacientes infestados.

III. A prevenção consiste basicamente em evitar contato com solo contaminado e usar sapatos. Medidas sanitárias para a descontaminação do local infestado também devem ser adotadas.

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Q1018075 Enfermagem
Indique qual alternativa NÃO possui agente causador de doença transmitida por alimentos.
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Q1018068 Enfermagem
Identifique qual doença é causada por bactéria.
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Q1010245 Enfermagem

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça -feira (9 de abril), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas. O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsbu rg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017. O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-asurto-de-sarampo.ghtml. Acesso em: Acesso em: 04 abr. 2019. 

No Brasil, o sarampo é uma doença imunoprevenível para a qual o Ministério da Saúde oferece vacinas para crianças e adultos. De acordo com o calendário do Ministério da Saúde, o programa de vacinação de crianças de 12 meses até menores de 5 anos de idade é:
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Q1010244 Enfermagem

Um surto de sarampo no Brooklyn, principalmente entre crianças judias ortodoxas, fez com que a cidade de Nova York declarasse uma emergência de saúde pública nesta terça -feira (9 de abril), exigindo que moradores não vacinados das áreas afetadas tomem a vacina ou paguem multas. O maior surto do vírus, antes praticamente erradicado na cidade desde 1991, está basicamente contido na comunidade judaica ortodoxa do bairro de Williamsbu rg, com 285 casos confirmados desde outubro, disse o prefeito Bill de Blasio em coletiva de imprensa. O número representa um salto acentuado dos apenas dois casos registrados em todo o ano de 2017. O surto faz parte de um reaparecimento mais amplo do vírus nos Estados Unidos, com 465 casos registrados em 19 estados até agora neste ano, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/09/nova-york-declara-emergencia-devido-asurto-de-sarampo.ghtml. Acesso em: Acesso em: 04 abr. 2019. 

Apesar dos grandes avanços obtidos, os surtos de sarampo continuam ocorrendo mesmo em países que apresentam alta cobertura vacinal e, dentre os obstáculos à eliminação do sarampo nas Américas, a Organização Mundial da Saúde destaca:

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Q1010239 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

A associação das infecções causadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e pelo protozoário Leishmania spp. caracteriza a coinfecção Leishmania-HIV. Essa coinfecção é considerada doença emergente de alta gravidade em várias regiões do mundo, pois entre outras causas, em pacientes HIV positivos, a leishmaniose visceral pode
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Q1010238 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

O Ministério da Saúde recomenda algumas ações como formas de controle da leishmaniose visceral. Uma dessas ações a ser realizada de forma integrada às demais é
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Q1010237 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

No texto, o termo "autóctone" remete
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Q1010221 Enfermagem
Considerando o contexto epidemiológico da sífilis e da sífilis congênita no Brasil, o Ministério da Saúde orienta que o diagnóstico laboratorial seja feito por técnicas variadas, dependentes da fase da infecção, assim como também o é o tratamento da doença. Por isso, é importante acompanhar a evolução da cura por meio de
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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q999276 Enfermagem
As geo-helmintíases são as infecções mais frequentes em todo o mundo e ocorrem principalmente nos países em desenvolvimento, onde, associadas às precárias condições de higiene, à falta de acesso à água e ao saneamento básico, se configuram como grave problema de saúde pública, afetando as populações mais pobres e vulneráveis (BRASIL, 2017). Com base nestas considerações, pode-se afirmar que:
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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q999274 Enfermagem

A Leishmaniose visceral é causada pelo protozoário parasita Leishmania, que ataca o sistema imunológico e, meses após a infecção inicial, a doença pode evoluir para uma forma visceral mais grave, acometendo vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea, que é quase sempre fatal se não for tratada.


Considerando os aspectos da doença acima descrita, é correto afirmar que:

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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Técnico em Enfermagem |
Q999259 Enfermagem
Doença infecciosa aguda, transmissível, de distribuição universal, que compromete especificamente o aparelho respiratório (traqueia e brônquios) e se caracteriza por paroxismos de tosse seca. Ocorre sob as formas endêmica e epidêmica. Em lactentes, pode resultar em número elevado de complicações e até morte. Assinale a alternativa que apresenta o nome da doença aqui descrita:
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Q992647 Enfermagem
Assinale a alternativa que apresenta incorretamente associada a doença e sua respectiva forma de prevenção:
Alternativas
Q984968 Enfermagem
A dermatite cercariana é uma manifestação clínica característica da seguinte doença:
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Q984962 Enfermagem
Doença viral, infecciosa aguda, potencialmente grave, transmissível, extremamente contagiosa e bastante comum na infância, a qual cursa com uma viremia que provoca vasculite generalizada, responsável pelo aparecimento das diversas manifestações clínicas. Essa descrição refere-se a:
Alternativas
Q984961 Enfermagem
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito, que ocorre em cerca de 1% das infecções causadas pelo poliovírus. A principal medida de prevenção dessa doença é a vacinação, utilizando-se os seguintes imunobiológicos:
Alternativas
Q984959 Enfermagem
Febre, tosse seca, dor de garganta, mialgia, cefaleia e prostração são sinais e sintomas de:
Alternativas
Q984888 Enfermagem
Prurido vulvar, ardor ou dor ao urinar, vermelhidão e edema da vulva e corrimento branco, sem cheiro e espesso são as principais manifestações clínicas da seguinte doença:
Alternativas
Respostas
1221: A
1222: A
1223: B
1224: A
1225: B
1226: B
1227: D
1228: C
1229: A
1230: B
1231: A
1232: A
1233: B
1234: A
1235: B
1236: D
1237: B
1238: A
1239: A
1240: B