Questões de Concurso
Sobre outras doenças infecciosas e parasitárias em enfermagem
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I. Devido aos riscos de aerosolização, as alternativas para suplementação de oxigênio em pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19 são limitadas ao cateter nasal de oxigênio (cateter óculos), máscara com reservatório não reinalante e cateter nasal de alto fluxo. Todos os outros dispositivos, máscara de Hudson ou Venturi ou nebulizador, estão contraindicados e devem ser evitados.
II. A lesão por esforço repetitivo é qualquer alteração na pele ou em seus anexos que esteja relacionada, direta ou indiretamente, com a atividade profissional desempenhada ou com o ambiente de trabalho, podendo ser causada por variações de temperatura, exposição a microrganismos ou contato com agentes químicos, como borracha, derivados de produtos de limpeza, hidrocarbonetos, fumaças e vapores e circuitos elétricos energizados.
III. Na respiração de Cheyne-Stokes a frequência e a profundidade respiratórias são irregulares, caracterizadas pelas alternações de períodos de apneia e hiperventilação. O ciclo respiratório começa com respiração lenta e superficial que aumenta gradualmente a uma frequência e profundidade anormais. O padrão se reverte, a respiração se torna lenta e superficial, chegando ao clímax com uma apneia antes do recomeço da respiração.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A identificação do paciente pode ser feita por diversos meios, mas sempre é necessário considerar e minimizar a ocorrência de falhas, independente da forma utilizada. Para isso, é importante reconfirmar periodicamente com o paciente e acompanhante as informações, principalmente antes de procedimentos invasivos, na transferência do paciente para outra unidade e no encaminhamento para a realização de exames e tratamentos.
II. Caso o profissional de saúde saia de um quarto, enfermaria ou área de isolamento para atendimento de outro paciente com suspeita ou confirmação da Covid-19, na mesma área/setor de isolamento, logo em seguida, não há necessidade de trocar gorro, óculos ou protetor facial e máscara. Neste caso, ele deve trocar somente avental e luvas, além de realizar a higienização das mãos.
Marque a alternativa CORRETA:
I – é necessário adotar a precaução por gotículas, com o uso da máscara cirúrgica, durante um procedimento de intubação ou aspiração traqueal do paciente com SARSCoV-2; II – a acomodação dos casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo SARS-CoV-2 deve ser realizada, preferencialmente, em um quarto privativo com porta aberta e bem ventilado; III - os procedimentos que podem gerar aerossóis devem ser realizados, preferencialmente, em uma unidade de isolamento respiratório com pressão negativa e filtro HEPA (High Efficiency Particulate Arrestance); IV - alguns procedimentos realizados em pacientes com infecção pelo SARS-CoV-2, podem gerar aerossóis, como por exemplo, ventilação mecânica não invasiva e ressuscitação cardiopulmonar, devendo nesses casos usar a máscara N95.
Estão corretas, apenas:
Em pessoa com deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), após alguns dias do tratamento da malária com primaquina, pode ocorrer hemólise, que é um evento adverso sério, com sinais evidentes na urina (escurecimento), frequentemente associados a fadiga, malestar e febre.
As gestantes com malária, por representarem grupo de risco, devem usar a primaquina associada à cloroquina por três dias consecutivos e manter a cloroquina profilática semanalmente até um mês de aleitamento.
Tal qual ocorre com outras doenças infecciosas febris agudas, como dengue, chikungunya, zika e febre amarela, após o início do tratamento correto da malária, há destruição dos esporozoítos, não havendo possibilidade de recrudescência e recaída, desde que não haja nova inoculação pelo vetor.
Na segunda fase do ciclo da doença, conhecida como esquizogonia, surgem os sintomas da malária, momento em que os merozoítos caem na circulação sanguínea e invadem as hemácias.
Observe a imagem:

A imagem demonstra pequenos pontos brancos (máculas), com halo
eritematoso difuso, que aparecem na mucosa bucal, antecedendo ao
exantema. É um sinal patognomônico do sarampo e que desaparecem
24 a 48 horas após o início da erupção. Trata-se do sinal de:
I - febre + pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) + histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas. II - febre + pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) + contato próximo de caso suspeito para o novo coronavírus (2019-nCoV) nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas. III - febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros) + contato próximo de caso confirmado de novo coronavírus (2019-nCoV) em laboratório nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas. Sobre os itens acima: