Questões de Concurso
Sobre outras doenças infecciosas e parasitárias em enfermagem
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I- É uma infecção por bactéria, aguda, altamente contagiosa, caracterizada por surgimento de exantema de aspecto maculopapular e distribuição centrípeta, que, após algumas horas, torna-se vesicular, evolui rapidamente para pústulas e, posteriormente, forma crostas, em 3 a 4 dias.
II- Em adolescentes e adultos, geralmente, é uma doença benigna e autolimitada. Em crianças, em geral, o quadro clínico é mais exuberante.
III- Como a doença é transmitida de pessoa a pessoa, por meio de contato direto ou de secreções respiratórias (disseminação aérea de partículas virais/aerossóis) e, raramente, através de contato com lesões de pele, é importante evitar ficar próximo de objetos contaminados com secreções de vesículas e membranas mucosas de pacientes infectados.
I- No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está representada pela ocorrência da síndrome da rubéola congênita (SRC) que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação, principalmente no primeiro trimestre da gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe (aborto e natimorto) e para os recém-nascidos, como malformações congênitas (surdez, mal-formações cardíacas, lesões oculares e outras).
II- A rubéola é transmitida pelo vírus do gênero Rubivírus, da família Togaviridae.
III- Não há tratamento específico para a rubéola. Os sinais e sintomas apresentados devem ser tratados de acordo com a sintomatologia e terapêutica adequada.
I - Trata-se de uma doença transmissível causada por bactéria (Corynebacterium diphtheriae) que atinge as amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, pele e mucosas.
II - A transmissão da difteria ocorre por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou ao falar, ou por lesões na pele.
III - A presença de placas na cor branco-acinzentada nas amígdalas e partes próximas é o principal sintoma da difteria.
IV - Se não tratada, a difteria pode provocar complicações, como insuficiência respiratória, problemas cardíacos, neurológicos e insuficiência renal.
Assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude
A Candida auris que vem preocupando a comunidade científica no Brasil trata-se de:
I - A Doença ou Síndrome Mão-Pé-Boca (MPB) é uma enfermidade de alta contagiosidade, de transmissão fecal-oral e respiratória, causada pela enterobactéria Coxsackie.
II - Embora possa acometer também adultos, é mais frequente em crianças, especialmente entre as menores de cinco anos de idade. A doença é, na grande maioria dos acometidos, benigna e autolimitada, com duração de aproximadamente uma semana. Entretanto, recentemente foram relatados surtos com erupções extensas e graves com evolução desfavorável, incluindo óbitos.
III - A transmissão das infecções ocorre de pessoa a pessoa, direta ou indiretamente. Indivíduos infectados podem transmitir através das fezes e/ou por secreções respiratórias, desde alguns dias antes do início dos sintomas, continuando a sua excreção nas fezes por semanas depois da infecção primária. A duração da excreção respiratória geralmente é menor, limitada a 1-3 semanas. Considera-se a primeira semana após o início dos sintomas como o período de maior transmissibilidade. O período de incubação costuma ser de 30 a 60 dias na maioria dos casos.
IV - A complicação mais frequente é a desidratação, devido principalmente à dificuldade de ingesta de líquido pelas lesões aftosas na cavidade oral que algumas vezes resultam em dificuldade de engolir a própria saliva.
V - As manifestações clínicas são caracterizadas pela presença de febre, dor de garganta e recusa alimentar, associadas à presença de lesões vesiculares que aparecem na mucosa bucal e na língua, e erupção pápulo-vesicular localizada nas mãos e pés (incluindo palmas e plantas) e menos frequentemente nos cotovelos, tornozelos, glúteos e região genital. As vesículas são ovaladas com formato de “grão de arroz” e as lesões ulceradas na cavidade oral podem não estar presentes em todos os casos.
VI - A apresentação clínica grave é mais frequente em pacientes menores de cinco anos, e a maioria dos casos registrados da doença estão nesta faixa etária também. Inicialmente ocorre a patologia habitual e na evolução os pacientes podem apresentar mioclonia, tremores, ataxia e paralisia de nervos cranianos; pode haver falência cardiorrespiratória, que frequentemente apresenta evolução fatal, e ainda incidência aumentada de alterações neurológicas, necessitando de suporte em unidades de terapia intensiva.