Questões de Concurso
Sobre infecção hospitalar em enfermagem
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As infecções relacionadas ao cateter são classificadas em infecção do óstio, infecção do túnel subcutâneo e septicemia relacionada ao cateter.
Staphylococus epidermitis, Candida fungemia e Candida albicans são os principais patógenos relacionados à infecção de cateteres venosos centrais de longa permanência. A infecção bacteriana, nesse caso, é fator determinante para a remoção do cateter, ao contrário da infecção fúngica, cujo tratamento é efetivo sem a necessidade de remoção do cateter.
O uso de sabões, cosméticos, talcos, loções e pomadas para manter a área limpa e livre de microrganismos patogênicos causadores de doenças constitui cuidado com regiões eritematosas.
A remoção de flores frescas e vasos com plantas constitui um cuidado com as crianças imunodeprimidas, pois diminui o risco de infecções.
O padrão universal de prevenção e controle deve ser adotado por todos os profissionais da saúde envolvidos na assistência à criança dependendo do tipo de doença inicialmente diagnosticada.
O trato alimentar é comumente o foco da infecção devido à ação dos quimioterápicos na flora intestinal do paciente. Nesse caso, precaução no trato dos alimentos, higienização das mãos e suspensão do uso de antibióticos via oral são medidas que devem ser adotadas.
A neutropenia febril é uma complicação relativamente frequente dos quimioterápicos; 50% dos pacientes que se submetem a quimioterapia apresentam algum tipo de infecção.
São sintomas imediatos de extravasamento: dor, hiperemia, necrose tissular ou descama o do tecido.
A inspeção e a anotação das características da pele ao redor da área de inserção de dispositivos invasivos constituem importante medida para prevenção e controle de infecções.
As precauções de contato são medidas a serem adotadas em casos de pacientes que estejam no pós-operatório e apresentem secreção purulenta na incisão cirúrgica.
Em caso de contato com sangue, fluidos corporais, secreções ou excreções utilizando-se luvas, é necessário lavar as mãos após a retirada das luvas.
Entre as medidas adotadas para o controle de infecção hospitalar está o uso de equipamentos de proteção individual
Na presença de sujidades aparentes, o álcool em gel, utilizado na higienização das mãos, substitui a higiene das mãos com água e sabão.
Consideram-se medidas para prevenção da infecção relacionadas ao circuito de drenagem: lavar as mãos antes e depois da manipulação do dreno, manter o curativo do óstio do dreno limpo, protegendo-o durante o banho de aspersão.
No período pós-operatório, a detecção de febre pode ser sinal de infecção.
No pós-operatório, fazem parte das ações de enfermagem para prevenção e controle de infecções a inspeção e a anotação das características da pele ao redor da área de inserção de dispositivos invasivos.
A orientação de tossir e a técnica da respiração profunda são ações que devem ser implementadas junto ao paciente no pós- operatório, a fim de prevenir a infecção pulmonar.
Ao se realizar o curativo de ferida cirúrgica, devem-se monitorar sinais e sintomas de infecção da incisão cirúrgica (inchaço, vermelhidão, separação dos bordos da incisão, presença de drenagem purulenta).
Na ferida operatória, deve-se manter oclusão seca nas primeiras 48 horas.