Questões de Concurso
Sobre hipertensão arterial sistêmica em enfermagem
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Uma urgência hipertensiva é definida como aumento súbito da pressão arterial, acompanhado de sinais e sintomas indicativos de dano importante em órgãos-alvo e risco de morte. São exemplos dessa situação o infarto do miocárdio e a encefalopatia hipertensiva.
A pressão arterial elevada provoca lesões vasculares nos chamados órgãos-alvo, que são o coração, o cérebro e os rins.
Na realização do método auscultatório para aferição da pressão arterial, é recomendado o posicionamento suave da campânula do estetoscópio sobre a artéria braquial, na fossa antecubital, evitando compressão excessiva.
Excetuando-se condições especiais, a determinação da pressão arterial sistólica é feita no momento do aparecimento do primeiro som (fase I de Korotkoff), e da pressão arterial diastólica, no momento do desaparecimento dos sons (fase V de Korotkoff).
Durante o procedimento para medida indireta da pressão arterial no membro superior, deve-se colocar o manguito adequado, firmemente, entre dois e três centímetros acima da fossa antecubital, centralizando as tubulações que saem da bolsa de borracha sobre a face anterior do antebraço.
Quando a hipertensão arterial sistêmica é diagnosticada em pacientes jovens (com menos de 30 anos de idade) ou surge subitamente em indivíduos idosos (com mais de 50 anos de idade), nos quais não há antecedentes familiares de hipertensão arterial, deve-se suspeitar de causas secundárias, especialmente renovasculares.
A hipertensão arterial é definida quando a pressão arterial sistólica for maior ou igual a 130 mmHg e(ou) a pressão arterial diastólica for maior ou igual a 80 mmHg, em pelo menos duas aferições, feitas em momentos diversos, em indivíduos que não estejam fazendo uso de medicação anti-hipertensiva.