Questões de Concurso
Comentadas sobre fundamentos e procedimentos de enfermagem em enfermagem
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Sobrecarga circulatória é uma complicação advinda das transfusões dos hemocomponentes, manifestada por dispneia, ortopneia, hemoptise, taquicardia, hipertensão arterial, cefaleia, sendo importante a monitorização dos sinais vitais.
A pressão arterial é a principal determinante da perfusão dos órgãos associados ao débito cardíaco e resulta da resistência da parede do vaso ao fluxo sanguíneo e dos batimentos cardíacos.
A saturação normal de oxigênio varia entre 97% e 99% em indivíduos jovens, sendo os valores próximos a 95% clinicamente aceitáveis.
Somente a prescrição de enfermagem poderá oferecer a certeza de que há um hemocomponente prescrito.
É recomendado limpar diariamente a narina na qual a sonda está introduzida, utilizando-se cotonete embebido em água, soro fisiológico ou loção de ácidos graxos essenciais.
Deve-se administrar os medicamentos um a um; ao término da administração de todos eles, deve-se lavar a sonda com 10 mL a 20 mL de água em uma seringa, uma única vez, para manter sua permeabilidade.
Quando o acesso pós-pilórico for necessário, recomenda-se o controle de pH do líquido aspirado uma vez ao dia, sendo de 6 a 8 o valor esperado para o pH duodenal.
Em caso de terapia nutricional contínua, cada vez que for instalado o frasco de nutrição enteral, deve-se verificar a posição da sonda, por aspiração de líquido gástrico/duodenal e ausculta de borborigmo na região epigástrica ou no quadrante abdominal superior esquerdo.
Em caso de retirada acidental, uma mesma sonda nasoenteral não pode ser repassada no mesmo paciente, ainda que esteja íntegra.
Deve-se evitar a troca do local da fixação da sonda, a fim de prevenir a irritação e escamação da pele.
A estimativa inicial da pressão diastólica é obtida pela palpação do pulso radial e inflação do manguito até o desaparecimento da onda de pulso.
Para a realização adequada do procedimento, é necessário certificar-se de que o paciente não esteja com a bexiga cheia e tenha-se abstido de prática de exercícios físicos e da ingestão de bebidas alcoólicas, café, alimentos ou fumo até 30 minutos antes da medida.
No caso de aferição da pressão arterial de gestante, o procedimento deve ser realizado com a gestante na posição ortostática.
Devem ser registrados os valores da pressão arterial, a posição do paciente, o tamanho do manguito e o braço do paciente usado para a medida, arredondando-se os valores obtidos para dígitos terminados em zero ou cinco.
Quando os batimentos persistirem até o nível zero, deve-se determinar a pressão diastólica no abafamento dos sons e anotar valores como pressão diastólica (zero).
Deve-se proceder à deflação do manguito com velocidade constante inicial de 5 mmHg a 6 mmHg por segundo e diminuir a velocidade para 2 mmHg a 4 mmHg, após a identificação do primeiro som seguido de batidas regulares.