Questões de Concurso Comentadas sobre fisiologia em enfermagem

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Q2383779 Enfermagem
Leia o caso a seguir.

J.L., sexo feminino, 35 anos, apresentou sudorese, dispneia progressiva, aumento do diâmetro ântero – posterior do tórax com murmúrio vesicular (MV) diminuído e com sibilância. A gasometria arterial apresenta os seguintes valores: pH = 7,28; PaCO2 = 69 mmHg; PaO2 = 52mmHg; HCO3 =30 mEq/l; BE = + 4 e SaO2 = 81%.


A partir do caso apresentado, a paciente apresenta o distúrbio ácido básico denominado de
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Q2378939 Enfermagem
Assinale a assertiva que representa as células anucleadas em forma de discos bicôncavos achatados com diâmetro médio de aproximadamente 8 μm e sua principal função é transportar oxigênio.  
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Q2378938 Enfermagem
Sobre as funções gerais do sistema cardiovascular, assinale a única assertiva que não representa uma dessas funções.  
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Q2370406 Enfermagem
As seguintes medicações podem ser associadas a uma medicação da classe dos inibidores de fosfodiesterase-5, utilizada comumente para o tratamento de pacientes com disfunção erétil, EXCETO: 
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Q2363473 Enfermagem
No que se refere à doença de Alzheimer e suas consequências, assinale a opção correta.
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Q2351597 Enfermagem
Em um paciente com suspeita de lesão nervosa periférica no membro superior, é necessário realizar um exame neurológico detalhado. Qual dos seguintes testes é mais indicado para avaliar a função dos nervos radiais nesse contexto?
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Q3904648 Enfermagem
As adaptações gravídicas só são possíveis devido aos hormônios da gravidez. São hormônios produzidos pela placenta, EXCETO 
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Q3904629 Enfermagem
O enfermeiro da Clínica Médica, ao realizar exame físico em um paciente adulto jovem do sexo masculino, durante o exame do tórax, auscultou o pulmão e ouviu sons pulmonares anormais em base de ambos hemitórax. Esses sons caracterizavam-se por serem descontínuos, ouvidos no final da inspiração, com frequência alta, ou seja, agudos, e de curta duração. Não se modificavam quando o paciente tossia, podendo ser comparados ao ruído produzido pelo atrito de um punhado de cabelos junto ao ouvido. Diante desse quadro, o enfermeiro descreveu que esses sons se tratavam de
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Q3904628 Enfermagem
A Pressão Arterial (PA) tem por finalidade promover uma boa perfusão dos tecidos e, com isso, permitir as trocas metabólicas. Ela está relacionada com o trabalho do coração e traduz o sistema de pressão vigente na árvore vascular arterial. Assim, são os principais fatores determinantes da PA: 
Alternativas
Q3760092 Enfermagem
Em relação a trepopneia, é correto afirmar: 
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Q3760089 Enfermagem
Com base na ventilação para pacientes com afecções respiratórias, assinale a alternativa correta relacionada ao surfactante. 
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Q3709953 Enfermagem
A interpretação do ECG é uma habilidade desenvolvida com a prática. Vários métodos podem ser utilizados, contanto que sejam consistentes. A análise do ritmo do ECG requer uma abordagem sequencial e sistemática, como o método de 8 etapas (Brennan, 2009). Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a etapa 4. 
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Ano: 2023 Banca: FUNDATEC Órgão: IFC-SC Prova: FUNDATEC - 2023 - IFC-SC - Enfermeiro |
Q3703099 Enfermagem
Sinais vitais são um conjunto de medidas, observações ou monitorações úteis no diagnóstico e acompanhamento da evolução e das condições clínicas do paciente. A frequência respiratória é um sinal vital que pode apresentar alteração em seu padrão, aumento da frequência e variações que ajudam a identificar os problemas respiratórios presentes. Levando em consideração esse tema, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. Padrão Biot.
2. Padrão Cheyne-Stokes.
3. Padrão kussmaul.
4. Gaspings.

Coluna 2
( ) Frequência e profundidade irregulares e ciclo com respiração lenta e superficial com aumento gradativo e períodos de apneia. Ocorre em alguns pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), trauma craniano, tumores cerebrais e encefalites.
( ) Respiração agônica, inspirações esporádicas episódicas, apresentando movimentos respiratórios assincrônicos não efetivos, caracterizado por altas amplitudes de curta duração com períodos de apneia subsequentes.
( ) Respiração profunda, regular e de alta frequência, ocorre na acidose metabólica grave (cetoacidose, insuficiência renal).
( ) Respiração superficial para 2 ou 3 respirações seguidas de um período regular de apneia, ocorre em pacientes com depressão respiratória, trauma craniano grave e danos no sistema nervoso central.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ano: 2023 Banca: FUNDATEC Órgão: IFC-SC Prova: FUNDATEC - 2023 - IFC-SC - Enfermeiro |
Q3703097 Enfermagem
Segundo Potter e Perry (2013), a temperatura corporal é a diferença entre a quantidade de calor produzida por processos do corpo e a quantidade de calor perdida para o ambiente externo. Sobre o assunto, analise as assertivas abaixo:

I. Idade, exercício, ambiente, nível hormonal, ritmo circadiano e estresse são fatores que afetam a temperatura.
II. Na febre intermitente, ocorre uma temperatura corporal constante, continuamente acima de 38ºC e com pouca flutuação.
III. São vias onde a temperatura pode ser mensurada: oral, retal, temporal, axilar, timpânica, esofágica e pulmonar.
IV. Na febre remitente, ocorrem picos de febre intercalados com temperaturas em níveis usuais.

A temperatura retorna a níveis aceitáveis pelo menos uma vez em 24h. Quais estão corretas?
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Q3693891 Enfermagem

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os humanos não são mais os únicos primatas que passam pela menopausa


Novas evidências mostram que os chimpanzés experimentam a mudança hormonal, mas o que eles fazem e como vivem depois desse período continua sendo um foco de pesquisa.


 Nonna, Abuela, Vovó, Avó... Seja qual for o nome, os seres humanos são uma das poucas espécies em que as fêmeas vivem muito além da idade reprodutiva para se tornarem avós.


De fato, o clube das avós é tão pequeno que é possível contar nos dedos de uma mão as outras espécies conhecidas por terem vivido e sobrevivido à menopausa. Elas incluem as baleias orcas, baleias-piloto de barbatanas curtas, narvais, baleias beluga e falsas baleias assassinas.


Mas um novo estudo de referência confirma que pelo menos uma população de chimpanzés pode agora ser adicionada à lista de elite. A descoberta é o resultado de 21 anos de observação da comunidade Ngogo de chimpanzés selvagens no Parque Nacional de Kibale, em Uganda, na África. Bem, isso e a coleta de muita urina de chimpanzé nas copas das árvores.


"O que fazemos é cortar uma pequena árvore que tenha um belo "Y" na extremidade. Depois, colocamos um saco plástico bem fino sobre ele", diz Kevin Langergraber, primatologista da Universidade Estadual do Arizona e autor sênior do estudo publicado hoje na revista Science. "Você só espera que não haja muito respingo", ele conta rindo.


Embora as circunstâncias possam parecer bobas, o estudo da urina de 66 mulheres Ngogo, com idades entre 14 e 67 anos, mostrou que seus níveis hormonais mudaram depois de chegar aos 50 anos, confirmando que elas estavam na menopausa. É interessante notar que 50 anos também é a idade em que muitas pessoas começam a entrar na menopausa.


 Langengraber e outros pesquisadores de primatas há muito tempo se perguntavam por que os seres humanos têm menopausa enquanto nenhum de nossos primos evolucionários mais próximos parece ter.


"É muito legal finalmente ver essa peça do quebra-cabeça se encaixar", diz Catherine Hobaiter, primatologista da Universidade de St. Andrews, na Escócia, que também estuda chimpanzés na Budongo Central Forest Reserve, em Uganda, mas que não participou do novo estudo.


Então, por que a menopausa levou tanto tempo para ser descoberta nos chimpanzés? A resposta curta é que é extremamente difícil estudar o funcionamento interno de animais grandes e selvagens sem prejudicá-los.


 O estudo dos chimpanzés apresenta vários outros desafios, como o fato de eles terem uma vida extremamente longa, especialmente em cativeiro. Acredita-se que uma fêmea, conhecida como Little Mama, tinha mais de 70 anos quando morreu em um parque de safári na Flórida (Estados Unidos) em 2017. Isso significa que os cientistas simplesmente não têm dados de duas décadas para muitos grupos de chimpanzés na África Central e Ocidental.


Mas a duração do Projeto Ngogo Chimpanzee, que começou em 1993, e a técnica não invasiva de coleta de urina deram aos cientistas confiança em suas descobertas.


Especificamente, a equipe descobriu que as fêmeas idosas sofrem as mesmas alterações endocrinológicas que uma mulher na meia-idade: seus níveis de estrogênios e progesterona caem, enquanto os níveis de hormônios folículo-estimulantes e luteinizantes aumentam.


Entretanto, Langergraber adverte que a população de Ngogo pode ser um caso atípico quando se trata do restante da espécie. Isso porque a comunidade de Ngogo vive em uma espécie de 'Éden dos chimpanzés': o Parque Nacional de Kibale é rico em recursos e bem protegido, e também não tem leopardos, seu principal predador.


 E como a comunidade Ngogo se encontra no coração do parque, seus únicos vizinhos são outros chimpanzés − não humanos que podem expor os chimpanzés a patógenos que devastaram outras comunidades.


 O outro lado da moeda pode ser verdadeiro: todas as populações de chimpanzés já viveram na relativa prosperidade que os chimpanzés de Ngogo desfrutam hoje, mas as pessoas exerceram tanta pressão sobre os animais que eles não vivem mais o suficiente para entrar na menopausa. É claro que a resposta também pode estar em algum lugar no meio, afirma Langergraber.


Outra questão intrigante é se as avós dos chimpanzés têm algum valor evolutivo extra. Afinal de contas, os pesquisadores demonstraram em seres humanos que a presença de uma avó viva pode transmitir benefícios aos netos por meio de coisas como o fornecimento de alimentos extras e cuidados com as crianças (algo que a Ninny e a vovó Pickles fazem na minha própria família). Os cientistas também observaram evidências desse efeito avó em elefantes asiáticos e orcas.


 A resposta não é clara, principalmente porque as sociedades de chimpanzés são muito diferentes das humanas, explica o líder do estudo Brian Wood, antropólogo evolucionário da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.


Por exemplo, tanto os chimpanzés machos quanto as fêmeas se acasalam de forma promíscua, em vez de formar laços de pares de longo prazo. As mães cuidam exclusivamente de seus filhotes. E quando atingem a maturidade, as fêmeas partem em busca de novas comunidades, enquanto os machos permanecem na área em que nasceram. Tudo isso significa que os avós chimpanzés provavelmente não sabem quem são seus netos da mesma forma que os humanos, ou mesmo as orcas.


"Isso não significa que todas essas fêmeas mais velhas não estejam fazendo coisas importantes", diz Wood. "Mas isso tudo é trabalho futuro a ser feito." Em sua população de estudo em Budongo, Hobaiter observou que as fêmeas mais velhas se afastaram das competições diárias que fazem parte da vida dos chimpanzés.


Mas eles ainda parecem ter prestígio e respeito. Uma chimpanzé anciã, chamada Nambi, vive em Budongo há provavelmente 60 anos ou mais, e Hobaiter testemunhou momentos em que ela parece liderar e tomar decisões pelo grupo. "O que ela viu naquela floresta, as diferentes estações que conheceu, as diferentes áreas da floresta, as interações com os vizinhos, é esse incrível legado de seu conhecimento."


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanoshttps://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2023/11/os-humanos

O que o estudo da urina de 66 mulheres chimpanzés da comunidade Ngogo revelou?
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Q3682958 Enfermagem
Regarding the physiology of the respiratory system, it is correct to state:
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Q3682930 Enfermagem
Laboratorialmente, como é interpretado um Hipotireoidismo Subclínico? 
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Q3674532 Enfermagem
Sabe-se que o coração, em um adulto jovem saudável e em repouso, ejeta, por minuto, aproximadamente, 5 litros de sangue através de cada câmara ventricular. O aumento da força de contração que ocorre quando há um aumento do retorno venoso (pré-carga) é chamado de efeito:
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Q3671694 Enfermagem
O ESPORTE MATA!


A mídia tem falado da morte súbita de jogadores de futebol. Dá o que pensar. Cada vez que recebia a Caros Amigos, eu buscava, faminta, a coluna de José Róiz. O médico mineiro dizia coisas atrevidas nesse tempo de espetacularização do esporte, de culto aos músculos e às dietas de todo tipo. Mais ainda: ele falava de como bem viver. Morreu em 2003, para lá da curva dos 80, magrinho e sábio. E deixou tudo que ensinou em livro – um dentre outros escritos – republicado pela editora Casa Amarela, tem o título Esporte mata!. Indiferente às críticas que recebia e avesso a sensacionalismos, Róiz afirmava: ‘O homem não foi feito para correr.’

Róiz ensinava que nenhum adulto com mais de 25 anos deve fazer exercício violento, mas também não pode ter vida sedentária. O melhor é simplesmente caminhar, e muito, e dançar, hábito que preserva o vigor do corpo e da mente. Além disso, o médico só recomendava o vôlei, mas nunca o competitivo, aquele do atleta. Jogando vôlei, a pessoa caminha e faz as quatro ginásticas que Róiz considera necessárias – aquelas que contraem os músculos posteriores, situados ao longo da coluna vertebral.

Muitos escritos do médico mostram sua preocupação com o tipo de alimento consumido na vida moderna. Embora não fosse vegetariano, sugeria que as pessoas evitassem a carne, especialmente por causa de doenças como a da ‘vaca louca’. Para ele, a melhor refeição possível é feijão comum com carne de soja moída, acompanhada de uma fonte de vitamina C, como as frutas cítricas, podendo se substituir metade da mistura por um pouco de arroz e verdura. E o ideal, adotando ou não essa refeição, é ingerir uma pequena quantidade de alimento, evitando o excesso de proteínas, em intervalos de duas horas e meia. Isso estimula a produção de insulina, que ‘limpa’ o sangue, enviando para os tecidos a glicose, a gordura e os aminoácidos das proteínas.

Bem nutridas, as células do corpo ficam mais capazes de produzir anticorpos contra as doenças.

Róiz sempre dizia que não teria escrito o livro se não fosse pelo seguinte: a humanidade se divide em dois grupos, os longevos e os não-longevos. Nos longevos, que vivem mais, a insulina predomina sobre o glicocorticóide, um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. O problema é que os longevos são feitos de um ‘barro especial’, são minoria. A maioria tem dificuldade para nutrir todas as células do organismo. Assim, praticar esportes, se estressar e produzir mais e mais glicocorticóide vai piorar a situação, especialmente se a pessoa praticar musculação ou corrida e ainda tiver problemas de coluna ou de coração. Gilberto Felisberto Vasconcellos, que faz o prefácio do livro, resume bem o pensamento de Róiz: ‘Foi contra a grife globalizada do mundo: esporte não é vida. Nem saúde.’


(Por Miriam Santini de Abreu, em Observatório da Imprensa). 
Acerca das informações trazidas pelo texto sobre a insulina, podemos afirmar corretamente que: 
Alternativas
Q3668458 Enfermagem

Em relação a obstrução ao fluxo livre de urina é conhecida como refluxo uretrovesical, que descreve o refluxo (fluxo retrógrado) e urina da uretra para a bexiga.


(Fonte: HINKLE, J. e CHEEVER, K. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica – 2 v. 14th edição: Grupo GEN, 2020)



Em relação a esse refluxo, analise as afirmativas e depois marque a alternativa correta.



I - Quando a pressão retorna ao normal, a urina flui de volta para a bexiga, transportando até lá as bactérias provenientes das porções anteriores da uretra.


II - O refluxo é mais frequentemente observado em crianças pequenas, e o tratamento baseia-se na sua gravidade.


III - O refluxo uretrovesical também é causado pela disfunção do colo vesical ou uretra. Com a ocorrência da menopausa, o ângulo uretrovesical e a pressão de fechamento uretral podem ser alterados, de modo a aumentar a incidência de infecção.

Alternativas
Respostas
501: C
502: A
503: B
504: D
505: C
506: E
507: E
508: D
509: C
510: A
511: A
512: D
513: D
514: A
515: B
516: B
517: C
518: D
519: D
520: D