Questões de Concurso Sobre doenças respiratórias em enfermagem

Foram encontradas 617 questões

Q801719 Enfermagem
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença com repercussões sistêmicas, prevenível e tratável, caracterizada por limitação do fluxo aéreo pulmonar, parcialmente reversível e geralmente progressiva. Qual das alternativas abaixo NÃO é considerada um fator de risco para a DPOC?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: NCE-UFRJ - 2013 - UFRJ - Enfermeiro - Geral |
Q448429 Enfermagem
Um paciente, sexo masculino, 58 anos, com história de asma crônica, procura o Serviço Médico de Emergência apresentando dispneia, mal-estar, mialgia, cefaleia e sudorese. Na consulta de enfermagem, o enfermeiro identificou PA 90/60 mmHg, FC 60 bpm, T 38ºC, Fr 26 irpm. Na classiicação de risco, esse paciente recebe a identificação:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: NCE-UFRJ - 2013 - UFRJ - Enfermeiro - Geral |
Q448428 Enfermagem
No que se refere aos cuidados de enfermagem na Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), a qual é um quadro complicado de uma síndrome gripal (influenza), são corretas as afirmativas abaixo, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: UFPR - 2013 - UFPR - Auxiliar de Enfermagem |
Q375574 Enfermagem
A asma é uma doença do trato respiratório que acontece com maior frequência nas épocas de frio. A criança com asma pode mostrar sinais e experimentar sintomas que variam desde episódios agudos de falta de ar, sibilância e tosse, seguidos por um período tranquilo, até um padrão relativamente contínuo de sintomas crônicos. Uma das condutas terapêuticas medicamentosas para controlar a exacerbação da doença é a administração de corticosteroides.

Assinale a alternativa que apresenta um fármaco da classe dos corticosteroides.
Alternativas
Q374094 Enfermagem
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é um estado patológico caracterizado pela limitação do fluxo de ar.

Considerando a DPOC e os cuidados de enfermagem para o paciente portador dessa enfermidade, assinale a opção correta.
Alternativas
Q348483 Enfermagem
Julgue o item subsecutivo, relativo a atendimentos a pacientes em emergências relacionados a doenças dos sistemas respiratório e circulatório, em emergências psiquiátricas, com insuficiência hepática e em emergências ambientais.


A patologia inflamatória que acomete brônquios, bronquíolos e parênquima pulmonar, com local de predominância variável em cada individuo, é denominada doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), cujo tratamento consiste em oxigenoterapia, corticoterapia sistêmica, antibioticoterapia e uso de broncodilatadores.

Alternativas
Q1625698 Enfermagem
Quando as frequências respiratórias são avaliadas, diferentes características e padrões respiratórios podem ser identificados. Nesse sentido, a respiração de Cheyne‐Stokes se caracteriza por:
Alternativas
Q1625611 Enfermagem
A hipóxia é resultado da diminuição ou falta de oxigênio nos tecidos, podendo acontecer na doença pulmonar grave ou na doença extrapulmonar que afeta a troca gasosa a nível celular. Os quatro tipos gerais de hipóxia são: hipóxia hipoxêmica, hipóxia circulatória, hipóxia anêmica e hipóxia histotóxica.
Em relação à hipóxia hipoxêmica, é correto afirmar que
Alternativas
Q763522 Enfermagem
Sobre o tratamento medicamentoso de manutenção da asma, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q897596 Enfermagem
Durante a aspiração oronasofaríngea de um paciente intubado, é necessário lembrar-se de usar a aspiração
Alternativas
Q640990 Enfermagem
Com relação às patologias das vias respiratórias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q292767 Enfermagem
São tipos de alterações respiratórias:
Alternativas
Q171886 Enfermagem
A asma é uma doença inflamatória caracterizada por aumento da reatividade das vias aéreas inferiores, sendo que
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: TRE-RN Prova: FCC - 2011 - TRE-RN - Técnico de enfermagem |
Q105519 Enfermagem
A limitação ao fluxo de ar, na asma, é caracterizada por
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Q1383076 Enfermagem
Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
O paciente apresenta uma conformação da parede torácica característica da DPOC com um componente enfisematoso, que é o tórax em formato de barril, onde há aumento exagerado do diâmetro anteroposterior, maior horizontalização dos arcos costais e abaulamento da coluna dorsal.
Alternativas
Q1383075 Enfermagem
Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Como preparação para a alta, com relação aos cuidados domiciliares, é necessário ensinar o paciente e seus familiares a detectarem e informarem sinais iniciais de infecção respiratória, evitarem sobrecarga hídrica diminuindo a ingestão de líquidos, manter o paciente em posição de Fowler para melhora da ortopneia e realizar respirações superficiais e rítmicas.

Alternativas
Q1383074 Enfermagem
Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Com relação ao diagnóstico de enfermagem que se denomina troca de gases prejudicada, conforme estabelecido pela NANDA, os cuidados de enfermagem envolvem: administração de broncodilatadores de acordo com prescrição; e avaliação da eficácia do tratamento a partir da monitoração da dispneia, das características da ausculta pulmonar (diminuição dos creptos), das condições das secreções eliminadas e dos níveis de fadiga.
Alternativas
Q1383073 Enfermagem
Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Uma CVF inferior a 50%, um VEF1 inferior a 30% e a relação VEF1/CVF inferior a 70% são esperados nos testes de avaliação pulmonar realizados pelo paciente.
Alternativas
Q1383072 Enfermagem
Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Por meio dos valores gasométricos obtidos, é possível afirmar que há hipoxemia importante e hipercapneia, em consequência da desigualdade ventilação-perfusão. Esse quadro pode ser corrigido com a administração de oxigênio segundo método prescrito, com o uso de cateter ou máscara com alto fluxo, de 3 a 6 litros por minuto.

Alternativas
Q1370806 Enfermagem
    Uma mulher de 37 anos de idade iniciou quadro de fraqueza e parestesia ascendente nas pernas. Ela relatou infecção viral respiratória poucas semanas antes dos sintomas, que, em duas semanas, evoluíram, com intensificação da parestesia, dor, diminuição dos reflexos tendinosos e dificuldades de locomoção. Foi diagnosticada polineuropatia desmielinizante inflamatória aguda e indicada internação clínica para acompanhamento. Testes da função pulmonar mostraram prejuízos na capacidade vital e na força inspiratória da paciente, mas ainda sem indicação de suporte ventilatório. Os sinais vitais da paciente mostraram-se estáveis, seu peso é 60 kg, ela apresenta dificuldade para a tosse e é capaz de deglutir os alimentos; não houve comprometimento da sua função cognitiva nem do seu nível de consciência. A paciente relatou preocupação em razão das mudanças tão rápidas em seu estado de saúde.

Com relação a características do caso clínico descrito e à adequada assistência de enfermagem à referida paciente, julgue o item.
A capacidade vital pulmonar avaliada da paciente apontou valores inferiores a 4.200 mL, o que indica haver redução do volume máximo de ar expirado a partir do ponto de inspiração máxima.
Alternativas
Respostas
581: E
582: A
583: E
584: C
585: E
586: C
587: A
588: C
589: A
590: D
591: B
592: C
593: A
594: C
595: C
596: E
597: C
598: C
599: E
600: C