Questões de Concurso Sobre doenças infecciosas e parasitárias em enfermagem

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Q1010238 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

O Ministério da Saúde recomenda algumas ações como formas de controle da leishmaniose visceral. Uma dessas ações a ser realizada de forma integrada às demais é
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Q1010237 Enfermagem

A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de grande relevância no cenário global, afetando preferencialmente populações marginalizadas e contribuindo para perpetuar os ciclos de pobreza e exclusão social. No Brasil, a visão preponderante é de que a transmissão é essencialmente zoonótica, sendo o cão doméstico o principal reservatório no meio urbano e o flebotomíneo Lutzomyia longipalpis o vetor de maior importância epidemiológica. De uma doença restrita às áreas rurais do país, o processo de urbanização da LV, iniciado na década de 1980 e aprofundado nas décadas seguintes, culminou com a instalação definitiva da LV nas grandes cidades brasileiras. Experiências locais bem - sucedidas de controle da LV têm sido largamente suplantadas por observações cotidianas de ocorrência de novos casos em áreas previamente indenes. As notícias mais recentes de ocorrência de casos humanos autóctones em Porto Alegre/RS e Florianópolis/SC são a “ponta do iceberg” de um ciclo de transmissão já estabelecido há anos e os inúmeros esforços para sua contenção apenas confirmam que o processo de disseminação da doença para todo o território nacional parece ser inexorável. Hoje, as ações para redução da letalidade devem ser priorizadas, não só por sua relevância mas também pela maior factibilidade em atingi-la em comparação à redução da transmissão. Nesse sentido, a melhoria no acesso e cuidado ao paciente com LV deve ser um objetivo primordial. A meta de eliminação da LV como problema de saúde pública no Brasil é audaciosa, mas não deve ser considerada inatingível. Entretanto, não se pode perder de vista que essa luta só será bem-sucedida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde e a redução das desigualdades sociais.

Disponível em: https://www.sbmt.org.br/portal/visceral-leishmaniasis-in-brazil-where-are-we-going/. Acesso em: 04 abr. 2019.

No texto, o termo "autóctone" remete
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Q1010223 Enfermagem
A infecção pelo vírus da dengue pode ser assintomática ou sintomática. Quando sintomática, causa uma doença sistêmica e dinâmica de amplo espectro clínico, variando desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito. Sobre a dengue na criança, o Ministério da Saúde afirma que
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Q1010221 Enfermagem
Considerando o contexto epidemiológico da sífilis e da sífilis congênita no Brasil, o Ministério da Saúde orienta que o diagnóstico laboratorial seja feito por técnicas variadas, dependentes da fase da infecção, assim como também o é o tratamento da doença. Por isso, é importante acompanhar a evolução da cura por meio de
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Q1010220 Enfermagem
Mulher com 35 anos de idade, portadora de lúpus eritematoso sistêmico em tratamento com corticoide, é atendida em uma UPA. Tem histórico de febre (38,5° C) há 4 dias, tosse, mialgia, mal-estar geral e inapetência. Diante do quadro clínico da paciente, o médico prescreve hidratação venosa e medicação sintomática. Além disso, solicita um raio-x de tórax, exames laboratoriais e coleta de swab de orofaringe e nasofaringe, devido à situação epidemiológica atual de influenza sazonal no município.
Caso a paciente desenvolva a SRAG pelo vírus influenza e haja indicação de internamento, ela deverá ser internada em
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Q1010219 Enfermagem
Mulher com 35 anos de idade, portadora de lúpus eritematoso sistêmico em tratamento com corticoide, é atendida em uma UPA. Tem histórico de febre (38,5° C) há 4 dias, tosse, mialgia, mal-estar geral e inapetência. Diante do quadro clínico da paciente, o médico prescreve hidratação venosa e medicação sintomática. Além disso, solicita um raio-x de tórax, exames laboratoriais e coleta de swab de orofaringe e nasofaringe, devido à situação epidemiológica atual de influenza sazonal no município.
Considerando as medidas de precaução já instituídas, no caso da coleta de secreção de orofaringe e nasofaringe, pelo risco inerente a esse procedimento, o profissional que for realizar essa coleta deverá usar
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Q1010218 Enfermagem
Mulher com 35 anos de idade, portadora de lúpus eritematoso sistêmico em tratamento com corticoide, é atendida em uma UPA. Tem histórico de febre (38,5° C) há 4 dias, tosse, mialgia, mal-estar geral e inapetência. Diante do quadro clínico da paciente, o médico prescreve hidratação venosa e medicação sintomática. Além disso, solicita um raio-x de tórax, exames laboratoriais e coleta de swab de orofaringe e nasofaringe, devido à situação epidemiológica atual de influenza sazonal no município.
Na assistência a casos suspeitos e confirmados de infecção pelo vírus influenza nos serviços de saúde e nos casos de procedimentos sem risco de geração de aerossol, recomenda-se que sejam instituídas medidas de precaução
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Q1010217 Enfermagem
Mulher com 35 anos de idade, portadora de lúpus eritematoso sistêmico em tratamento com corticoide, é atendida em uma UPA. Tem histórico de febre (38,5° C) há 4 dias, tosse, mialgia, mal-estar geral e inapetência. Diante do quadro clínico da paciente, o médico prescreve hidratação venosa e medicação sintomática. Além disso, solicita um raio-x de tórax, exames laboratoriais e coleta de swab de orofaringe e nasofaringe, devido à situação epidemiológica atual de influenza sazonal no município.
De acordo com o caso descrito, a paciente é considerada
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Q1004805 Enfermagem
A tuberculose continua sendo mundialmente um importante problema de saúde, exigindo o desenvolvimento de estratégias para o seu controle, considerando aspectos humanitários, econômicos e de saúde pública. No Brasil, anualmente ainda morrem 4,5 mil pessoas por tuberculose, doença curável e evitável. Em sua maioria, os óbitos ocorrem nas regiões metropolitanas e em unidades hospitalares (BRASIL, 2011). Sobre a hospitalização da pessoa com tuberculose, é correto afirmar:
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Q1003990 Enfermagem
Reações de hipersensibilidade anômala e indesejável, em que linfócitos T citotóxicos agridem a bainha de mielina dos nervos, com a participação de outros mecanismos imunológicos, como anticorpos, ocorrem raramente após a administração de algumas vacinas como contra a febre amarela. Assinale a alternativa correta sobre a reação da vacina contra febre amarela.
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Q1003974 Enfermagem
A tuberculose é uma doença curável em praticamente 100% dos casos novos, sensíveis aos medicamentos antiTB, desde que obedecidos os princípios básicos da terapia medicamentosa e a adequada operacionalização do tratamento. Assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1003973 Enfermagem

A tuberculose (TB) pode manifestar-se sob diferentes apresentações clínicas, que podem estar relacionadas com o órgão acometido. Dessa forma, outros sinais e sintomas, além da tosse, podem ocorrer e devem ser valorizados na investigação diagnóstica individualizada. Analise as afirmativas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A tuberculose pulmonar pode se apresentar sob a forma primária, pós-primária (ou secundária) ou miliar.

( ) Os sintomas clássicos da TB pulmonar são: tosse persistente, produtiva ou não (com muco e eventualmente sangue), febre noturna, sudorese noturna e emagrecimento.

( ) Na criança menor de 10 anos, a forma pulmonar da TB difere da do adulto, pois costuma ser abacilífera, ou seja, negativa ao exame bacteriológico.

( ) Na TB congênita, o parto prematuro ocorre em cerca de 50% dos casos. O recém-nascido cursa com quadro de infecção congênita ou sepse bacteriana.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Q1001777 Enfermagem

Um servidor de determinado órgão público sentiu-se mal durante o trabalho e foi atendido no serviço de saúde da instituição. Durante o atendimento, diante do relato, dos sinais e sintomas apresentados, o médico suspeitou de tuberculose.


Nesse caso, sobre a notificação compulsória, assinale a afirmativa correta.

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Q1000205 Enfermagem
A hanseníase, se não tratada na forma inicial, quase sempre evolui, torna-se transmissível e pode atingir pessoas de qualquer sexo ou idade, inclusive crianças e idosos. Tomando por base a Portaria n. 204/2016, a hanseníase
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Q999948 Enfermagem
A transmissão do HIV pode ocorrer por algumas vias, entre elas, de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Para se prevenir a transmissão pela ingestão de leite humano contaminado com HIV, deve-se orientar as gestantes e as puérperas que a amamentação é contraindicada para
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Q999946 Enfermagem

A febre de Chikungunya é uma arbovirose causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), um Alphavirus transmitido por mosquitos do gênero Aedes, sendo o Ae. aegypti e o Ae. albopictus os principais vetores. Sobre essa doença, considere as afirmações abaixo.

I Não existe tratamento específico nem vacina disponível para prevenir a infecção por esse vírus. Portanto, o tratamento sintomático é o indicado.

II Na fase aguda da doença, os sintomas aparecem de forma brusca e compreendem febre alta e artralgia, predominantemente nas extremidades e nas grandes articulações, podendo estar associados à cefaleia, mialgia e exantema máculo papular.

III Os sintomas da doença costumam persistir por 7 a 10 dias, com predominância de dores nas articulações que podem durar somente durante o período de viremia, ocorrendo a diminuição e o desaparecimento desse sintoma no final da fase aguda da doença.

IV As mães infectadas pelo CHIKV, no período perinatal, não transmitem o vírus ao recém-nascido por via vertical.

Estão corretas apenas as afirmações

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Q999945 Enfermagem
De acordo com o Ministério da Saúde, a tuberculose, doença causada pelo Mycobacterium tuberculosis, pode acometer uma série de órgãos e/ou sistemas. A apresentação da tuberculose na forma pulmonar, além de ser mais frequente, é também a mais relevante para a saúde pública, pois
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Ano: 2019 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2019 - UFMA - Enfermeiro |
Q999496 Enfermagem
Segundo a Portaria nº 1.271, de junho de 2014 do MS, devem ser notificados:
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Ano: 2019 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2019 - UFMA - Enfermeiro |
Q999491 Enfermagem
A Hanseníase é um problema de saúde pública reconhecido desde a 44ª Assembleia Mundial de Saúde. No Brasil, é prioridade da gestão do Ministério da Saúde por meio do Programa de Controle da Hanseníase. Assim, responda, quais são os elementos básicos para o controle desse agravo de saúde.
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Ano: 2019 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2019 - IF-TO - Enfermeiro |
Q999370 Enfermagem

As reações hansênicas constituem importante evento na evolução da hanseníase. Há basicamente dois tipos de reações: uma que ocorre em pacientes com predomínio da preservação da imunidade celular específica contra o M. leprae, denominada reação tipo 1, e outra que ocorre em pacientes com esta imunidade pouco preservada ou ausente, denominada reação tipo 2, ou Eritema Nodoso Hansênico (URA, 2007).


Em relação à reação tipo 2, apenas a _________________ é a droga efetiva, cujo uso prolongado poderá ocasionar neuropatias periféricas.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna anterior.

Alternativas
Respostas
4801: A
4802: B
4803: D
4804: A
4805: D
4806: C
4807: D
4808: B
4809: D
4810: E
4811: B
4812: B
4813: C
4814: A
4815: D
4816: B
4817: A
4818: E
4819: D
4820: D