Questões de Concurso Comentadas sobre assistência de enfermagem ao pré-natal em enfermagem

Foram encontradas 1.468 questões

Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: SES-DF Prova: IADES - 2018 - SES-DF - Enfermeiro Obstetra |
Q939853 Enfermagem
No que se refere ao processo de triagem neonatal, terminada a coleta de sangue em papel filtro PNTN e a verificação imediata, as amostras devem secar de forma adequada. Quanto ao método correto de secagem da amostra, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: SES-DF Prova: IADES - 2018 - SES-DF - Enfermeiro Obstetra |
Q939850 Enfermagem
O exame de ultrassonografia, no primeiro trimestre de gestação, poderá ser realizado tanto pela via abdominal quanto pela vaginal, considerada gold standard na avaliação pélvica, de gestação com até
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Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: SES-DF Prova: IADES - 2018 - SES-DF - Enfermeiro Obstetra |
Q939848 Enfermagem
As infecções perinatais afetam 0,5% a 2,5% de todos os nascimentos e constituem um grande problema de saúde pública pela elevada morbimortalidade. Infecções nesse período não são de fácil diagnóstico, pois, mesmo na gestante, cursam oligossintomáticas, passando despercebidas; no recém-nascido, a grande maioria é assintomática, com surgimento tardio de manifestações clínicas ou até mesmo das respectivas sequelas. Os exames sorológicos mais disponíveis para o concepto nem sempre são contributórios, em razão da transferência de anticorpos maternos da classe
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Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: SES-DF Prova: IADES - 2018 - SES-DF - Enfermeiro Obstetra |
Q939847 Enfermagem
A coagulação intravascular disseminada (CIVD) ou coagulopatia consuptiva gravídica decorre da entrada, na circulação materna, de substâncias que acionam a cascata de coagulação, ativam as plaquetas e culminam com o depósito disseminado de
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Ano: 2018 Banca: IADES Órgão: SES-DF Prova: IADES - 2018 - SES-DF - Enfermeiro Obstetra |
Q939846 Enfermagem
A hemorragia na zona de inserção da placenta e os produtos da cavidade uterina formam os lóquios. Quando adquirem coloração amarelada após um período de 10 dias do parto, são classificados pelo enfermeiro como
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Q932725 Enfermagem
Uma gestante procura uma unidade de saúde buscando orientação sobre o local de assistência ao parto. Considerando as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, a equipe de saúde deve informar que
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Q923479 Enfermagem
Uma secundigesta de 32 anos, com idade gestacional de 38 semanas e 4 dias pela DUM e 39 semanas pela ultrassonografia do primeiro trimestre de gravidez, deu entrada no serviço obstétrico referindo dor em baixo ventre. Ao exame, constatou-se que ela apresentava pressão arterial 120X70 mmHg, batimentos cardíacos fetais presentes (148bpm), AU=35cm, dinâmica uterina=3/30´´/10´. Ao toque vaginal, apresentou o colo fino, centralizado, pérvio para 5 cm, com formação da bolsa das águas e com perda do tampão mucoso. Tendo como base o caso apresentado e a avaliação obstétrica realizada na gestante, o diagnóstico obstétrico é de
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Q923471 Enfermagem
O processo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACR) em Obstetrícia é uma ação de caráter interdisciplinar e deve ser iniciado com a chegada da mulher no serviço de saúde e com a identificação da situação, da queixa ou do evento apresentado por ela. De acordo com o Manual de Acolhimento e Classificação de Risco em Obstetrícia (2014), é atribuição dos enfermeiros obstétricos, no processo de ACR em obstetrícia,
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Q923470 Enfermagem
O caso a seguir serve de referência para responder à questão.

Uma paciente de 23 anos, G-II, P-I, A-0, começou a apresentar sangramento genital de pequena a moderada intensidade e se dirigiu à maternidade quando se iniciaram cólicas pouco intensas. Ao exame clínico e após a realização da ultrassonografia, apresenta: vitalidade fetal preservada, colo uterino fechado, volume uterino compatível com o esperado para a idade gestacional e ausência de sinais de infecção.
Diante desse caso e após o estabelecimento do diagnóstico, as condutas a serem seguidas pelos profissionais de saúde, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde (2010), são:
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Q923469 Enfermagem
O caso a seguir serve de referência para responder à questão.

Uma paciente de 23 anos, G-II, P-I, A-0, começou a apresentar sangramento genital de pequena a moderada intensidade e se dirigiu à maternidade quando se iniciaram cólicas pouco intensas. Ao exame clínico e após a realização da ultrassonografia, apresenta: vitalidade fetal preservada, colo uterino fechado, volume uterino compatível com o esperado para a idade gestacional e ausência de sinais de infecção.
Diante da sintomatologia referida e dos resultados dos exames, a gestante se encontra com sinais de
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Q923468 Enfermagem
A infecção do trato urinário (ITU) na gestante representa a intercorrência clínica mais comum durante a gravidez, acometendo cerca de 17 a 20% das mulheres. Essa infecção contribui, de forma significativa, para a morbimortalidade materna e perinatal (RN, 2015). No que se refere a ITU na gestação, considere as afirmativas abaixo.
I A escolha antimicrobiana deve ser guiada pelo resultado do exame de elementos e sedimentos anormais da urina (EAS). II Cerca de 40% dos casos de ITU não tratados ou tratados de forma inadequada vão evoluir para pielonefrite. III Geralmente, a bactéria mais comumente isolada em pacientes com ITU é a Staphylococcus aureus. IV Encontra-se fortemente associada a outras complicações maternas e fetais, como a rotura prematura de membranas.
De acordo com o Protocolo de Assistência Materno Infantil do Rio Grande do Norte (2015), estão corretas as afirmativas
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Q923466 Enfermagem
O texto a seguir serve de referência para responder à questão.

A eclâmpsia é uma das complicações da gravidez que exige condutas imediatas, e a administração do sulfato de magnésio realizada pelo profissional médico requer um trabalho em equipe. O Ministério da Saúde recomenda que o sulfato de magnésio pode ser utilizado durante o trabalho de parto, parto e puerpério (BRASIL, 2012). Portanto, o enfermeiro deve estar atento aos cuidados com o uso dessa medicação.
Considerando o texto de referência e o Manual Técnico sobre Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde (BRASIL, 2012) que orienta os cuidados com o uso do sulfato de magnésio (MgSO4), são sinais de alerta apresentados pela paciente para suspender a dose de manutenção do MgSO4:
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Q923465 Enfermagem
O texto a seguir serve de referência para responder à questão.

A eclâmpsia é uma das complicações da gravidez que exige condutas imediatas, e a administração do sulfato de magnésio realizada pelo profissional médico requer um trabalho em equipe. O Ministério da Saúde recomenda que o sulfato de magnésio pode ser utilizado durante o trabalho de parto, parto e puerpério (BRASIL, 2012). Portanto, o enfermeiro deve estar atento aos cuidados com o uso dessa medicação.
O Manual Técnico sobre Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde (BRASIL, 2012) preconiza a seguinte rotina de administração da dose de ataque do sulfato de magnésio (MgSO4):
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Q923464 Enfermagem
Segundo o Ministério da Saúde (2012), pode-se utilizar a altura uterina e o toque vaginal quando a data e o período da última menstruação da gestante são desconhecidos. Considerando essa possibilidade,
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Q923463 Enfermagem
De acordo com o Ministério da Saúde (2012), a manobra de Leopold consiste em um método de palpação obstétrica que compreende 4 (quatro) passos realizados antes da medida da altura uterina, os quais contribuem para identificar a situação e a apresentação fetal. No que se refere à palpação obstétrica, considere as afirmativas abaixo.
I A palpação obstétrica deve iniciar-se pela delimitação do fundo uterino, bem como de todo o contorno da superfície uterina. II Os polos cefálico e pélvico e o dorso fetal são facilmente identificados a partir do segundo trimestre. III O feto pode estar em situação longitudinal ou transversa, mas isso não interfere na relação da palpação obstétrica com a idade gestacional. IV A identificação das apresentações mais frequentes são a cefálica e a pélvica.
Em relação ao método de palpação conhecido como manobra de Leopold, estão corretas as afirmativas
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Q923461 Enfermagem
O caso a seguir serve de referência para responder à questão.

Uma paciente de 31 anos, G-III, P-II, A-0, compareceu à Unidade de Saúde da Família no dia 01/03/2018 com resultado do exame de Beta HCG positivo. Sua última menstruação foi em 17/01/2018, trabalha como dona de casa e vive em união estável. Refere que sua mãe tem diabetes e o pai hipertensão arterial e nega outras patologias familiares.
Com base nessas informações, a idade gestacional da paciente é de
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Q923460 Enfermagem
O Ministério da Saúde (2012) preconiza que o objetivo do acompanhamento pré-natal é assegurar o desenvolvimento da gestação, na perspectiva do parto de um recém-nascido saudável, sem impacto para a saúde materna, inclusive abordando aspectos psicossociais e atividades educativas e preventivas. No que se refere ao processo de nascimento, analise as afirmativas abaixo.
I Se o início precoce do pré-natal é essencial para a adequada assistência, o número ideal de consultas permanece controverso. No entanto, a Organização Mundial da Saúde preconiza que o número adequado de consultas deveria ser igual ou superior a seis. II Quando o parto não ocorre até a 38ª semana, é necessário encaminhar a gestante para a avaliação do bem-estar fetal, incluindo a avaliação do índice do líquido amniótico e o monitoramento cardíaco fetal. III Atenção especial deverá ser dispensada às grávidas com maiores riscos de complicações (grau de recomendação A). Nesses casos, as consultas deverão ser mensais até a 28ª semana, quinzenais entre 28ª e 36ª semanas e semanais no termo (grau de recomendação D). IV As grávidas, ao atingirem 40 semanas de gestação, receberão alta do pré-natal aguardando os sinais de início do trabalho de parto para poderem se deslocar à maternidade de referência.
De acordo com o Ministério da Saúde (2013), estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FGV Órgão: TJ-SC Prova: FGV - 2018 - TJ-SC - Enfermeiro |
Q918789 Enfermagem

Renata, 30 anos, 28 semanas de gestação, deu entrada no pronto atendimento com relato de crise convulsiva recente, sendo encaminhada para avaliação pela enfermeira da classificação de risco. A paciente mostrou-se responsiva, porém, com certa confusão mental, PA = 140x90 mmHg, cefaleia, alterações visuais e TAx = 40°C. D


Diante dessa avaliação e com base no protocolo de classificação de risco para esse tipo de atendimento, a paciente deve receber a seguinte classificação:

Alternativas
Q912629 Enfermagem
Gestante, 35 semanas de gestação apresenta clinicamente altura uterina superior àquela esperada para a idade gestacional estimada, associada à diminuição da movimentação fetal e dificuldade de palpar partes fetais e na ausculta. 0(a) enfermeiro(a) suspeita que a gestante está apresentando sinais de alterações do líquido amniótico. Nesse caso, é correto afirmar que tais características se referem
Alternativas
Q912628 Enfermagem
Durante a consulta de pré-natal, gestante com 5 semanas de gestação queixa-se de sialorreia. Nesse caso, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1001: A
1002: B
1003: D
1004: D
1005: C
1006: D
1007: A
1008: C
1009: D
1010: A
1011: B
1012: C
1013: A
1014: B
1015: D
1016: C
1017: D
1018: B
1019: A
1020: C