Questões de Concurso
Comentadas sobre teoria do consumidor em economia
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I. Observando-se os efeitos de um subsídio sobre a oferta e o consumo, ele pode ser considerado um imposto negativo. II. O efeito de um subsídio é o da redução da quantidade produzida. III. Nem sempre compradores e vendedores se apropriam igualmente dos benefícios de um subsídio. IV. Um subsídio de quantidade não afeta a inclinação da reta orçamentária de um consumidor que o recebe.
Está correto o que se afirma em
Suponha uma economia fechada com certo número de indivíduos, certa técnica produtiva, certo número de fábricas e instrumentos de produção e um dado conjunto de recursos naturais.
Nesta economia, observam-se as relações entre as possibilidades de produção de automóveis e manteiga, expressas na tabela abaixo:

Esta tabela gera a seguinte sequência de pares de quantidades de produção possíveis (Automóvel, Manteiga):
(150,0); (140,10); (120, 20); (90,30); (70,40); (0,50)
Se esta economia observar um avanço tecnológico ligado à robotização das células de montagem dos automóveis, coeteris
paribus, a sequência de pares de quantidades de produção possíveis (Automóvel, Manteiga) mais provável é:
A respeito das restrições orçamentárias, considere:
I. Uma linha de orçamento indica todas as combinações de quantidades de bens para as quais o total de dinheiro gasto por um dado consumidor seja igual à sua renda disponível.
II. Se um dado consumidor faz escolhas de maneira racional, ele decide a quantidade de cada bem que gostaria de comprar visando a maximizar o grau de satisfação que pode obter, considerando o orçamento limitado de que dispõe.
III. A maximização da satisfação do consumidor que faz escolhas racionais é atingida quando o benefício marginal é igual ao custo marginal.
IV. Denomina-se “solução de canto” a situação na qual a taxa marginal de substituição de um bem por outro, em uma cesta de mercadorias escolhida, é igual à inclinação da linha de orçamento.
Está correto o que se afirma em
O preço que uma pessoa paga por uma coisa nunca pode exceder e raramente se aproxima daquilo que ela estaria disposta a pagar em vez de ficar sem essa coisa — de modo que a satisfação que ela obtém de sua compra geralmente excede àquela que é obtida quando ela desiste dessa compra.
Alfred Marshall. Princípios de economia. Coleção Os Economistas.
São Paulo: Abril, v. 1, 1982, p. 123 (com adaptações).
Essa citação de Marshall indica que, por detrás de preços, há, da parte do consumidor, motivações que consideram a satisfação a ser obtida com cada bem na hora da compra. Considerando esse tema, julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da teoria do consumidor.
Um aumento no consumo de um bem pode não aumentar o
nível de utilidade de um indivíduo.
O preço que uma pessoa paga por uma coisa nunca pode exceder e raramente se aproxima daquilo que ela estaria disposta a pagar em vez de ficar sem essa coisa — de modo que a satisfação que ela obtém de sua compra geralmente excede àquela que é obtida quando ela desiste dessa compra.
Alfred Marshall. Princípios de economia. Coleção Os Economistas.
São Paulo: Abril, v. 1, 1982, p. 123 (com adaptações).
Essa citação de Marshall indica que, por detrás de preços, há, da parte do consumidor, motivações que consideram a satisfação a ser obtida com cada bem na hora da compra. Considerando esse tema, julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da teoria do consumidor.
Dependendo do formato da curva de indiferença de um consumidor para dois bens, um deslocamento paralelo de sua restrição orçamentária para cima e para a direita poderá provocar queda no consumo de um dos bens em questão.
O preço que uma pessoa paga por uma coisa nunca pode exceder e raramente se aproxima daquilo que ela estaria disposta a pagar em vez de ficar sem essa coisa — de modo que a satisfação que ela obtém de sua compra geralmente excede àquela que é obtida quando ela desiste dessa compra.
Alfred Marshall. Princípios de economia. Coleção Os Economistas.
São Paulo: Abril, v. 1, 1982, p. 123 (com adaptações).
Essa citação de Marshall indica que, por detrás de preços, há, da
parte do consumidor, motivações que consideram a satisfação a ser
obtida com cada bem na hora da compra. Considerando esse tema,
julgue (C ou E) o item seguinte, acerca da teoria do consumidor.
Caso as preferências do indivíduo sejam representadas por uma
função de utilidade linear, é possível que ele escolha não
consumir um dos bens.
( ) As curvas de indiferença são negativamente inclinadas. ( ) As curvas de indiferença se interceptam na análise de utilidade sobre dois bens. ( ) As curvas de indiferença são convexas em relação a sua origem. ( ) As curvas de indiferença são côncavas, quando a taxa marginal de substituição é constante.
Agora marque a alternativa com a sequência das respostas corretas, de cima para baixo:
Com relação à teoria do consumidor, julgue o item que se segue.
No ótimo de Pareto, a economia está na fronteira de
possibilidades de produção e na fronteira de possibilidades de
utilidade, simultaneamente, pois os preços funcionam como
sinal de escassez para as empresas e de utilidade social para os
consumidores.
Com relação à teoria do consumidor, julgue o item que se segue.
O bem-estar econômico líquido é uma medida do produto
nacional bruto que foi adaptada para incluir somente a parte do
consumo e investimento que contribui diretamente para o
bem-estar econômico. Nessa medida, desconsidera-se, por
exemplo, o desmatamento de florestas.
Com relação à teoria do consumidor, julgue o item que se segue.
A utilidade ordinal é caracterizada por uma abordagem
centrada em afirmações do tipo “O bem A é preferível ao bem
B”, exemplo do conceito de utilidade ordinal, não é suficiente
para fundamentar as propriedades gerais das curvas de procura.
A respeito dos conceitos de microeconomia, julgue o item subsequente.
A curva de indiferença é usualmente ilustrada como sendo
côncava em relação à origem para mostrar que as combinações
de dois bens são indiferentes ao consumidor, e sinaliza que
quanto mais escasso for um bem maior, maior será o seu valor
relativo de substituição.