Questões de Concurso Sobre economia
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As necessidades de financiamento do setor público no conceito nominal são definidas pela variação da sua dívida líquida.
A dívida líquida do setor público é definida como sendo a soma das suas dívidas interna e externa junto ao setor privado, incluindo a base monetária, as reservas internacionais e os créditos com o setor privado.
Para fomentar o progresso tecnológico, torna-se fundamental examinar seus determinantes, principalmente a questão da apropriabilidade de novas tecnologias pelas empresas, fenômeno cujos determinantes são: a taxa de juros, a taxa nominal de câmbio e a expectativa em relação ao comportamento da inflação.
A geração de externalidades tem sido controlada, principalmente, por meio de impostos e regulação.
O chamado teorema de Coase assevera que os atores privados podem resolver, de forma eficiente, o problema das externalidades entre si, dependendo apenas da distribuição inicial de direitos entre esses atores.
Em relação a essas duas formas de controle das externalidades, impostos e regulação, pode-se afirmar que a tributação é sempre superior, já que as alíquotas são facilmente definidas e o instrumento tributário permite aos agentes econômicos decidirem a respeito do nível ótimo de imposto a ser pago como compensação para a sociedade.
A solução de Coase é afetada pela presença de custos transacionais, que obstaculariza a geração de acordos eficientes entre as partes.
A probabilidade de ocorrência de um ciclo de Condorcet é inversamente proporcional ao número de alternativas sendo votadas.
O fenômeno da externalidade ocorre, fundamentalmente, quando MC ≠ MSC, em que MC é o custo marginal de um bem e MSC é o custo marginal desse mesmo bem para a sociedade.
O teorema da impossibilidade de Arrow estabelece que não existe mecanismo de escolha coletiva que traduza preferências de indivíduos racionais em preferências da coletividade e que mantenha, simultaneamente, as propriedades de transitividade e independência das alternativas irrelevantes.
predomínio do Poder Executivo na tomada de decisões.
Prevalece hoje no país uma considerável descentralização vertical da arrecadação de recursos públicos, com papel marcante dos governos subnacionais, sendo que os estados e municípios têm disponibilidade de pouco mais de 40% da receita tributária nacional quando contabilizadas as repartições constitucionais e as contribuições previdenciárias.
Pelos padrões internacionais, o Brasil pode ser considerado um país com considerável descentralização fiscal, bem maior que os outros países da América Latina.
Há uma considerável desconcentração horizontal da receita pública, já que há tendência para repartição de impostos federais em favor de governos subnacionais nas regiões menos desenvolvidas, além de essas regiões possuírem maior participação nos gastos federais diretos em ações sociais básicas.
Quando turistas franceses utilizam uma companhia aérea para viajar entre Paris e o Rio de Janeiro, o valor equivalente aos pagamentos das passagens aéreas é contabilizado como um crédito na conta-corrente do balanço de pagamentos francês.
As despesas com o seguro-desemprego constituem gastos do governo federal e, portanto, são incluídas no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) tende a superestimar o impacto da desvalorização do real sobre a alta do custo de vida porque esse índice não leva em conta o fato de que os consumidores substituem os produtos importados, cujos preços aumentaram, por produtos domésticos, relativamente mais baratos.
Quando alguém compra um apartamento recémconstruído por R$ 200.000,00, essa transação não altera as despesas de consumo, tais como mensuradas na contabilidade nacional.
De acordo com o modelo das percepções equivocadas dos trabalhadores, aumentos não-antecipados do nível de preços deslocam a curva de oferta de trabalho para a direita, contribuindo, assim, para aumentar o nível de emprego